Destaques do Auto REALIDADE

terça-feira, 30 de junho de 2015

Bentley apresenta... Continental GT Speed Breitling Jet Team Series Limited Edition


O nome do carro é enorme, mas se explica: Continental GT Speed é o batismo da versão esportiva do cupê inglês, e a série limitada (Limited Edition) customizada pela Mulliner presta homenagem à esquadrilha francesa Breitling Jet Team, surgida em 2003 (aliás, mesmo ano em que foi lançado o Bentley) que utilizam os aviões checos Aero L-39 Albatros. Como são sete jatos, também serão apenas sete as unidades produzidas.


Externamente, o Bentley ostenta uma mescla das pinturas Hallmark e Onyx com toques na cor Breitling Yellow na parte inferior, no painel e nos bancos. O britânico será apresentado durante a performance da equipe da Breitling na Boeing Seafair Airshow em 31 de julho, trazendo o motor 6.0 de 635 cavalos, que o faz acelerar de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos e alcançar 331 km/h de velocidade máxima.


smart forrail: uma compacta... locomotiva?



Diferentemente do Brasil, os trens e metrôs são transportes públicos essenciais para se cruzar cidades na Europa, enquanto os centros urbanos são em geral dominados por eficientes carros compactos. A smart resolveu juntas as duas coisas e apresenta o forrail concept, que anda sobre trilhos! Apesar de visualmente ser bem parecido com o forfour de rua, não é tão simples quanto parece adaptar as rodas de aço sólido aro 22'', com peso unitário de 80 quilos: foram necessários seis meses para engenheiros da Interfleet realizarem a modelagem em CAD e estudarem criteriosamente a viabilidade do devaneio - e acabou dando certo, mesmo considerando que as locomotivas tradicionais pesam 70 toneladas e contam com motores a diesel de 16 litros, enquanto o pequeno smart adota motor 1.0 e pesa cerca de uma tonelada. O volante foi inutilizado para evitar o desvio dos trilhos.



Testado nos trilhos da Bluebell Railway, estação operada particularmente, o compacto de quatro lugares percorreu sozinho os cerca de 16 quilômetros da via sem maiores problemas, sob espanto dos entusiastas do transporte ferroviário. Porém, logo após a missão, o forrail foi transformado de volta em forfour...



Auto REALIDADE ultrapassa 5 milhões de acessos!


Mais uma meta do Auto REALIDADE está cumprida: chegar a cinco milhões de visitas! A responsabilidade de oferecer conteúdos mais precisos aos nossos leitores é crescente: procurar informações confiáveis, realizar comparações, históricos, traduções (não só de línguas, como também de informações como torque, velocidade e consumo), visitar concessionárias, conhecer a fundo carros e (por quê não?) abordar temas curiosos e até humorísticos, como as pegadinhas de 1º de Abril!

Apesar de eu (Júlio Max) assinar grande parte das postagens, não se trata de uma missão solitária. Além dos editores Rafael Susae e Daniel Girald, temos o apoio de boa parte das assessorias de imprensa das montadoras brasileiras (e de algumas estrangeiras) no envio dos chamados "press-releases". Além disso, recebemos o apoio dos amigos do Grupo Auto REALIDADE, o feedback dos 1075 curtidores da página no Facebook, as dúvidas enviadas pelo e-mail blogautorealidade@hotmail.com e as opiniões de pessoas próximas e as informações dos amigos teresinenses. Aqui, ficam meus agradecimentos a Ingrid Ohanna, Eduardo de Jesus, Max Moraes, Gabriel Santos, Rafael GBR, Ítalo Borges, Luciano Pontes, Marlos Ney Vidal, Luciano Mainardo, Lucas Dantas, Luis Neto (Clube do Fusca), Xracer, Eduardo Marinheiro, Miguel Pilotto, Helisson, May, Henrique, Matheus Faire, Gustavo de Marchi, Victor Braga e Bravo, Bruno Miguel, Daniel Motta, Edwilson, Rodrigo Rodfer, Victor de Facci, Rodrigo Luan, Kiko Molinari (melhoras!), além de todos os colegas dos cursos de Comunicação Social 2013.1 e Ciência da Computação na UFPI, e de todos os parceiros que também escrevem em sites, blogs e revistas!

É verdade que nem sempre as coisas são fáceis. Os blogs geralmente são relegados a uma importância inferior a sites, programas de TV e revistas impressas, pelo menos entre algumas montadoras. Mas o que se percebe na prática é que as pessoas se informam e confiam mais em informações da internet: revistas tradicionais perderam muitos adeptos (inclusive eu e grande parte de meus colegas), por conterem erros graves em suas matérias, limitação de espaço para imagens e informações que em pouco tempo ficam defasadas. Verdade que há exceções, pois em algumas ocasiões estas publicações são convidadas a dirigirem carros que só chegam às lojas depois de semanas ou meses (no caso da Quatro Rodas, há ainda o teste de Longa Duração), mas fora isso, os atrativos são bem poucos diante do que se paga em uma revista, que pode chegar a 14 reais.


Outro tipo de mídia que tem acesso liberado a automóveis - e nem tanta boa reputação quanto os produtores devem imaginar - são os programas de televisão brasileiros, que em sua maioria tentam vender seus peixes em horários pouco atraentes ao invés de trazer informações essenciais, entre qualidades e defeitos. O programa que mais se aproximava do ideal em informatividade isenta, o Vrum, foi retirado da grade de programação do SBT após pouco mais de sete anos no ar. Mídias como o regional Auto Mundo saturam os espectadores com matérias que são praticamente releases lidos e transcrições de outras mídias (inclusive nosso Auto REALIDADE), feito por gente que não tem o mínimo de apreço por automóveis e que acaba atrapalhando as intenções do blog em mostrar aos internautas modelos como os da Chery. 


No exterior, os blogs são vistos como uma ferramenta mais informal, porém não menos informativa, para propagar informações de forma diária, objetiva e verídica. No Brasil, sites formais (que possuem todos os dados inerentes a empresas, além de um número de acessos ainda maior) são chamados para eventos, incluindo alguns fora do Brasil. Um dos objetivos do Auto REALIDADE é cobrir ainda mais o que acontece no mundo dos carros, de lançamentos a encontros de veículos antigos, com imagens, vídeos e impressões que auxiliem quem nos lê, e ser uma mídia reconhecida nesta categoria, compromissada com o Piauí e o País.


Estamos preparando diversas surpresas para celebrar esta marca de 5 milhões de acessos do Auto REALIDADE, alcançados em pouco mais de 5 anos no ar! Continue ligado para conferir todas as novidades, no Facebook (www.facebook.com/AutoREALIDADE) e no Instagram (www.instagram.com/autorealidade) - desde já, agradecemos a você!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Audi A4 2016 evolui em todos os sentidos


Sucedendo o Audi 80, o A4 começou a ser produzido em 1994, sendo o modelo mais compacto da montadora de Ingolstadt (Alemanha) até o A3 ser revelado, dois anos depois. No Brasil, o A4 Sedan começou a ser importado em 1995, e a Avant (perua), no ano seguinte. Entre 2000 e 2004, atravessou uma fase de pouca personalidade, inspirado até demais no A6 "vigente" (e olha que o design levava a assinatura de Peter Schreyer...), mas ganhou uma nova derivação, a Cabrio - uma das sensações do Salão de São Paulo em 2002. A geração seguinte, que perdurou até 2008, ganhou vida nova sobre a plataforma anterior (com estilo de Walter de'Silva, o designer do Alfa Romeo 156), participou do Need For Speed Most Wanted e originou uma versão Seat, o Exeo (que é produzido até hoje). Já o A4 atual foi apresentado há oito anos no Salão de Frankfurt (Alemanha), mas se manteve atualizado com o face-lift de 2012 e originou uma segunda família, a A5, composta pelo Coupé, Cabrio e Sportback.

Agora, o A4 se reinventa e chega à geração B9 (incluindo as encarnações do antigo Audi 80). Sob um primeiro olhar, tanto o sedan quanto a station wagon não diferem muito do estilo típico dos Audi (lembrando especialmente traços do A3 Sedan e do reestilizado A8), mas as modificações foram profundas, a começar pela carroceria até 120 quilos mais leve, mesmo com as dimensões discretamente ampliadas (4,73 metros de comprimento [2,5 cm a mais], 2,82 m de distância entre-eixos [doze milímetros a mais], largura de 1,84 m [1,6 cm mais largo] e altura inalterada de 1,43 metro), - graças à adoção de aços de alta resistência em sua estrutura e a cortes de peso em componentes como direção eletromecânica (-3,5 quilogramas), freios (-9 kg), cabos de alumínio e bateria (-6 quilos), subestrutura dos bancos (-9 kg), carpetes, pedais e dutos do ar-condicionado (-4 kg), transmissão (-16 kg), diferencial (-1 quilo), eixo frontal (-6 kg) e suspensão MacPherson (-8 quilos).


A berrante cor Vegas Yellow (adotada em modelos da Audi mais informais, como S1, TT, R8 e recentemente em uma série especial do S3 nos EUA), uma das 15 tonalidades externas disponíveis - há ainda as colorações Argus Brown, Cuvée Silver, Floret Silver, Daytona Gray (no pacote S line), Glacier White, Gotland Green, Manhattan Gray, Matador Red, Moonlight Blue, Scuba Blue, Monsoon Gray, Mythos Black, Brilliant Black, Ibis White e Tango Red - reforça o tom de novidade da nova geração, que tem grade Singleframe mais angulosa (ainda abrigando as quatro argolas da marca), faróis e lanternas com recortes ousados e luzes Matrix LED (que permitem o "movimento" das luzes de seta), novos estilos de rodas (que vão dos aros 16'' e 17'' de série aos aros 18'' e 19'' nas versões quattro e S line) e a traseira acomoda saídas de escape duplas (Avant) ou separadas (Sedan).


Já internamente pouca coisa lembra o A4 atual. O volante de raios angulosos (sendo o central metalizado) concentra os comandos de som, os comandos de ar-condicionado estão mais refinados; painéis de portas e console central lembram o novo Audi TT, porém diferentemente do cupê, que conta somente com o Virtual Cockpit (de 12,3 polegadas à frente do volante) para todas as funções que demandam visualização (quadro de instrumentos, GPS e sistema de som), há um display dedicado ao sistema MMI (aliás, com uma tela bem fina, de apenas 13 milímetros de espessura) com tela sensível ao toque de 7 polegadas e resolução de 800 x 480 pixels ou com 8,3 polegadas e resolução de 1024 x 480 pixels e operação pelo console central, como no Audi anterior - e o Virtual Cockpit é opcional... 


O A4 2016 pode ser equipado com MMI Navigation plus, internet Wi-Fi LTE com velocidade de até 100 megabits por segundo, sistema de som da Bang & Olufsen com impressão de som tridimensional, 19 alto-falantes e potência de 755 Watts com amplificador de 16 canais; interface voltada a smartphones (que operem com os sistemas operacionais iOS 7.1 e Android 5.0 Lollipop ou superiores, através da entrada USB - item ainda raro nos carros da Audi) e interação com Apple Car Play, Android Auto, Google Play Music, Google Earth, Google Street View, iTunes, Pandora, Twitter, Spotify e WhatsApp, entre outros aplicativos; tablet traseiro de 10,1 polegadas com processador Tegra 40 NVIDIA, resolução de 1920 x 1200 pixels, memória interna de 32 GigaBytes ampliável com cartões microSD, câmera full HD; conversor digital para TV e DAB+ Radio, DVD Player, Bluetooth, entradas USB e para cartões SDXC, além de comandos de voz mais naturais: dizer "I want to call [nome da pessoa]" aciona o telefone; "Where can I fill up?" é o comando para buscar postos de gasolina, e "Where is the nearest Italian restaurant?", por exemplo, realiza uma busca de restaurantes.


A versão Avant passa a comportar 505 litros em seu porta-malas, ampliáveis para 1510 litros até o teto com os assentos traseiros rebatidos. O acionamento da tampa traseira é elétrico.


Desde o lançamento, a linha A4 já terá sete opções de motorizações disponíveis. Os motores a gasolina são o 1.4 TFSI (com turbo e injeção direta de combustível, rende 150 horsepower e 25,5 kgfm entre 1500 e 3500 rpm, força que, aliado ao câmbio automático S tronic de 7 marchas, leva o Sedan e a Avant de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e à velocidade máxima de 210 km/h, com consumo médio de 20,4 km/l) e 2.0 TFSI em "dois níveis": com 190 HP e 32,6 kgfm entre 1450 e 4200 rpm, ou 252 horsepower e 37,7 kgfm entre 1600 e 4500 rpm. Com o 2.0 menos potente, o A4 acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos (sedan)/7,5 s (perua) e atinge 240 km/h (sedan)/238 km/h (perua); já com o motor mais forte, o sedan acelera de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos e a perua em 6 s, ambos com velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente, e consumo de até 17,5 km/l.



São quatro as opções movidas a diesel: 2.0 TDI em dois níveis de força (150 horsepower e 32,6 kgfm entre 1500 e 3250 rpm, com tempo de 0 a 100 km/h de 8,7/9 segundos, velocidade máxima de 219/213 km/h - para sedan e Avant, nesta ordem - e consumo de até 26,3 km/l) ou com 190 HP e 40,8 kgfm, que os leva de 0 a 100 km/h em 7,7/7,9 segundos e à máxima de 237/231 km/h, com consumo de até 24,4 km/l. Futuramente, serão apresentadas as versões ultra para os dois propulsores, com eficiência de combustível aprimorada (superior a 27 quilômetros por litro), além de uma opção 2.0 "detuned", com apenas 122 horsepower.

Já o 3.0 TDI seis-cilindros é o motor a diesel mais potente, podendo render 218 ou 272 horsepower e torque de 40,8 ou 61,2 kgfm (este último equipado exclusivamente com câmbio automático de 8 marchas tiptronic). Com a primeira opção, o A4 pode chegar a 23,8 kgfm, enquanto o segundo propulsor leva o Sedan de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos e a Avant em 5,4 s, com velocidades máximas restritas a 250 km/h e consumo de até 20,4 km/l.

E além de todas estas opções, no fim de 2016 será lançada a Avant g-tron, movida a gás natural ou o novo combustível e-gas desenvolvido pela Audi. Seu motor 2.0 TFSI renderá 170 horsepower e 27,5 kgfm. Os tanques, localizados na traseira, podem carregar 19 quilos do gás comprimidos a 200 bar. Bastam quatro quilos do gás para rodar 100 quilômetros, com autonomia estimada em 500 km. Abastecido com e-gas, uma alternativa à gasolina que é extraída pela composição metânica de micro-organismos, é possível rodar mais 450 km. 


Entre os itens de segurança, o novo A4 traz City Assistance (acima de 15 km/h, as luzes de LED nos retrovisores piscam "insistentemente" quando um veículo se aproxima rapidamente ou está em pontos cegos, a até 70 metros de distância), Parking Assistance (12 sensores e câmeras de 360 graus tornam o estacionamento muito mais fácil, bastando ao motorista atentar ao redor e dosar acelerador e freio), controle de velocidade de cruzeiro adaptativo (que seleciona uma de 5 distâncias a serem mantidas do carro da frente, freando e retomando a velocidade caso necessário; nas versões automáticas, opera de 0 a 250 km/h [!], nos manuais, pode ser ativado a partir de 30 km/h), Traffic-jam Assist (em velocidades acima de 65 km/h, gira automaticamente o volante guiado por sensores de ultrassom e câmera, porém apenas em estradas bem-pavimentadas e quando o tráfego estiver congestionado), Turning assist (em curvas somente à esquerda para carros com direção à esquerda e em baixas velocidades, de 2 a 10 km/h, ao se ligar a seta para o lado esquerdo o carro faz a curva sem o motorista precisar virar o volante), reconhecimento da velocidade exibida nas placas, da topografia da região e do tráfego à frente, entre outros recursos.


Lexus apresenta IS200t, com motor 2.0 de 245 cv


A Lexus amplia a gama 200t (composta atualmente pelos crossovers NX e RX) e passa a oferecer esta versão para o sedan IS, substituindo o modelo 250. A princípio pode parecer uma desvantagem substituir um motor V6 por outro 2.0 Turbo, mas o novo motor, com injeção direta de combustível, resfriamento da parte superior dos cilindros por água e VVT-iW (Variable Valve Timing intelligent Wide, que permite alternar entre os ciclos Otto e Atkinson): são gerados 245 cavalos e 35,7 kgfm de torque. A tração é traseira, e o câmbio, automático de oito marchas. Sua chegada ao exterior é aguardada para setembro deste ano.


domingo, 28 de junho de 2015

Hyundai apresenta o crossover Creta na Índia



Irmão gêmeo do Hyundai ix25, o Creta teve seus detalhes preliminares divulgados na Índia, modelo que segue a filosofia de design "Escultura Fluida 2.0", com linhas mais robustas e menos curvilíneas em relação aos modelos da primeira fase (como ix35 e HB20). Seu estilo conta com detalhes como iluminação diurna de LEDs, faróis com projetores, maçanetas externas cromadas, rodas de liga leve aro 17'', antena do tipo tubarão, luzes de seta integradas aos retrovisores externos e parte inferior dos para-choques, arcos dos para-lamas e saias laterais em plástico preto.



Serão três opções de motores disponíveis: 1.6 Gamma Dual VTVT a gasolina de 123 cavalos (1 cavalo a mais que o HB20 1.6 abastecido com o mesmo combustível), 1.6 CRDi VGT movido a diesel (com 128 cv e opção de câmbio manual ou automático - ambos de seis marchas, transmissão ainda rara em carros indianos compactos) e 1.4 CRDi, também a diesel.



O Hyundai Creta se destaca pelo pacote de equipamentos que inclui ar-condicionado digital Cluster Ionizer com saída para o banco traseiro, airbags frontais, laterais e de cortina, freios ABS, assistente de partida em ladeiras (HSC), controle eletrônico de estabilidade (ESC), câmera de ré, quadro de instrumentos "Supervision", rebatimento elétrico dos retrovisores externos, comandos de som no volante, chave presencial com partida por botão, além do AVN - sistema de áudio, vídeo e navegação, com tela sensível ao toque de 5 polegadas (como opcionais, tela de 7 polegadas e 6 alto-falantes) e memória interna de 1 GigaByte.


sábado, 27 de junho de 2015

Mercedes promove reestilização do Classe A



Há alguns anos, você imaginaria um carro da Mercedes-Benz pintado nesta chamativa cor verde Elbaite (até nas luzes internas)? Talvez pelas modificações do Classe A 2016 terem sido discretas, a adoção de tonalidades menos sóbrias é um dos diferenciais chamativos. Externamente, o A ganha faróis e lanternas com novo estilo interno e iluminação em LEDs, para-choques mais assemelhados ao GLA, novas rodas e saídas de escape redesenhadas. Também há alterações na gama de versões: o A 160 passa a ser a versão de entrada, com motor a gasolina de 102 horsepower. A versão A 180 d BlueEFFICIENCY Edition ("d" substitui a sigla "CDI"), movida a diesel, alcança consumo médio de 28,5 km/l e emissão de dióxido de carbono reduzida a 89 gramas por quilômetro rodado. Há ainda o "ECO Display" para orientar o motorista a dirigir de forma mais econômica.




Internamente, o Classe A também não mudou muito - a criticada tela saltada do painel que serve ao sistema COMAND Online agora possui interface atualizada e tamanho diagonal de 8 polegadas (uma a mais que antes), trazendo MirrorLink (espelhamento do conteúdo do smartphone da tela do carro), conectividade com Apple CarPlay, controle de voz Siri, seletividade de informações para evitar distrações e comandos no volante.

O sistema Attention Assist (de série) agora monitora o nível de atenção do motorista em cinco estágios, a velocidades entre 60 e 200 km/h. Há ainda o sistema Collision Prevent Assist Plus, que por meio de radar detecta objetos à frente, freando sem intervenção do motorista e pré-carregando os freios em caso de colisão iminente.



As versões 250 e 250 Sport passam a contar com opção de câmbio manual; a versão 220 d recebeu 7 HP de potência (rendendo agora 177 horsepower), enquanto os A 250 Sport e Sport 4MATIC (esta última com tração nas quatro rodas) passaram dos 211 cv habituais para 218 HP. Quando equipado com o câmbio automático 7G-DCT, o modelo traz ainda o Launch Control, que prepara a rotação do motor para otimizar a aceleração. Com o pacote esportivo, até os iniciados na linha Mercedes-Benz podem ter dificuldades à primeira vista para distinguir a versão Sport do 45 AMG. A partir da versão A 200 d 4MATIC está disponível o Dynamic Select, que permite escolher entre os modos "Comfort", "Sport", "Eco" e "Individual".


O pacote visual Motorsport Edition se baseia no kit esportivo AMG e na patrocinadora da equipe de Fórmula 1 (Petronas), incluindo detalhes em azul-claro (ou seria verde?): filetes na grade inferior, nas bordas das rodas, nos retrovisores externos, nos cantos do aerofólio traseiro e em faixas nos bancos de couro. Este pacote está disponível para as versões a partir do A 200/A220 d, exceto ao todo-poderoso A 45 AMG.


A versão AMG agora conta com spoilers nas laterais do para-choque dianteiro, novas rodas, difusor traseiro redesenhado e upgrade no motor 2.0 turbinado, que agora rende 381 horsepower e 48,4 kgfm de torque, o que o permite acelerar de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos (resultado quatro décimos de segundo melhor que seu predecessor), velocidade máxima limitada a 250 km/h e consumo de 14,5 km/l.

A Mercedes começa a aceitar encomendas do Classe A 2016 a partir de julho próximo, com a chegada do modelo às concessionárias europeias prevista para o fim de setembro de 2015.



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