Destaques do Auto REALIDADE

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Lifan garante seguro de um ano para o X60


Aproveitando a recente reestilização do utilitário X60, a Lifan prorroga até o fim de outubro deste ano a promoção “Um Ano de Seguro Total Grátis”, que garante aos compradores do modelo zero-quilômetro a economia no valor do seguro, independentemente do perfil da pessoa ou da região onde mora.


Esta promoção iniciou em 2014, voltou em junho de 2015 e estava prevista para terminar em agosto, mas para promover as mudanças do X60 e seguir com o desempenho crescente em vendas no ano de 2015, decidiu-se prorrogar esta vantagem. O modelo Talent de entrada é vendido por R$ 59 990, e a versão VIP custa R$ 63 990.


A promoção é válida para qualquer versão do X60 zero km na rede de concessionárias Lifan de todo o Brasil. A cobertura do seguro é para colisão, incêndio, roubo, furto e terceiros (RCF), com R$ 50 000 para danos materiais e R$ 50 000 para danos corporais, porém não inclui carro reserva ou qualquer tipo de desconto na franquia de R$ 4200 de responsabilidade do consumidor em caso de colisão. A apólice do seguro é da Indiana Seguros S/A (Liberty Seguros). Confira mais informações sobre o X60 clicando aqui.

DS 4 2016 surge reestilizado e em versão Crossback


A linha DS gozava de certo privilégio de imagem na linha Citroën, mas aos poucos os modelos passam a se desvincular do "duplo chevron" que caracteriza os conhecidos franceses. Após DS6 WR (utilitário), DS 5 e DS 5LS (Sedan), é a vez do DS 4 ser reestilizado. O modelo baseado no C4 Hatch, que teve 115 mil unidades comercializadas ao redor do mundo, recebe faróis com projetores, LEDs e luzes de xenônio, faróis de neblina direcionáveis também em LEDs, nova grade hexagonal, rodas similares às do DS5, novas opções de cores e para-choques redesenhados.





Internamente, a central multimídia passa a ser compatível com o espelhamento do monitor de smartphones Apple e Android, além de contar com os recursos do Apple CarPlay. A quantidade de botões foi reduzida para tornar o sistema mais intuitivo. A tela é colorida de 7 polegadas. Há ainda as funções do DS Connect, que auxiliam a encontrar a posição geográfica do veículo em caso de roubo, permite chamar ambulância ou acompanhar o plano de manutenção do carro.



Enquanto no Brasil o motor 1.6 THP é padrão para toda a linha DS, na Europa o DS 4 terá nada menos que 6 opções de propulsores, todos turbinados - incluindo motores de 3 cilindros movidos a gasolina. A potência da gama varia de 120 a 210 horsepower. Na versão THP 165 (equivalente ao modelo brasileiro), há sistema Start&Stop e câmbio automático EAT6, de seis marchas, com trocas mais ágeis e com fricção interna reduzida.



Já o DS 4 Crossback é a versão que segue o modismo dos aventureiros urbanos. A altura em relação ao solo foi elevada em 3 centímetros, as rodas, aerofólio e retrovisores possuem detalhes em preto-brilhante, as caixas de roda possuem molduras, e há também a nova opção de cor Orange Tourmaline. Para o "radical chique", há duas opções de motor a gasolina e outras duas movidas a diesel, incluindo o 130 com Start&Stop e o 150 BlueHDi, ambos com câmbio de seis marchas.

Nissan March chega a 100 mil unidades vendidas no Brasil


Nem parece que já faz quase quatro anos que o Nissan March começou a ser promovido no Inova Show - e de lá para cá, 100 mil unidades foram comercializadas no Brasil, desde setembro de 2011. A carreira do compacto iniciou com as motorizações 1.0 e 1.6, nas opções básica, S e, tempos depois, a "esportiva" SR, que trazia adesivos, spoilers e aerofólio traseiro. Encantou pela boa lista de itens de série - que incluía airbags frontais, ajuste de altura do banco do motorista e computador de bordo - embora tenha deixado muita gente decepcionada com os resultados do Latin NCAP ainda naquele ano. A partir de abril de 2014, o modelo até então mexicano (embora classificado como japonês) passou a ser brasileiro de carteirinha, mais especificamente nascido em Resende (RJ).

Considerando apenas o New March nacional, já foram mais de 30 mil unidades vendidas. Produzido com motorizações 1.0 12v de três cilindros e 1.6 16v, a versão 1.0 Conforto (R$ 36 990) oferece de série direção elétrica progressiva, vidros dianteiros elétricos, retrovisores externos na cor da carroceria, ajuste de altura do volante e do banco do motorista, ar-condicionado e freios ABS com Brake Assist.

Outro atrativo está nos preços das revisões até 60 mil quilômetros, tabelados, que totalizam R$ 1954. São três anos de garantia de fábrica e dois anos do Nissan Way Assistance, serviço 24 horas com direito a serviços de assistência em caso de pane, colisão, furto ou pneu furado, e que oferece carro reserva por quatro dias gratuitamente, conserto no local ou reboque.

Toyota atualiza motorizações do Land Cruiser Prado


A Toyota anuncia novidades no trem de força do utilitário Land Cruiser Prado, fora do mercado brasileiro há cinco anos. O motor a diesel 2.8 16v é todo novo, 227 centímetros cúbicos menor que o anterior, porém entregando 177 cavalos e 45,9 kgfm de torque na versão automática entre 1600 e 2400 rpm (ou 42,8 kgfm na versão manual), atendendo às normas de emissões de poluentes Euro 5 com a adoção de um filtro de partículas (208 gramas de dióxido de carbono por quilômetro rodado na versão manual e 211 g/km no modelo automático) - nada mau para um gigante de até 2435 quilos.

Já o propulsor a gasolina 4.0 V6 ganhou quase 7 cavalos (totalizando 281 cv) e também foi recalibrado para poluir menos, emitindo 266 gramas de CO2 por km rodado. Ambas as motorizações podem se aliar ao novo câmbio automático de 6 marchas.

O Land Cruiser Prado é oferecido em quatro versões. O modelo topo-de-linha Kakadu passa a trazer o Rear cross traffic alert, que alerta quando veículos se aproximam em manobras de estacionamento. Também traz itens como teto "lunar", bloqueio eletrônico do diferencial, porta-objetos refrigerado, Multi-Terrain Monitor com o auxílio de quatro câmeras, monitor traseiro com leitor de Blu-ray, controlador de velocidade via radar, duas posições de memória para volante e banco do motorista, suspensão a ar com ajuste automático, monitor de pontos cegos e CRAWL control e seletor de modos para 5 terrenos distintos, além dos itens do modelo VX. Na Austrália, será vendido por 83 490 dólares australianos (4.0 V6) e AUD$ 84 490 (2.8 D-4D). Lá, o dólar vale aproximadamente US$ 0,71. 


A versão VX ($ 72 990 com motor a gasolina ou $ 73 990 com propulsor a diesel) conta com rodas aro 18'', faróis com acendimento automático, luzes de LED e lavadores, sensor de chuva, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, bancos de couro com aquecimento na primeira e segunda fileiras, rebatimento elétrico da terceira fileira de bancos, coluna de direção eletricamente ajustável em altura e profundidade, maçanetas internas cromadas, sistema de som JBL com 17 alto-falantes e rádio digital DAB+, faróis que permanecem acesos momentos após a chave ser retirada da ignição, display colorido do quadro de instrumentos e o Kinetic Dynamic Suspension System.


O Land Cruiser GXL ($ 59 990 diesel manual ou $ 61 990 automático) possui 7 assentos, sistema multimídia Toyota Link com GPS, ar-condicionado com três zonas de temperatura, sistema de som com 9 alto-falantes, rack de teto, faróis de neblina, alarme, vidros laterais-traseiros escurecidos, para-sóis com extensores, retrovisores com rebatimento elétrico e aquecimento, sensor de estacionamento traseiro e soleiras externas.


Já o Prado GX é o modelo mais básico, com opção de 5 ou 7 lugares (partindo de $ 52 990 e chegando a $ 57 490 completa), que já traz 7 airbags, câmera de ré, controlador de velocidade, chave presencial e partida sem chave, ar-condicionado, sistema de som com Bluetooth, entrada USB e para iPod, rodas de liga leve, para-brisa degradê, freios ABS com EBD e Brake Assist, controles eletrônicos de estabilidade e tração, controlador de reboque e retrovisor extra para ver os ocupantes de trás. Na foto de divulgação do painel, assim como na versão VX, faltaram os retrovisores externos - mas acreditamos ser apenas uma falha técnica...


domingo, 30 de agosto de 2015

Pressão monitorada dos pneus


Uma das recentes novidades no programa Inovar-Auto (2012-2017) foi a adoção de pequenos bônus nos ciclos de aferição para as metas de redução de consumo de combustível. Trata-se de recursos técnicos que não podiam ser captados em laboratório, porém efetivos no uso cotidiano. Quatro itens passaram a valer:

  • Sistema desliga-religa o motor em paradas
  • Indicador de troca de marcha no painel
  • Controle da aerodinâmica da grade frontal
  • Sistema de monitoração de pressão dos pneus (SMPP)

SMPP é o mais importante não apenas por evitar aumento de consumo de combustível de pelo menos 1% a cada 10% de calibragem dos pneus abaixo do recomendado. Deve-se notar que mesmo circulando por vias bem pavimentadas, com rodas e pneus novos, é normal perder no mínimo 10% de ar por ano. Mas, dependendo de outras condições, um pneu sem a checagem quinzenal recomendada, pode rodar com pressão de 20% a 30% abaixo do normal sem que o motorista perceba.


O segundo aspecto está na segurança. Pneus com pressão baixa dificultam o controle do veículo em manobras e frenagens emergenciais. Pesquisas no exterior indicam que em 86% de acidentes analisados pelo menos um pneu estava subinflado. Também compromete sua durabilidade e atinge o bolso do motorista. Pneus sem pressão normal ficam mais sujeitos a furar. Assim, além do incômodo, pode comprometer a integridade dos ocupantes do veículo, se acontecer em locais de risco criminal.

A pressa e o esquecimento são, em geral, citados pelos motoristas por negligenciar a calibragem. Recentemente, SMPP tornou-se obrigatório em toda a União Europeia e já o era nos EUA, valendo também para motocicletas e veículos pesados. Uma luz no painel indica a baixa pressão e, em modelos mais caros, aparece em qual ou quais rodas está o problema.

Existem dois tipos de SMPP: direto e indireto. O direto é o mais utilizado e consiste de sensor de pressão na válvula de ar de cada pneu, pequeno transmissor de radiofrequência, além de microcontrolador e bateria. No painel há o receptor e ícone iluminado que aponta a anomalia em qualquer dos pneus sem individualização. Os mais sofisticados indicam a pressão em cada pneu, inclusive do estepe, e usam pequenas etiquetas ou transponders que dispensam bateria. Há vários fornecedores, inclusive no mercado de acessórios.

Na Inglaterra, a empresa WheelRight desenvolveu uma máquina para registrar automaticamente a pressão dos pneus em questão de segundos. Sem sair do carro (veja foto), o motorista recebe a informação na tela do aparelho ou imprime.

SMPP indireto trabalha com os mesmos sensores que medem a rotação de cada roda do sistema ESC (em inglês, controle eletrônico de estabilidade), também obrigatório nos EUA e Europa. Se há perda de ar, altera-se o diâmetro dinâmico do conjunto roda e pneu, suficiente para acender a lâmpada no quadro de instrumentos. O arranjo é mais simples, porém exige que o motorista restabeleça o sistema por meio de um botão ou no computador de bordo, após recalibrar os pneus.

Pelas vantagens diretas e indiretas, além de preço acessível, o SMPP deveria também ser obrigatório no Brasil. Por enquanto, é apenas equipamento incentivado no Inovar-Auto.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).


sábado, 29 de agosto de 2015

Kia apresenta quarta geração do Sportage


Comercializado no Brasil desde o início de sua carreira internacional em 1995, o Kia Sportage será lançado em nova geração no Salão de Frankfurt no dia 15 de setembro - mas desde já, a montadora sul-coreana revela imagens externas do modelo. Os faróis, que antes faziam um conjunto afilado com a grade superior, ficaram em posição mais elevada, com o capô formando vincos ao redor; a grade estilo "nariz de tigre" foi ampliada e reposicionada para baixo, enquanto o logotipo da Kia foi alocado no canto superior do para-choque dianteiro, que possui estilo mais agressivo e com um conjunto de luzes de LED.


Apesar da renovação ser geral, o perfil do Sportage - mostrado aqui na versão GT Line com tração integral - lembra o modelo atualmente produzido, com linha de cintura ascendente e caixas de roda "emolduradas". A distância entre-eixos está maior, mas a Kia ainda não fala em números.


A traseira ostenta lanternas mais afiladas inspiradas no carro-conceito Provo apresentado em 2013, unidas por um friso cromado, e alojamento da placa na tampa do porta-malas, embora ainda em posição rebaixada. O aerofólio e as duas saídas de escape dão um toque mais esportivo ao modelo, que ainda não teve o interior revelado, mas pelos sketches divulgados, pouco terá a ver com o atual SUV.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

VW Golf Cabriolet ganha face-lift na linha 2016



É natural que o Volkswagen Golf Cabriolet esteja uma geração atrasado em relação ao modelo vigente - na virada do século, uma reestilização que enxertou a frente do Mark IV no conversível de terceira geração foi um bom exemplo do "delay", motivado pelo menor volume de produção dos modelos sem capota na Europa. O aclamado Golf VII foi apresentado em 2012, mas o Cabrio, que nasceu tardiamente (em 2011), permanece na sexta geração, agora recebe atualizações leves na linha 2016, que serão mostradas no Salão de Frankfurt (Alemanha).



Os para-choques ganharam estilo mais esportivo em suas porções inferiores; há ainda seis cores novas para a carroceria, nova tonalidade para a capota e seis estilos reestilizados para as rodas. Todos os quatro motores a gasolina (TSI), além das duas opções a diesel (TDI), trazem turbo e injeção direta de combustível, agora recalibrados para atender às legislações de emissões de poluentes estabelecidas pela Euro 6.



Internamente, o Golf Cabriolet ganha o volante da geração 7, novos revestimentos e os sistemas multimídia Composition Colour, Composition Media e Discover Media, à moda do que encontramos no Golf vendido no Brasil. Mas na Europa, há o recurso do Car-Net, junto com o App Connect (recentemente incorporado à família Fox) e o Guide & Inform, que a partir da internet em conexão com um smartphone, fornece informações sobre tráfego, notícias, condições climáticas e status do automóvel, além de buscar pontos de interesses no GPS (museus, cinemas, restaurantes, etc) e mesmo checar se em determinado estabelecimento existe uma vaga de estacionamento disponível!

Jaguar F-Type linha 2016 é apresentado no Brasil



A Jaguar inicia a comercialização nacional da linha 2016 do esportivo F-Type, que agora possui direção elétrica de série - antes, este tipo de assistência era menosprezado pelos engenheiros da montadora inglesa, mas passa a ser gradativamente incorporado aos modelos após o lançamento do sedan XE, com a vantagem de não depender da força gerada pelo motor a combustão. Toda a linha passa a contar com o sistema de vetorização de torque. Além disto, a versão Coupé R passa a ser importada com tração nas quatro rodas e freios de cerâmica de série. 


A linha F-Type 2016 traz rodas de aro 20'' com estilos exclusivos para cada versão, opção de teto em fibra de carbono (20% mais leve do que a capota em alumínio), nova opção de revestimento em couro vermelho com costuras duplas no revestimento dos bancos em concha, painel e portas, além de cinco opções de cores para a carroceria: Vermelho Caldera, Cinza Storm, Cinza Ammonite, Black Berry e Glacier White.



A linha F-Type é composta por quatro versões: Coupé (R$ 427 000) com motor 3.0 V6 Supercharged de 340 cavalos, que acelera de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos e possui velocidade máxima limitada a 260 km/h; S Coupé (R$ 498 400) e S Conversível (R$ 509 000), que trazem o mesmo motor 3.0 V6 recalibrado para render 380 cavalos e 46,9 kgfm de torque, fazendo os modelos chegarem a 275 km/h, e Coupé R, com o motor 5.0 V8 Supercharged de 550 cavalos e 69,3 kgfm de torque, o que permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos, atingindo a velocidade máxima de 300 km/h.



A direção elétrica conta com sensores utilizados na medição da força aplicada pelo motorista, ângulo do volante e velocidade que ele está sendo acionado, informações que são enviadas a um software, que por sua vez determina a quantidade ideal de assistência de direção, de acordo com as circunstâncias de condução.



Antes dotado de tração apenas nas rodas traseiras, o Coupé R agora possui tração integral (AWD), vetorização de torque (em situações de baixa aderência ou quando se trafega em alta velocidade nas curvas, é aplicada frenagem/liberado maior torque entre as rodas adequadas para evitar o subesterço), diferencial ativo e o software Inteligent Driveline Dynamics, que possibilita antever umasituação de substerço ou sobresterço e ajustar a suspensão conforme a situação. Já os freios, produzidos em silício e cerâmica de carboneto aquecidos a 1.700 C°, são cerca de 60% mais leves do que os tradicionais feitos em aço.



Na linha 2016, o capô do modelo V8 ficou um pouco mais elevado e teve as duas entradas de ar remodeladas. Além disso, as rodas aro 22'' escurecidas também possuem novo estilo. O topo-de-linha dos F-Type é oferecido por R$ 687 700.


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