Destaques do Auto REALIDADE

segunda-feira, 31 de março de 2014

MINI Paceman GoalCooper: campo de futebol sobre rodas


A melhor encarnação que um automóvel poderia ter dos estádios de futebol brasileiros... vem da MINI. O Paceman GoalCooper John Cooper Works, que será apresentado de forma oficial amanhã (1º de abril), possui as cores verde, amarela e azul da bandeira nacional na carroceria, nas molduras, capas dos retrovisores... Tem mais: os tapetes com bordas amarelas simulam o gramado, o retrovisor interno leva uma minibola, pebolim (totó) no console entre os bancos, suporte universal para smartphones e iPad (com livestream dos jogos) e no porta-malas encontramos rede traseira, o bom e velho mapa brasileiro, bola oficial, chuteiras e "holofote" de LEDs na parte interna do porta-malas.

E dá para jogar futebol com o MINI: o PDC (Controle de Distância de Estacionamento) e o alarme interno detectam a bola indo em direção ao interior e fecham eletricamente a tampa do porta-malas - caso o gol seja feito, o resultado é registrado no iPad e, após 90 minutos, o placar é enviado ao App MINI Connected específico para o Paceman GoalCooper, possibilitando a comparação online de resultados.







Novo Honda Fit: apresentação nacional no dia 05/04


A Honda cria expectativas ao anunciar a chegada virtual da nova geração do Fit às concessionárias do Brasil no dia 5 de abril. Em relação aos modelos japonês e norte-americano, ele terá grade superior exclusiva cromada (veja o desenho ao lado). Até os equipamentos e o preço da versão EX estão definidos: direção elétrica, ar-condicionado (manual), direção elétrica, airbags (frontais e laterais), alarme, rodas de alumínio, sistema de som com CD Player/Rádio, freios ABS, faróis de neblina, cruise-control, bancos de couro, além de vidros, travas e espelhos acionados eletricamente. Esta versão conta com motor 1.5 VTEC 16v de 115 cavalos com gasolina e 116 cv com etanol, além de câmbio CVT, com infinitas relações de marcha. Em regulamento divulgado pela Honda, seu preço será de R$ 63 590.


A partir do próximo sábado, perdurando até o dia 14 de maio, as concessionárias Honda promoverão o Tour Premiado. Após conhecer em detalhes a nova geração do Fit, o consumidor poderá preencher um cadastro com dados pessoais; ao final do processo, ele receberá uma mensagem de texto no celular cadastrado com uma série (de 1 a 10) e um código de cinco dígitos. Quinze dias após a apuração (no dia 14/05), serão anunciados os vencedores das duas unidades do Fit EX 2015. 

Hidrogênio: solução ou confusão?


Estudo recente da Shell prevê que petróleo e derivados só deixarão de ser fonte de abastecimento de veículos em 2070. O pico da demanda ocorreria em 2035, quando combustíveis alternativos, como o hidrogênio, passariam a representar papel crescente. Na realidade a tração elétrica terminaria por se impor, porém há duas vertentes para isso.

Uma seria a conhecida bateria, utilizada há mais de 100 anos, que continua a dever muito em autonomia, peso, volume, tempo de recarga e, em especial, preço, sem falar da infraestrutura a instalar. Também falta equacionar a origem de produção de eletricidade ainda centrada em carvão e gás natural. A depender da matriz energética de cada país, as emissões de CO2 (um dos gases responsáveis pelo aquecimento da atmosfera) poderão não diminuir em relação aos motores atuais mais eficientes. E se o abastecimento é com etanol de cana os elétricos não trariam vantagens (pelo contrário), se as preocupações fossem apenas mudanças climáticas.


A segunda opção para carros elétricos é a pilha a combustível. Conhecida desde 1838, tem fluxo contínuo de eletricidade. Há dois tipos: geração a bordo de hidrogênio por um reformador abastecido a gasolina, diesel, gás natural ou álcool (metanol ou etanol); fornecimento direto de hidrogênio a partir de um tanque pressurizado a 700 bar (3,5 vezes mais que um cilindro de GNV).

Pilha a combustível (fuel cell, em inglês) tornou-se opção às baterias de automóveis há 20 anos. Hidrogênio combina-se ao oxigênio do ar para gerar eletricidade e subprodutos simples: calor e vapor d’água. Reformador a bordo perdeu interesse para o tanque de hidrogênio.


Embora vários fabricantes tenham desenvolvido protótipos, só a Honda iniciou uma experiência prática, em 2008, com 40 unidades. Hyundai, Toyota, Daimler, Nissan, BMW e Volkswagen, entre outras, se animaram e vão produzir automóveis com essa tecnologia em estágio bem inicial.

As empresas petrolíferas parecem conformadas de que a era do combustível de origem fóssil termina no século 21. Não pelo esgotamento e sim por restrições ambientais. A Shell afirma que pilha a hidrogênio para motores elétricos é a solução, mas exigirá uma rede capilar de postos de abastecimento a ser criada.


Só faltou combinar o discurso com os fabricantes de baterias. Elon Musk, dono da fábrica americana de carros elétricos Tesla, foi contundente. “É puro marketing, só papo-furado”, disparou. Musk, o bilionário fundador do site de pagamentos PayPal, não produz baterias. Mas, apostou que podia juntar milhares de pequenas unidades de íons de lítio, tamanho AA, e aumentar a autonomia de seu Model S para mais de 400 quilômetros, o que nenhum veículo elétrico alcançou.

A era do hidrogênio, no entanto, traz gigantescos desafios. Um posto básico desse gás custa, hoje, em torno de R$ 3,5 milhões, de cinco a oito vezes mais que um convencional. Também precisa se saber a fonte de obtenção do hidrogênio – a própria energia elétrica, uma delas – e estudar o balanço de CO2. E, finalmente, o preço de um automóvel com pilha a hidrogênio.

Portanto, continuam mais dúvidas do que certezas sobre como mover o mundo. Além da briga entre bateristas e hidrogenistas, cada um puxando para o seu lado.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

sexta-feira, 28 de março de 2014

quinta-feira, 27 de março de 2014

É só discurso [Alta Roda]


Maior parte dos que leem essa coluna provavelmente não estará em condições de confirmar as previsões que se multiplicam sobre como se moverão os carros no futuro. Há certo consenso em torno da tração elétrica, apesar dos vários obstáculos a superar. Dúvidas, porém, persistem sobre quando se aposentará definitivamente o veterano (Ciclo Otto tem 147 anos) e quase onipresente motor de combustão interna (MCI). O que já se sabe, para os próximos anos, é a convivência pacífica entre MCI e motores elétricos, de forma separada ou em conjunto por meio de soluções híbridas.


Uma recente e bem fundamentada projeção veio da empresa energética Shell, bem mais conhecida por sua principal atividade petrolífera. Segundo ela, em 2070 só existirão veículos movidos a eletricidade, mas sua adoção, obviamente, será paulatina. Os pesados e os que percorrem grandes distâncias estarão entre os últimos na escala de substituição. Automóveis, em especial os utilizados em cidades quase todo o tempo, trocarão de fonte de propulsão antes. Não há previsão exata, mas pode acontecer entre 2035 e 2050, com coexistência e transição de convencional para híbrido e deste para o elétrico puro.

Então ainda resta saber o que estará nos tanques de mais de um bilhão de veículos produzidos por década, ritmo previsto para dentro de cinco anos. Um papel importante está reservado aos biocombustíveis – obtidos de fontes renováveis ou limpas – entre eles o etanol de cana-de-açúcar. Ao contrário do que acontecia em passado recente, as petrolíferas já consideram essa alternativa complementar ao seu negócio. Prova disso foi o Seminário Internacional de Biocombustíveis realizado, semana passada em São Paulo, pelo Instituto Brasileiro do Petróleo e o WPC (sigla em inglês para Conselho Mundial do Petróleo).

Pouca novidade surgiu de dois dias de conferências e painéis, mas saltou aos olhos que o Brasil está encrencado por falta de objetividade e sensatez na política de combustíveis. Muitas palavras enalteceram o país como produtor competitivo de etanol. Mas, só este ano vão-se importar US$ 11 bilhões em diesel e gasolina. E essa conta tende a subir no curto prazo. Novas refinarias produzirão diesel e mal darão conta do aumento de consumo e substituição de importações.


Aparentemente, todo o consumo adicional de gasolina deveria ser coberto com ajuda do etanol. Mas pouquíssimas destilarias estão em construção, no momento. Há algum esforço em investir no etanol de segunda geração, porém muito longe de equacionar o problema.

A nova refinaria Abreu e Lima, de Pernambuco, focada em diesel (sem produção de gasolina) custará à Petrobrás vultosos US$ 18 bilhões para produzir 250.000 barris/dia de derivados de petróleo. Destilarias convencionais de etanol produziriam o mesmo volume com investimentos em torno de um quarto daquele total, sem contar a diferença brutal na geração de empregos.

Há o fato de que a gasolina continua com preço controlado pelo governo e os custos de produção de etanol subindo. Nos postos, se o biocombustível custar acima de 70% do preço da gasolina a grande maioria dos motoristas desconsidera o seu uso.

O discurso é bom, mas na prática nada acontecerá.


RODA VIVA


CONCIDENTEMENTE, dois altos executivos do exterior – Dan Ammann, da GM e Michael Macht, da VW – estiveram em visita às respectivas filiais no País, semana passada. O primeiro admitiu que o mercado ficará meio parado neste e no próximo ano. No entanto, ambos confirmaram investimentos previstos, apesar de preocupações de curto prazo que não devem ser poucas.

DESEMBOLSOS de capital em ampliações fabris já foram feitos pelas duas marcas. Porém, produtos novos, motores de maior eficiência energética e instalações mais produtivas ainda consumirão dinheiro nos próximos anos. Resta saber a reação de quem ainda constrói instalações. Apesar de construções modulares ajudarem, há risco de excesso de capacidade.


TRABALHO muito bom de suspensões foi executado na versão aventureira do Volvo V40 Cross Country. Tração 4x 4 e motor turbo de 5 cilindros/210 cv lhe dão competência fora de estrada (ganhou 4 cm na altura), sem tirar prazer de dirigir em asfalto. Não exagerou demais nos apêndices. Visibilidade traseira incomoda e sofre com os impostos altos: R$ 141.500.


TOYOTA chama atenção de que dispensou contabilidade criativa ao apresentar os preços do novo Corolla. Dessa forma, considerou, nos valores informados nessa coluna, o balanço final entre o que saiu, o que entrou e o que custa mais caro agora em termos de equipamentos e acessórios, nas três versões oferecidas: GLi, XEi e Altis.

ATÉ AGORA, o próprio Contran deixou de cumprir o estabelecido em suas próprias resoluções. Ajudaria muito se já estivesse regularizado o aviso no certificado anual de licenciamento de que o proprietário não executou o recall. Mesmo os desinformados ou esquecidos tratariam de regularizar a situação. Isso ajudaria bastante quanto à segurança.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).




Volkswagen apresenta linha 2015 de Gol, Saveiro e Voyage


A Volkswagen revela de uma só vez o novo motor 1.6 MSI EA211, que estreia no Gol Rallye e na Saveiro Cross, e novas versões e itens da família Gol - por enquanto, sem revelar os preços. Com 16 válvulas, sistema de partida a frio sem reservatório de gasolina e quatro cilindros, o novo 1.6 gera 110 cavalos com gasolina e 120 cv usando etanol (a 5750 rpm), além de torque de 15,8 kgfm com gasolina e 16,8 kgfm com etanol a 4000 rpm. Com bloco e cabeçote mais leves, feitos de alumínio, duplo circuito de arrefecimento e cabeçote com comando de admissão variável e coletor de escape integrados, por ora o 1.6 MSI conviverá com o 1.6 8v de 104 cv (com etanol).

A gama de versões também muda: a Trendline (disponível para Gol duas-portas e quatro-portas, além do Voyage, com motores 1.0 e 1.6) conta com direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, travamento central das portas, três apoios de cabeça no banco traseiro, chave canivete e iluminação no porta-malas de série. Como opcionais, sobretapetes e pacote “Conectividade” (que inclui Rádio CD-Player com sistema Bluetooth e entradas para cartão SD, USB e auxiliar; I-System, seis alto-falantes e volante multifuncional, com controles dos sistemas de som e de telefone).

A intermediária Comfortline traz carcaças dos retrovisores, maçanetas das portas e frisos laterais na cor da carroceria, luzes de setas integradas nos retrovisores, aerofólio, grade frontal na cor preto brilhante, coluna “B” externa com tape preto, faróis de dupla parábola com máscara negra, logotipo Comfortline nas portas dianteiras, para-sois iluminados, alto-falantes, alças de teto, ar quente, além do Rádio CD-Player com sistema Bluetooth e entradas para cartão SD, USB e auxiliar e I-System.


O pacote de equipamentos Fun, que surgiu no Gol Geração III em 2001, está de volta, com os equipamentos da versão Comfortline, além de tecido exclusivo dos bancos (com logotipo “Fun” nos assentos dianteiros), pedaleiras esportivas, adesivos externos alusivos ao kit e volante revestido de couro. Em unidades na cor Preto Ninja, Vermelho Flash, Prata Egito, Cinza Quartzo ou Vermelho Opera, o adesivo Fun na coluna traseira é laranja; em carros na cor Branco Cristal, Prata Sirius, Cinza Marine, Prata Lunar ou Azul Night, este adesivo é azul. Desta vez, a cor interno dos faróis é sempre preta (na Geração III, acompanhava a cor da carroceria), e assim como o Comfortline tradicional, pode ser equipado com motor 1.0 ou 1.6.



Há também a opção do kit Urban, composto por rodas de liga leve 15” “Valse”, faróis e lanterna de neblina, volante multifuncional e sensor de estacionamento. Para as versões Track 1.0 e Comfortline, está disponível o pacote “Interatividade”, com volante multifuncional e sensor de estacionamento.

A Highline, oferecida exclusivamente com quatro portas e motor 1.6, traz de série ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, frisos laterais cromados, alarme, volante revestido de couro com comandos de som e telefone, lanterna de neblina e sobretapetes. Como opcionais, acabamento interno claro e kit “Tecnologia” (sensores de chuva e de luminosidade, controlador de velocidade de cruzeiro e sistema coming/leaving home dos faróis.

A linha ganha duas novas opções de calotas, aro 14'' ou 15'', além de nova roda de liga leve de 15'' e novas cores (Laranja Canyon para o Gol Rallye e Saveiro Cross, Prata Lunar, Azul Night e Vermelho Opera, do Gol Rallye na foto de abertura). O kit “Tecnologia” também está disponível para o Gol Rallye.


O Voyage estreia uma nova versão topo de linha, a Evidence (nome utilizado em uma versão do Santana, e em 2005 no Polo Sedan), com todos os itens da versão Highline, além de frisos cromados na parte inferior das laterais, rodas de liga leve aro 16" (de estilo idêntico à do Gol Rallye), adesivo preto na coluna B, revestimento dos bancos em Alcantara e logotipo da versão nos para-lamas dianteiros. As cores disponíveis para a nova versão são: Branco Cristal, Preto Ninja, Prata Sirius, Prata Egito, Azul Night, Vermelho Opera e Prata Lunar.


O Gol Rallye estreia a segunda versão de aplicação do software de gerenciamento eletrônico do câmbio automatizado I-Motion - nas palavras da Volkswagen, suas trocas de marcha estão mais suaves e precisas. Há opção de trocas manuais no modo sequencial, acionado por meio da manopla de câmbio ou por paddle shifts atrás do volante.


Equipado com câmbio manual e utilizando etanol, o Rallye acelera de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos e atinge velocidade máxima de 190 km/h, enquanto com gasolina, a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 9,9 segundos, com velocidade máxima de 184 km/h. A versão I-Motion acelera de 0 a 100 km/h em 10 segundos e atinge velocidade máxima de 190 km/h (com etanol). Com gasolina, são 10,5 segundos para a aceleração de 0 a 100 km/h e a velocidade máxima é de 184 km/h, de acordo com a VW.


Outro destaque é a Saveiro Cross, que conta de série com controle eletrônico de estabilidade (ESC), freios a disco nas quatro rodas, ABS com função off-road similar ao da Amarok, sistema de assistência à frenagem (BAS), controle de tração (ASR) e assistente para partida em subida (HSA), inexistentes nas outras picapes pequenas e mesmo em automóveis de categorias superiores.


A Saveiro 2015 conta com versões de nomenclatura exclusiva: Startline, de entrada (cabine simples, com emotor 1.6 de 104 cv), Trendline (com cabine simples ou estendida) e Cross (exclusivamente com cabine estendida, contando com Rádio CD Player Double DIN com Bluetooth e entradas para cartão SD e USB, volante revestido em couro (com controles de som e telefone), bolsa porta-objetos nas laterais internas dos bancos e o novo motor 1.6 MSI de 120 cavalos, com etanol - que lhe permite acelerar de 0 a 100 km/h em 10,0 segundos e atingir velocidade máxima de 182 km/h [com etanol]), além de estar disponível com piloto automático e quatro novas opções de cores: Prata Lunar, Azul Night, Vermelho Ópera e Laranja Canyon.

Vale ressaltar que a Saveiro deverá ganhar uma versão cabine dupla em julho deste ano.




quarta-feira, 26 de março de 2014

Fiat revela Grand Siena 2015, com novos equipamentos


A Fiat anuncia a linha 2015 do Grand Siena, que passa a contar com equipamentos e detalhes adicionais. O Lane Change aciona as luzes de seta por cinco vezes com um toque na alavanca de seta; os comandos de ar-condicionado ganham anéis cromados, a tampa do porta-malas ganha revestimento interno e as versões Attractive e Tetrafuel, ambas com motor 1.4, contam com rodas de aço 15”.


Há também dois novos opcionais para o Grand Siena 2015: alarme (de fábrica) e espelho retrovisor direito com função Tilt Down (inclina-se para baixo ao engatar a marcha-ré) nas versões com retrovisores elétricos.


O Grand Siena Attractive 1.4, versão de entrada, parte de R$ 40 590 (antes, seu preço era de R$ 39 830). A versão Tetrafuel - que pode ser abastecida com gasolina brasileira (com 25% de etanol), gasolina pura, etanol e GNV, custa R$ 50 040. Já o Grand Siena Essence, com motor 1.6 16v, sai por R$ 45 430 sem opcionais.



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