Os detalhes da Chevrolet Spin LTZ 2019 com câmbio automático

Nissan Kicks brasileiro chega às lojas da Argentina: conheça as diferenças entre eles


Meses após o anúncio das exportações do Nissan Kicks para outros mercados da América Latina, o modelo produzido em Resende (RJ) substitui o Kicks mexicano no mercado argentino. O primeiro lote de mais de 900 unidades do Nissan Kicks já está disponível em toda a rede de concessionárias do país.


O Kicks chega à Argentina em quatro versões: Exclusive CVT, Advance CVT, Advance MT e o Special Edition (560 000 pesos), que traz os mesmos equipamentos do Exclusive, logotipo na traseira, teto com cor contrastante, além de apliques nos para-choques, spoiler traseiro e ponteira de escapamento cromada - que no Brasil são vendidos como acessórios de concessionária. Lá, o Kicks tem opções de cores laranja e azul para a carroceria, mas não possui os tons vermelho e marrom oferecidos no Brasil. Internamente, pode-se escolher pelas cores preta, bege ou laranja (no lugar do marrom aqui disponível).


O Kicks Advance MT (foto acima, que custa 469 000 pesos) possui o mesmo câmbio manual de 5 marchas da versão S, porém na Argentina ele traz mais equipamentos de série: central multimídia com tela touchscreen de 7 polegadas, conectividade com Android Auto e Apple CarPlay, rodas de 17 polegadas com pneus 205/55, volante revestido em couro, faróis de neblina e assinatura de LED, sensor de estacionamento traseiro, controles de tração e estabilidade (no Brasil, são opcionais na versão básica), acendimento automático dos faróis e chave presencial com partida por botão. Ou seja, desde a versão de entrada, o Kicks na Argentina tem itens similares ao Kicks SV brasileiro.


No Kicks Advance CVT (489 000 pesos), a diferença fundamental está no câmbio automático continuamente variável, com modos Low e Sport. Há também o controle dinâmico do freio-motor. Fora isso, traz os mesmos equipamentos do Advance manual: direção elétrica com ajuste de altura e profundidade, ar-condicionado manual, travas, vidros e retrovisores elétricos, som com 4 alto-falantes, duas tomadas 12 Volts, Bluetooth e entrada USB, encosto do banco traseiro bipartido, luz do porta-malas, cintos de 3 pontos (com ajuste de altura, pre-tensionadores e limitadores de carga nos dianteiros) e apoios de cabeça ajustáveis para todos, airbags frontais, freios ABS com EBD e assistente de frenagem de pânico, auxiliar de partida em ladeiras, fixação ISOFIX para cadeirinhas infantis, alarme, além dos itens descritos no parágrafo anterior.


Já o Kicks Exclusive (535 900 pesos) é semelhante ao SL brasileiro, porém, por ironia do destino, traz menos equipamentos. Os vidros são elétricos mas, como nas versões básicas, só o motorista possui função um-toque para descer, enquanto os retrovisores tem rebatimento manual, e não elétrico. Outro item que o Kicks nacional tem como opcional e o argentino não é o alerta de colisão frontal, que emite avisos sonoros e visuais para o motorista, e em último caso, faz a frenagem automaticamente.


O Kicks Exclusive é o único no mercado argentino a ter: tela colorida de 7 polegadas no quadro de instrumentos com comandos no volante, bancos de couro, ar-condicionado automático digital de uma zona, central multimídia com GPS, airbags laterais e de cortina, câmeras de visão em 360 graus com detector de objetos em movimento, luzes de seta nos retrovisores e estepe com roda de liga leve de 17 polegadas.

Mecanicamente, o Kicks brasileiro é bastante similar ao argentino, exceto pela potência do motor 1.6 16 válvulas, que lá alcança 120 cavalos, e aqui, 114 cv. Porém, nosso crossover alcança 15,5 kgfm de torque, enquanto o "Kicks hermano" rende no máximo 15,2 kgfm.


A previsão é que aproximadamente 4 mil unidades do Nissan Kicks cheguem à Argentina durante os próximos seis meses. O complexo industrial de Resende também produz os compactos March e Versa, e os motores 1.0 12 válvulas e 1.6 16v para mais sete países na América Latina (Bolívia, Chile, Costa Rica, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai).

Comentários