Destaques do Auto REALIDADE

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Hyundai convoca linha HB20 (2013 a 2015) por risco de incêndio


A Hyundai convoca no Brasil proprietários de 139 159 unidades dos HB20 equipados com motor 1.6 e câmbio automático de 4 marchas, modelos 2013 a 2015, fabricados entre 16 de agosto de 2012 e 31 de outubro de 2015, para reparo no indicador de marchas do console central.

Coso haja o derramamento acidental de bebidas próximo à alavanca de câmbio, há risco de infiltração de líquido na parte de dentro do console central, atingindo o circuito elétrico de iluminação do indicador de marchas do console central. Este contato de líquidos com os fios de iluminação do indicador de marchas do console pode provocar curto circuito no momento em que as luzes do farol são acesas e o indicador é iluminado. Assim, existe o risco de curto-circuito e superaquecimento, podendo evoluir para incêndio e acarretando donos físicos e materiais aos ocupantes do veículo. A Hyundai afirma que não há risco de combustão espontânea. 

A Hyundai recomenda que bebidas sejam transportadas com tampas junto aos porta-copos tampadas. No caso de derramamento acidental, recomenda-se secar o local e imediatamente levar o veículo para avaliação em uma oficina da marca para verificar se houve infiltração de líquidos. 

A solução será a aplicação de vedação adicional no indicador das marchas do console central do câmbio automático dos veículos, e substituição das peças nos casos em que houver sinais de curto-circuito. O procedimento tem duração de menos de uma hora.


Chassis envolvidos (não-sequenciais)


De 98HBH51DBDP010003 a 9BHBH41DBFP533864

Maiores informações

0800 770 3355
De segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas

Nem tudo está perdido [Alta Roda]


O difícil ano de 2016 acaba com incertezas sobre o futuro e a velha política se sobrepondo ao ambiente econômico. Ao olhar agora para trás é fácil concluir que houve otimismo em excesso, intervencionismo exagerado e pouca avaliação sobre o futuro. Esse ambiente, ou melhor, caldo de cultura levou aos equívocos do Inovar-Auto em 2012 ao prever vendas de no mínimo 4,5 milhões de unidades em 2016/2017, incluídos veículos leves e pesados.


Aquele programa errou na dose em relação aos estímulos fiscais, embora acertasse ao induzir o rápido progresso na diminuição do consumo de combustíveis dos carros. Tudo indica que ao final de 2017 as exigências em relação à eficiência energética serão reforçadas como devem. Deixou um flanco aberto sobre itens de segurança. Estes exigem prazos mais dilatados de implantação e estão em ritmo de inovação bem mais acelerado no mundo. Novos recursos de direção semiautônoma, monitoramento de colisões, frenagem automática seriam itens de segurança ativa bem-vindos em uma regulamentação consensual e pragmática do Inovar-Auto II.


Como as coisas não aconteceram conforme se pensava, houve aflição geral em tentar adivinhar quando se chegaria ao fundo do poço. Em janeiro passado os economistas da Anfavea achavam que, em 2016, a produção e as exportações subiriam 0,5% e 8,1%, respectivamente, representando uma ajuda na preservação de empregos. As vendas teriam encolhimento de modestos 7,5%, um alento em relação ao tombaço de 26,6% em 2015 frente a 2014. O ano avançou e a associação dos fabricantes divulgou novas previsões: -5,5%, +21,5% e -19%, respectivamente. Houve reação nas exportações, porém o mercado interno afundou mais.

Mas nem tudo está perdido. A crise na indústria automobilística – a terceira de grande profundidade em seis décadas de história – deixou lições profundas. Há riscos mesmo em um mercado tão promissor como o Brasil. Épocas de ótima rentabilidade se alternam com as de prejuízos recuperáveis. As dificuldades levaram, por exemplo, a um programa de redução de jornada de trabalho com salários mais baixos em menor proporção bancados por fundos do governo e das empresas. Tanto que foi rebatizado de Seguro Emprego.

Embora a economia tenha enfrentado uma segunda queda consecutiva do PIB (2015 e 2016) – algo não observado no Brasil desde a Grande Depressão mundial de 1930 – o ano termina com algumas referências positivas. A inflação que chegou a quase 11% em 2015, deve ficar, de forma até surpreendente, dentro do teto da meta este ano (6,5%) e no centro da meta em 2017 (4,5%). Vai abrir espaço para queda da taxa básica de juros (Selic) para cerca de 10% até o final do próximo ano e provável aumento de confiança.

Os juros para financiamento de veículos também podem cair, apesar de inadimplência contar mais que Selic. Agricultura deve crescer 15% em 2017, o que garante 0,75 p.p. positivo para o PIB. A frota de veículos envelheceu e mais compradores talvez prefiram comprar um veículo novo a gastar em manutenção.


Anfavea só divulgará suas previsões no começo de janeiro próximo. Esta coluna, contudo, acredita em crescimento de vendas no mercado interno de até 9% em 2017. Hora de virar o jogo.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Retrospectiva automotiva: os fatos que marcaram 2016


O ano de 2016 será lembrado como um período de muitas novidades, despedidas, eventos importantes e como o início da recuperação da crise que acometeu fortemente o setor a partir de 2015.


Para começar, o segmento de subcompactos passa a contar com o Fiat Mobi - um concentrado de Uno em uma embalagem mais ousada - e o Chery QQ de procedência nacional, ao preço mais acessível por um carro zero no País: R$ 29 990. E se o Volkswagen up! só será reestilizado em 2017, este ano ele ganhou as novas versões track e Run.


Entre os compactos, Volkswagen Gol e Voyage tiveram sua primeira mexida em 4 anos, recebendo novo painel e motor 1.0 3-cilindros nas versões Trendline e Comfortline. O Fiat Uno, além de também aderir a esta onda, ganhou também o 1.3 Firefly e leves intervenções estéticas para marcar a nova fase. Outra dupla que ganhou novos motores foi a Sandero e Logan, da Renault. Se por um lado o 1.0 de 82 cavalos mantém o anacrônico tanquinho de partida a frio, o 1.6 traz até o Stop & Start para economizar combustível em paradas de trânsito.


Quem também entraram na onda dos motores novos foram os primos Peugeot 208 e Citroën C3. O 208, agora igual ao modelo europeu, recebeu o econômico motor 1.2 Puretech e a versão esportiva de verdade GT, com 173 cavalos. Já o C3, que também aderiu ao 1.2, traz como atrativos a central multimídia MirrorLink com tela touchscreen de 7 polegadas e o câmbio automático de 4 marchas associado a todas as versões 1.6 (no Peugeot, ainda há a versão Sport 1.6 manual).


Queridinha do mercado nacional, a dupla Chevrolet Onix e Prisma passa por sua primeira mexida significativa desde o lançamento. As versões Joy mantêm o visual externo antigo e tem bem menos equipamentos, mas já incorporam o câmbio manual de 6 marchas e as melhorias mecânicas que surtiram efeito no consumo de combustível. Já as demais versões estreiam frente e traseira retocadas, além do MyLink de segunda geração associado ao OnStar com mais opções de atendimento. E também chegou ao mercado a inédita versão aventureira Activ do Onix.


Aonde o Onix vai, o Hyundai HB20 vai atrás: sedan e hatch, que já haviam sido reestilizados ano passado, passam a contar com a versão 1.0 Turbo (um intermediário entre o 1.0 aspirado e o 1.6), o esportivo de imagem R spec e a versão Ocean, lançada junto com as Olimpíadas Rio 2016, que agrega detalhes interessantes, como rodas de liga leve e central multimídia.


Para o Ford Fiesta, o ano fica marcado com a chegada do motor 1.0 EcoBoost associado ao câmbio automatizado PowerShift, de 6 marchas e dupla embreagem. Mas quem pensou que fosse acessível queimou a língua: chegou mais caro que o 1.6... O hatch passou ainda por uma reordenação de versões: o motor 1.5 foi extinto, a versão S virou SE, e a SE passa a ser SEL.


Arquiinimigos, os Nissan March/Versa e os Toyota Etios Hatch e Sedan também trouxeram novidades. As versões dos modelos da Nissan ganharam os equipamentos dos Packs oferecidos ano passado, e as versões SV e SL 1.6 passam a contar com a opção do câmbio automático continuamente variável XTronic CVT (de série no Versa Unique). Já o Etios recebeu painel digital, melhorias nos motores 1.3 e 1.5, lista de equipamentos mais completa e, opcionalmente, o câmbio automático de 4 marchas. Para as versões Ready e Platinum, ainda veio o novo visual frontal (de gosto bem duvidoso...).


Na onda de reduzir consumo de combustível, os Chevrolet Cobalt, Spin e até a antiquada Montana receberam alterações mecânicas para perderem peso e renderem melhor. No caminho inverso, o Fiat Grand Siena - que em 2016 teve a principal mudança na grade frontal - traz de volta o velho 1.0 quatro-cilindros abandonado pelo Uno para ter preço mais "competitivo".

O segmento de sedans médios teve novidades significativas, a começar pelo Volkswagen Jetta, agora fabricado no Brasil, com o novo motor 1.4 TSI a gasolina de 150 cavalos. O Nissan Sentra não alterou o 2.0, mas recebeu visual renovado e mais itens de série em todas as versões: enquanto o S passa a ter câmbio CVT e sensor de ré de série, o SL vem com som Bose, teto solar e alerta de colisão iminente à frente. O Hyundai Elantra se renovou por completo, e Citroën C4 Lounge e Peugeot 408 passam a trazer em todas as versões o motor 1.6 THP, turbinado e com injeção direta de combustível. Até o Toyota Corolla, para não passar o ano em brancas nuvens, recebeu a versão intermediária Dynamic e aboliu os modelos GLi manual e CVT.


Mas as atenções foram realmente polarizadas entre a renovada dupla Chevrolet Cruze e Honda Civic. A nova geração do GM vem com motor 1.4 Turbo Flex de 153 cavalos e câmbio automático de 6 marchas em todas as versões, enquanto o Civic reservou o 1.5 Turbo de 173 cavalos para a versão Touring - o Sport tem câmbio manual e motor 2.0, e os demais, somente câmbio CVT. Ambos ficam similares em relação aos parentes vendidos nos Estados Unidos, porém com adaptações para cortar custos na fabricação.


Se este segmento, que tem o Corolla como líder isolado, recebeu tantas novidades, o que dizer da efervescente categoria dos utilitários? A Nissan estreou em grande estilo com o Kicks, aguardado avidamente ao longo do ano, e a Jeep apresentou o Compass aqui antes mesmo dos Estados Unidos. A JAC lançou o T5 com câmbio automático CVT, com a jogada de marketing de oferecê-lo pelo preço da versão manual. E o Chevrolet Tracker passa a contar com novo visual, mais equipamentos e o motor 1.4 Turbo do Cruze.



Com este cenário, os "veteranos" tiveram que se mexer. O Jeep Renegade passou a ter o motor 1.8 do Toro, com start-stop, novas cores, mais equipamentos e a nova versão Limited (antes era um pacote baseado na Longitude). Além de ganhar itens de série, o Honda HR-V passa a contar com o modelo gourmet Touring, único a ter seis airbags. O Renault Duster teve seu motor 1.6 reajustado para gastar menos. E até o pretenso aventureiro VW CrossFox ganhou a versão Urban White.

Também houve novidades entre os SUVs de patamar superior: a Jaguar passa a comercializar o F-Pace, ao passo que os Land Rover Discovery Sport e Evoque passam a adotar cidadania brasileira. A Audi revelou o controverso Q2 e lançou nacionalmente o suntuoso Q7 e o Q3 fabricado no Brasil, enquanto a BMW começa a produzir em terra Brasilis o X4 (um X3 com traseira ao estilo cupê) e a Mercedes-Benz passa a construir o GLA, além de importar os novos GLC e GLE, nas carrocerias SUV e Coupé. Já a Ford finalmente decide pela importação da nova geração do Edge.



Entre as picapes médias-grandes, a mudança só não foi total porque a Hilux foi totalmente renovada em 2015 (mas este ano ganhou versão Flex) e a nova Frontier só será comercialmente lançada em 2017. A Chevrolet S10, líder do segmento, ganhou alterações estéticas, painel todo novo e novos equipamentos. A fórmula foi bem similar à da Ford Ranger, com maior tecnologia e 5 anos de garantia. A Volkswagen Amarok também seguiu a mesma trilha: nova frente, interior renovado e conectividade através do App-Connect. Até a Mitsubishi L200 Triton, que andava meio esquecida, estreou sua nova geração fabricada em Goiás, com as mesmas feições do modelo tailandês. Para completar, no exterior foram apresentadas as inéditas picapes da Renault (Alaskan) e Mercedes (Classe X).




Entre as picapes compactas, a maior mudança foi na VW Saveiro, com grade de versões reestruturada e painel com as mesmas melhorias da linha Gol. Já no andar de cima, a Renault dotou a Oroch de motor 1.6 mais econômico e do câmbio automático de 4 marchas opcional para a versão Dynamique 2.0. E a Fiat revelou o aguardado Toro, irmão de plataforma do Renegade, que alcançou sucesso em vendas desde o lançamento é atualmente está disponível nas versões Freedom (1.8 AT6, 2.0 Turbodiesel manual ou automática, e 2.4 AT9) e Volcano (2.0 AT9).



Mesmo no atual cenário de vendas, 2016 sorriu para os esportivos: passaram a ser vendidos no Brasil os Audi TTS e RS3, o BMW M2, a nova geração do Chevrolet Camaro (com direito à série comemorativa Fifty), os Porsche 718 Boxster e Cayman, os Mercedes-AMG C 43 e C 63, e até o Nissan GT-R, enfim!

O ano também marcou a reestilização do Ford Fusion, a apresentação da nova geração do Mercedes-Benz Classe E (e da nacionalização do Classe C), bem como o lançamento do novo Audi A4, da quarta geração do Toyota Primus e do novo Jaguar XF. No exterior, as esperadas novas gerações do Ford Fiesta e Nissan Micra finalmente vieram a público.


Quem penou foi o segmento de hatches médios: a única novidade significativa foi a nacionalização do Volkswagen Golf - seguida de adaptações na suspensão e câmbio, e da adoção do motor 1.6 MSI na versão Comfortline, que logo ganhou a companhia do (bem mais eficiente) motor 1.0 TSI. O Cruze Sport6 até foi apresentado no Salão de São Paulo, porém só em 2017 estará em todas as concessionárias. E entre as station wagons, só a nova geração da A4 Avant e as alterações na Golf Variant (que aumentaram a potência do motor 1.4 TSI de 140 para 150 cavalos com a conversão para Flex, embora a suspensão traseira multilink virou eixo de torção e o câmbio DSG de 7 marchas cedeu lugar ao Tiptronic de 6) foram novidades relevantes.

Mundialmente, também fomos surpreendidos com novas montadoras e lançamentos. Logo no início do ano, a Faraday Future causou com a apresentação do modular FF1. A Tesla propôs o Model 3, uma alternativa mais em conta que os Model S e X, e que estará no mercado no próximo ano. A Nissan apresentou o e-NV200 movido a energia elétrica gerada por bioetanol, enquanto a Volkswagen descortinou ambiciosos planos de por automóveis elétricos em produção na década de 2020, com o I.D. e o budd-e.


2016 também será lembrado como o ano de despedida de carros que pareciam "imorríveis", a começar pelo Chevrolet Classic, que já não condizia com a filosofia de renovação da marca e sai de cena após 21 anos de produção, assim como o Renault Clio, que abre espaço para o Kwid, a ser lançado em 2017. A Fiat dizimou boa parte de sua linha: deixaram de ser fabricados Siena EL, Bravo, Linea, Ducato e Palio Fire, ao passo que Freemont e Cinquecento tiveram as importações interrompidas. A marca de Betim também tirou de cena as versões Trekking de Weekend e Strada, além do Punto T-Jet.

Com a crise no setor, marcas arrumaram as malas para fora do País: as asiáticas Geely, Changan (antiga Chana) e SsangYong encerraram suas operações. JAC, Chery e Kia tiveram suas participações de mercado notavelmente reduzidas, porém resistiram. Até a nacional TAC, que produzia o jipe Stark, sumiu sem aviso prévio. No exterior, quem deu adeus foi a Scion, marca com apelo "jovem" da Toyota.

Também nos despedimos de figuras como o fotógrafo da revista Quatro Rodas Marco de Bari, que morreu dias após um acidente em estúdio, e o compositor Saki Kaskas, que fez seu nome na franquia Need Ford Speed na virada do século.


Depois do fim da obrigatoriedade dos extintores de incêndio nos carros, mais uma norma causou confusão em 2016: a decisão de se acender os faróis baixos nas rodovias de forma contínua. Mas como saber o que é avenida e o que é rodovia? Por este motivo, a determinação está atualmente suspensa.


O ano também marcou uma fase mais rigorosa dos testes de segurança do Latin NCAP. Agora, os carros precisam passar, além do tradicional crash-test frontal com 40% da área frontal a 64 km/h, também pelo teste de impacto lateral (simulando choque com poste e também com outro veículo) e ainda o teste do controle de estabilidade. Por este motivo, a ausência de equipamentos de segurança em todas as versões já é motivo de rebaixamento de nota. Nesta nova fase, foram relativamente poucos os carros avaliados que dizem respeito aos brasileiros. O melhor resultado foi o da Ford Ranger, com meras três estrelas de proteção a adultos. O Fiat Palio foi rebaixado de 4 para 1 estrela; o Peugeot 208 ainda conseguiu para si duas estrelas.


Em termos de eventos, 2016 foi palco do consagradíssimo Salão do Automóvel de São Paulo, além de encontros de antigos em Águas de Lindoia e por ocasião do lançamento do documentário Nutz. O Piauí recebeu seu primeiro Salão do Automóvel no Theresina Hall, a segunda edição do Show Cars The e o Teresina Moto Week, para não mencionar os diversos encontros do Clube do Carro Antigo, Ferrugem nas Veias e Clube do Fusca.


E quanto ao Auto REALIDADE? Para nós, o ano foi de consolidação do reconhecimento de nosso trabalho: foi possível em 2016 avaliar mais modelos da Fiat, Jeep e Renault cedidos pelas assessorias de imprensa, além de viajar quatro vezes a convite da Nissan para apresentações da marca. Também foi o ano da aquisição do Volkswagen take up!, que vem atendendo às expectativas no dia-a-dia. Tivemos um crescimento de público acentuado no Instagram e, nos últimos dois meses, um aumento no fluxo diário de visitantes no site. Mas sempre estamos buscando novas formas de surpreender quem nos acompanha, e também cobrando das montadoras a devida atenção a nossas ocupações. Fica registrado nosso agradecimento sincero, e a promessa: em 2017 vem muito mais pela frente!

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Nissan Kicks SV Limited, por R$ 84.900, está nas lojas



As concessionárias Nissan trabalham com a expectativa de que, até o fim do primeiro trimestre de 2017, a gama completa do Kicks esteja disponível nas concessionárias - incluindo a versão de entrada S, que deverá custar cerca de R$ 75 mil. Para quem não se dispõe a pagar R$ 89.990 na versão SL, passa a estar disponível o Kicks SV Limited por R$ 84.900.



Para chegar com preço menor, a versão SV Limited renuncia aos airbags laterais dianteiros e de cortina, revestimentos de couro (substituídos por tecido nas portas e plástico rígido texturizado no painel), câmeras de visão em 360 graus e tapetes em carpete.



Permanecem como itens de série: bancos dianteiros "gravidade zero", quadro de instrumentos com tela de 7 polegadas colorida (com informações como computador de bordo, áudio, gráficos de combustível, conta-giros, instruções do GPS, velocímetro e informações sobre o estabilizador ativo de carroceria - Active Ride Control); controles de tração e estabilidade, auxílio de partida em ladeiras, sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica com ajustes de altura e profundidade, ar-condicionado digital automático, sistema multimídia com tela touchscreen de 7 polegadas e GPS, vidros elétricos com acionamento por um-toque (anti-esmagamento para motorista), cintos de 3 pontos e encostos de cabeça para todos os passageiros; além das fixações ISOFIX e LATCH de cadeirinhas infantis.



O motor é o 1.6 16v de 114 cavalos e 15,5 kgfm de torque com gasolina ou etanol, aliado ao câmbio automático continuamente variável CVT. A despeito do tanque de combustível para 41 litros, o porta-malas conta com capacidade de 432 litros.


Curta a página do Auto REALIDADE!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...