Detalhes do Renault Captur 1.6 Life automático, para o público PCD

Review: Puma GTS/GTC


A década de 1970 foi o auge da Puma Automóveis no mercado brasileiro, com a importação de automóveis proibida e a crise do petróleo, que estimulou a comercialização de modelos mais econômicos e compactos. Atualmente, a Puma está retornando às pistas com um conversível que retoma suas origens de forma alinhada aos nossos dias, contando com motor 1.6 de 250 horsepower. A história do Puma Conversível iniciou há 45 anos: baseado no modelo GTE, a versão sem capota foi lançada em 1970 com motor 1600 VW. A primeira unidade do esportivo de fibra de vidro foi adquirida pelo médio-volante Clodoaldo, atuante na seleção brasileira de futebol, que naquele ano se sagrou tri-campeã mundial.



Tempos depois, em 1973, surgiu o GTS (spider), que seria reestilizado em 1977. A mecânica permanecia a 1600 da Volkswagen, com 70 cavalos, câmbio e tração traseiros, além do câmbio manual de 4 marchas. Em 1979, o GTS ganhava a companhia do GTB S2, com motorização seis-cilindros do Opala.

Em 1980, o Puma GTS deu lugar ao modelo GTC (conversível), lançado como modelo 1981 e praticamente idêntico às unidades que eram exportadas. As principais mudanças estavam nos para-choques mais proeminentes, piscas movidos para as laterais, novas maçanetas (do Alfa Romeo 2300) e traseira reformulada, com lanternas da VW Brasília. Até 1985, foram 1740 unidades produzidas.


O Puma das imagens é um GTC, certo? Em verdade, em seu registro consta ser um GTS 1979, reformado para ficar praticamente idêntico ao modelo mais recente - um pecado nos dias de hoje (e que inviabiliza a conquista da placa preta, de automóveis de coleção), mas uma prática que deixava seu aspecto mais moderno e o valorizava, naqueles tempos de crise. Praticamente todos os detalhes remetem fielmente ao GTC e, externamente, o conversível estava em boa forma.

A título de curiosidade, este modelo estava à venda, e de acordo com o anúncio do proprietário, recebeu revisão no motor e novos componentes, como piso, motor de arranque, freios, câmbio, alternador, bateria e caixa de direção.


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