Destaques do Auto REALIDADE

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Nissan Kicks SV Limited chega às lojas custando R$ 84.900



A nova opção do Nissan Kicks, a SV Limited, agora tem seu preço anunciado: R$ 84.900. Em relação ao modelo SL (R$ 89.990), a nova versão abdica dos airbags laterais dianteiros e de cortina, revestimentos de couro, câmeras de visão em 360 graus e tapetes em carpete.



De resto, o Kicks SV Limited vem com bancos dianteiros "gravidade zero", quadro de instrumentos com tela de 7 polegadas colorida (com informações como computador de bordo, áudio, gráficos de combustível, conta-giros, instruções do GPS, velocímetro e informações sobre o estabilizador ativo de carroceria - Active Ride Control); controles de tração e estabilidade, auxílio de partida em ladeiras, sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica com ajustes de altura e profundidade, ar-condicionado digital automático, sistema multimídia com tela touchscreen de 7 polegadas e GPS, vidros elétricos com acionamento por um-toque (anti-esmagamento para motorista), cintos de 3 pontos e encostos de cabeça para todos os passageiros; além das fixações ISOFIX e LATCH de cadeirinhas infantis. O motor é o 1.6 16v de 114 cavalos e 15,5 kgfm de torque com gasolina ou etanol, aliado ao câmbio automático continuamente variável CVT.


Honda Fit é convocado para substituir tanque de combustível


A Honda convoca os proprietários de 842 unidades do Fit modelo 2015, fabricados entre 20 de agosto de 2015 e 24 de setembro de 2015, para realizar a substituição do tanque de combustível, com início de atendimento em 30 de novembro de 2016.

Foi constatado que poderá haver uma falha na solda próxima ao bocal do tanque, o que aumenta a probabilidade de vazamento de combustível. Em situações extremas, este defeito poderá causar incêndios, danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

A substituição do tanque deverá ser realizada em qualquer concessionária da marca. Antes de agendar o serviço, é importante verificar a necessidade do reparo de acordo com o número do chassi, pois nem todos os veículos dentro dos intervalos relacionados acima estão envolvidos na campanha.

Chassis envolvidos (não-sequenciais)

93HGK58...
De 40FZ221338 a 40FZ224290
De 60FZ221691 a 60FZ222494
De 70FZ221225 a 70FZ229139

Maiores informações

0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 8h às 20h - horário de Brasília)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Da indústria de hoje para a do futuro


Com processos e análise de pequenos e grandes dados, a indústria está a um passo do 4.0
* Por Gabriel Lobitsky

Outro dia resolvi comprar o carro dos meus sonhos. Já trabalhei bastante e acho que é hora de me presentear com este, que de tão especial e caro, é quase como uma jóia. Após a compra (encomenda, na verdade, pois ele será feito especialmente para mim), ganhei um smartwatch para acompanhar o processo de produção do carro e ser avisado, dali mesmo, direto do meu pulso, de cada uma das etapas do processo e de quando ele estivesse chegando. Mas, antes disso, o vendedor me colocou dentro de um scanner. Sim... é verdade. Tive o meu corpo inteiro scanneado para que o carro fosse construído pensando nas minhas necessidades, no meu tamanho, etc. Achei tudo aquilo surreal e muito interessante, e numa conversa com o vendedor descobri que a marca se vale de outras tecnologias para manter revendas envolvidas nestes e outros processos; e que dentro da fábrica, todas as “coisas e equipamentos se conversam” e emitem informações umas às outras.


É claro que essa é uma história fictícia, pois ainda estou um tanto quanto longe de poder “me dar a esse luxo”. Não fosse isso, eu já poderia encontrar no mercado uma indústria capaz de torná-la realidade. Temos conversado com companhias de manufatura dos segmentos mais diversos, no Brasil e em outros lugares do mundo, e projetos como esse já saíram do campo das ideias. Já estão em papéis, em fase de estimativas, provas de conceito, etc. É a tal da indústria 4.0, que promete fazer com que sistemas ciber-físicos monitorem processos, tomem decisões, se comuniquem e cooperem entre si e com humanos em tempo real, por meio de computação em nuvem, internet das coisas, realidade aumentada, inteligência artificial, etc.


Por exemplo, empresas como a Ferrari, cliente da Infor, vão por esse caminho. Eles já adotaram o ERP, processos de Supply chain management, de manufatura e finanças que estão sendo consolidados com o middleware inovador Infor ION.


Se por um lado, o mercado tem discutido, e muito, os benefícios, impactos, montantes de investimento, viabilidade para que a indústria 4.0 se torne uma realidade; por outro vemos empresas que estão confusas, de olho em inovação, mas ainda deixando de fazer algumas coisas básicas como, por exemplo, olhar para os seus processos. Por isso, antes de investir numa série de tecnologias com o objetivo de transformar a sua indústria numa versão 4.0, analise-os. O histórico mostra que o empreendedor brasileiro, por exemplo, não vê valor no processo. A indústria utiliza, entre outros indicadores, o OEE (Overall Equipment Effectiveness) para análise da linha de produção. Mas se um equipamento está rodando a 75%, ele prefere trocar uma linha de produção inteira, ao invés de investir em inteligência para garantir que os equipamentos e sua eficiência voltem a funcionar em 100%.Soluções de scheduling optimization seria muito valiosas neste caso. Com isso, ele aumenta seu consumo em outras pontas, como água, energia, manutenção, pessoas, etc. Se a indústria tem um gargalo na parte produtiva, é preciso entender, com base no processo, aonde investir em tecnologia. E é nesse sentido, quando falamos em inteligência em pró de maior eficácia e eficiência operacional, que acredito que toda essa discussão em torno da indústria 4.0 comece a gerar valor.

Hoje muito se fala em big data, mas a análise de pequenos dados – small data - é mais valiosa para entender onde estão os principais desafios. Soluções de gestão de ativos, por exemplo, podem ajudar a medir a gestão das máquinas. A internet das coisas é capaz de conectar dados, comparar processos e identificar quais ações devem ser tomadas. A indústria precisa ter eficiência operacional a seu favor para que ela entregue ótimos serviços aos seus clientes. No Brasil, alguns segmentos já atuam com inovação, como o setor de bebidas, que mede 100% da sua linha de produção e consegue garantir o atendimento de ponta a ponta (da produção à entrega), em um tempo adequado, e de acordo com os níveis de consumo. Também vemos montadoras, ou empresas de entrega, que usam internet das coisas para despacho, monitoramento do custo, recebimento, etc.

Mas por trás de tudo isso, estão os processos. Por isso, esse é o convite que faço à todos aqueles que estão deslumbrados com a possibilidade de ver o mundo físico e virtual trabalhando juntos para garantir mais eficiência, menos tempo e menor custo – o mundo ideal para qualquer empresa de manufatura. A fábrica inteligente pode até ser uma realidade para alguns segmentos da indústria, mas a maior parte do mercado ainda tem um longo caminho a percorrer. E no final do dia, as modernas tecnologias da informação e da comunicação só trarão resultados para o negócio se estiverem atendendo às necessidades dos seus processos.

*Gabriel Lobitsky é Diretor de vendas da Infor para o Sul da América Latina

domingo, 27 de novembro de 2016

Fábrica nacional da Nissan pinta primeiro Kicks em 2 tons


A fábrica da Nissan em Resende segue a sua preparação para a produção do Kicks a partir do primeiro trimestre de 2017. Como parte do processo de treinamento, controle da qualidade e aferição dos equipamentos, uma carroceria do modelo ganhou cor por meio do trabalho conjunto entre robôs e operadores. Para compor o teto em pintura contrastante, a equipe da pintura realizou os primeiros testes com o processo 2-Tone, em branco/laranja. A Nissan também anunciou no Salão de São Paulo a nova combinação preto/prata.


"Para atender as especificações do Nissan Kicks foram criados dois novos processos de mascaramento, além da geração de mais 10 postos de trabalho apenas no processo de pintura das carrocerias, que hoje é utilizado nos modelos já produzidos na fábrica – o hatch compacto Nissan March e o sedã compacto Nissan Versa", detalha o coordenador de Produção Julien Bonnardel.


O processo atual já conta com um sistema automatizado denominado 3 wet, o qual também será utilizado para o Nissan Kicks. Nele, a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida da aplicação do primer, reduzindo o consumo de energia. Os robôs utilizam cartuchos para a pintura – que usa água como base –, o que reduz a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis. Ao todo, ao longo do processo que dura cerca de 6 horas, são utilizados 10 robôs que se revezam com operadores especializados em pintura. Para produzir o Kicks a partir de 2017 em seu Complexo Industrial de Resende a Nissan está investindo cerca de R$ 750 milhões.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Indústria aos 60 anos [Alta Roda]


Poucos atentaram, pelo fato de o Salão do Automóvel de São Paulo ter drenado muito da atenção de todos. Mas no penúltimo dia da exposição, em 19 de novembro, completaram-se seis décadas do primeiro carro fabricado no Brasil sob as regras de nacionalização (por peso) anunciadas em 16 de maio de 1956. Era uma DKW F91 Universal, station de origem alemã, duas portas, ainda com índice quase simbólico de componentes produzidos em São Paulo pela Vemag, empresa de capital nacional. Batizada depois de DKW Vemaguet, apenas 156 unidades puderam ser montadas até o final daquele ano.


Sempre existirá a polêmica sobre se o Romi-Isetta foi o primeiro automóvel de produção brasileira. Modelo revolucionário para a época, com apenas uma porta e sem espaço para bagagem, transportava só dois passageiros e esta limitação (não o número de portas) o deixou de fora dos incentivos do governo federal. O microcarro não convencional, de fato, saiu na frente, em 5 de setembro do mesmo ano. Sua relevância histórica, porém, continua relativa.


O crescimento da indústria automobilística foi lento, pois dependia do poder aquisitivo dos compradores e das condições econômicas do país, entre elas a dificuldade com o processo inflacionário e a opção governamental de taxar os automóveis em nível inexistente no mundo. Apenas em 1978 conseguiu romper a barreira de um milhão de veículos produzidos por ano.


Como costuma ocorrer, houve ciclos bons e ruins do mercado. A década de 1990, porém, foi marcada por uma segunda fase de expansão, pois até então o mercado de veículos era dividido pelas três marcas pioneiras – Ford, Chevrolet e Volkswagen –, além da Fiat, estabelecida em 1976.


Por problemas gerados pela crise do petróleo de 1973 e falta de divisas, o governo lançou o Proálcool em 1975 e no ano seguinte suspendeu a importação de qualquer veículo. Somente em 1990 automóveis importados voltaram ao País. Existe a tendência de apontar esse marco com mais importância do que realmente teve.


Outras três decisões, somadas, alcançaram peso bem maior: fim da superprotecionista lei de informática e do controle de preços, além do programa do carro popular de 1993 e das câmaras setoriais que destravaram o mercado interno. Um programa de atração de novos investimentos na Argentina levou o Brasil a criar também incentivos. Chegaram Renault, Honda, Toyota, Mercedes-Benz e Peugeot-Citroën.


O país precisou de 26 anos para ultrapassar a barreira de dois milhões de veículos produzidos anualmente, em 2004, sem contabilizar unidades desmontadas para exportação. Apenas quatro anos depois, já passávamos dos três milhões. Havia sinalização de que este ano deixariam as linhas de montagem mais de quatro milhões, mas com sorte vamos retornar ao patamar de 2004.


A crise atual é a terceira de alta gravidade pela qual passa a agora sexagenária indústria automobilística. Ao longo desse período marcas saíram e voltaram, produzindo ou importando, e as nacionais não sobreviveram. O potencial de crescimento, no entanto, continua intacto. Com a quinta maior população mundial, voltaremos em ano ainda incerto a ser o quarto mercado mundial e, quem sabe, quinto ou sexto produtor.

RODA VIVA


NOVO EcoSport finalmente chegará aos EUA no final de 2017, depois de mais de uma década de negativas. Modelo apresentado agora no Salão de Los Angeles é igual ao que será fabricado aqui no segundo trimestre do próximo ano, mas manterá estepe externo. Voltará o câmbio automático convencional, no lugar do atual automatizado de duas embreagens.

ORGANIZAÇÃO Internacional de Construtores de Automóveis (OICA) revelou uma pesquisa indicando que 67% dos entrevistados entendem o primeiro carro como uma das principais conquistas da vida. Assim, sugeriu certa imprecisão de outras pesquisas sobre o aparente desinteresse dos jovens em dirigir. Haveria um momento em que a necessidade ou o desejo falaria mais alto.


IMPRESSIONA ao volante como carro, tem estilo de station com maior altura de rodagem (21 cm), motor de seis cilindros horizontais opostos de 260 cv e tração 4x4 permanente. Subaru Outback acrescenta espaço interno e para bagagem que deixam alguns SUVs com inveja. Desenho apresenta-se conservador e algo generalista. Precisaria também perder algum peso.


PREVISTO desde o lançamento, Renegade 2017 recebe agora o mesmo motor de 1,8 litro flex da picape Toro. O ganho foi de 7 cv – agora 139 cv – e o torque teve acréscimo simbólico de 0,2 kgfm. Só agora dispensou auxílio de gasolina em partida com etanol em dias frios. Há ainda modo Sport por meio de botão no painel. Preços subiram: R$ 79.490,00 a 136.990 (diesel).


MAIOR parte da cota de importações da JAC será de agora em diante do T5. O crossover chinês recebeu câmbio automático CVT de seis marchas virtuais e, por tempo indeterminado, terá o mesmo preço da versão de câmbio manual: de R$ 69.990 a 73.990,00. Equivale a um desconto de R$ 5.000,00. Esse é o modelo previsto para montagem em Camaçari (BA).

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).




terça-feira, 22 de novembro de 2016

Os detalhes do Volkswagen up! Run I-Motion 2017


Fazendo a ponte de versões entre o espartano take up! e o move up! com motor 1.0 TSI, o up! Run é uma opção com detalhes visuais diferenciados e pacote de equipamentos condizentes com sua proposta urbana. Oferecido unicamente com o motor 1.0 MPI aspirado, carroceria de 4 portas e opções de câmbio manual ou automatizado monoembreagem I-Motion (ambos de 5 marchas), seus diferenciais externos são: capas dos retrovisores na cor preta, rodas de 15 polegadas "são paulo" escurecidas com pneus 185/60, faixas adesivas laterais e luzes de neblina.
 

Por dentro, o "pad" do painel traz aplique "Run", colunas e teto com acabamento preto, tapetes de carpete e revestimento de couro para alavanca de câmbio, freio de mão e volante, que traz aplique com o nome do carro em preto brilhante. Os bancos possuem revestimento com o nome da versão, e o tecido aplicado tem inspiração no design de calçados e vestuário esportivos. Há apliques nas laterais com fios na cor prata e faixa central com material refletivo.



De série, o up! Run traz direção elétrica, coluna de direção com ajuste de altura, ar-condicionado, vidros dianteiros, travas e retrovisores elétricos, chave tipo canivete com controle remoto, computador de bordo, alerta sonoro de faróis acesos, tomada de 12 Volts no console central e preparação para som. Como opcional está disponível o pacote “Run completo”, que inclui sensor de estacionamento traseiro e som com Bluetooth, entradas USB e auxiliar, além de 4 alto-falantes e 2 tweeters. 

O motor, com 3 cilindros e 12 válvulas, rende 75/82 cavalos e torque de 9,7/10,4 kgfm, com gasolina/etanol, nesta ordem. Já o porta-malas mantém a capacidade de 285 litros.


O up! Run tem cinco opções de cores para a carroceria: três sólidas (branco Cristal, vermelho Flash e preto Ninja) e duas metálicas (prata Sírius e azul Lagoon, por R$ 1363 adicionais). São opcionais: sensor de estacionamento traseiro e som com CD/MP3 Player, Bluetooth, entradas USB e auxiliar, além de 4 alto-falantes e 2 tweeters (R$ 964).


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