Chevrolet apresenta Tracker no mercado brasileiro

  
Após muitas expectativas e quase três meses entre a primeira aparição em rede aberta e o lançamento, o Chevrolet Tracker é apresentado oficialmente e está chegando às concessionárias. Do antigo Tracker, vendido entre 2001 - 2004 e entre 2006 - 2009 (que na verdade era um Suzuki Grand Vitara comercializado pela GM com poucas alterações visuais), o novo Tracker é comercializado em outros mercados como Chevrolet Trax e, com modificações, como Buick Encore (América do Norte) e Opel Mokka (Europa), sendo basicamente o mesmo carro com alterações regionais. No Brasil, o modelo será comercializado com o motor 1.8 16v do Cruze e os pacotes de equipamentos LTZ1 e LTZ2.


Os principais concorrentes do Tracker serão Ford EcoSport nas versões mais equipadas (FreeStyle Plus e Titanium, ambas com motor 2.0) e  Renault  Duster (Dynamique e Tech Road, também com motor 2.0). Ambos contam com opção de tração 4x4, indisponível no Tracker ao menos neste primeiro momento.

O SUV urbano da Chevrolet mede 4,25 metros de comprimento, 1,78 m de largura e 1,65 metro de altura e oferece porta-malas de 358 litros (735 L com os bancos traseiros rebatidos). O rack de teto suporta 75 quilos de bagagem.


Seu interior segue o padrão dos atuais Chevrolet, em especial o Sonic: o quadro de instrumentos conta com conta-giros analógico e quadro digital com velocímetro, quilometragem, indicador de marcha e outras informações, com a iluminação Ice Blue. O volante e as saídas de ar com cinco raios são como os do Sonic, assim como os comandos do ar-condicionado e o sistema multimídia MyLink com tela sensível ao toque de sete polegadas permite conexão por Bluetooth, visualizar fotos e vídeos por dispositivos USB, escutar músicas pelo rádio ou em formato MP3/WMA e utilizar GPS e aplicativos via App Store (iOS) e Google Play (Android).


O motor 1.8 Ecotec com duplo comando de válvulas continuamente variável gera 140 cavalos e 17,8 kgfm de torque com gasolina, ou 144 cv e 18,9 kgfm de torque a 3800 rpm com etanol. O câmbio automático de seis marchas é utilizado no Onix, Prisma, Cruze, Cobalt, Spin e Sonic. De acordo com a Chevrolet, o Tracker vai de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos com etanol (dois décimos melhor do que com gasolina) e atinge 189 km/h de velocidade máxima.


O pacote LTZ1 do Tracker traz ar-condicionado, airbag duplo, freios ABS, bancos de couro, faróis de neblina, descansa-braço traseiro com dois porta-copos, porta-óculos para motorista, MyLink,  sistema ISOFIX de ancoragem de cadeirinhas infantis, rodas aro 18'' e câmera de ré, entre outros itens. Seu preço é de R$ 71 990 (embora concessionárias de São Paulo estejam vendendo esta versão por R$ 76 500). O LTZ2 adiciona teto solar elétrico e seis airbags (frontais, sidebags e de cortina) por R$ 3500.


Comentários

  1. Um modelo que chega ao mercado a esse preço, obriga questionamentos quanto aos detalhes. Não cabe vender o teto solar (mínimo) como opcional. Detalhes cromados como o câmbio, foram substituídos por plástico. As laterais de porta tem excesso de plástico quando a forração em couro traria requinte compatível com o preço bastante elevado com que chega ao mercado. Fica devendo. No mais, o carro agrada razoavelmente.

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