Destaques do Auto REALIDADE

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Renault revela primeiras imagens do esportivo Alpine A110 de produção


Após um longo tempo de expectativas, o Alpine A110 da nova era tem suas primeiras fotos reveladas pela Renault. O novo esportivo tem raízes do passado especialmente em seu visual, que homenageia a berlineta francesa que chegou a ser produzida no Brasil sob licença da Willys, com o nome Interlagos. Apesar da divulgação das imagens, a marca ainda faz mistério em relação a aspectos como a mecânica - sabe-se apenas que será um motor compacto de quatro-cilindros turbinado. Com plataforma e parte superior da carroceria de alumínio, o modelo é compacto e leve, para duas pessoas. E promete acelerar de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos.


Na Europa, já pode ser reservado o Alpine Première Édition (mediante o depósito de 2000 euros). O futuro cliente pode escolher um número entre 1 e 1955, conforme a disponibilidade. O console central exibirá uma placa com o número escolhido pelo comprador, que também terá a possibilidade de escolher entre três cores de carroceria: Azul Alpine, Preto Profundo e Branco Solar.

Mitsubishi Eclipse Cross: SUV estiloso resgata nome do cupê famoso


Nós, que conhecemos o Mitsubishi Eclipse ainda na década de 1990 como um cupê esportivo, agora precisamos dissociar a visão de outrora para conhecer o novo Eclipse Cross, um SUV... Para a marca, a ideia de resgatar o nome (que representou quatro gerações do antigo modelo) tem muito a ver com o visual bastante ousado do utilitário, que tem muito a ver com o carro-conceito XR-PHEV II, com devidas alterações para viabilizar a produção em série. Diferentemente do que se especulava, o Eclipse Cross não irá substituir o ASX, e sim ficar entre este modelo e o Outlander.


Com 4,40 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,68 m de altura e distância entre-eixos de 2,67 metros, o Eclipse Cross terá duas opções de motor: o 1.5 Turbo com injeção direta de gasolina aliado ao câmbio continuamente variável CVT com opção de modo manual e o 2.2 Common-Rail turbodiesel ligado ao câmbio automático de 8 marchas. Ambos contam com tração AWD eletronicamente controlada, distribuindo o torque para as rodas traseiras de acordo com as condições de terreno e a demanda do motorista, estando integrado ao Active Yaw Control, que analisa parâmetros como o esterçamento do volante, a força aplicada aos freios, a velocidade das rodas e a inclinação da carroceria.


Por dentro, o Mitsubishi não é tão ousado quanto por fora - a marca estética de maior destaque é o formato do console central. Contudo, o Eclipse Cross traz modernidades como o Head-Up Display (projeção da velocidade instantânea e informações de alerta no para-brisa) e a central Smartphone Link Display Audio, com espelhamento da tela de smartphones compatíveis com Apple CarPlay e Android Auto, além de contar com um touchpad à direita da alavanca de câmbio para alternar informações.


O Eclipse Cross será apresentado no Salão de Genebra (Suíça) entre os dias 7 e 19 de março.


BMW revela mais detalhes do Série 1 Sedan: por que não no Brasil?


A princípio, a BMW deixa bem evidente que o Série 1 Sedan é um produto projetado e direcionado estritamente para a China, com produção viabilizada em conjunto com a Brilliance. Entretanto, suas características reveladas demonstram que há potencial para o novo modelo ser produzido em Araquari (SC) junto de Série 1 Hatch, Série 3, X1, X3, X4... Com 4,46 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,45 m de largura e distância entre-eixos de 2,67 metros (e na China ainda haverá outra versão com entre-eixos alongado), o Série 1 Sedan tem porte bem similar ao Audi A3 Sedan - outro exemplo de modelo que conhecemos por muito tempo como hatch e posteriormente se popularizou com a carroceria três-volumes.


Se por um lado o Série 1 Sedan é um carro genérico para fãs de BMW (por ter tração dianteira), esta característica facilitaria a produção em conjunto com o X1, que também se rendeu à nova leva de modelos estabelecida pela minivan Série 2 Active Tourer. Em termos de motorização, o 118i é o modelo de entrada, com propulsor 1.5 três-cilindros de 136 horsepower e 22,4 kgfm já a 1250 rpm. Ligado ao câmbio de 6 marchas Steptronic, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e atinge 212 km/h, com média de consumo de 18,1 km/l.


Na versão 120i, o motor 2.0 quatro-cilindros gera 192 HP e torque de 28,5 kgfm a 1250 rpm, força que o faz acelerar de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos, chegar à média de consumo de 16,1 km/l e alcançar a máxima de 235 km/h, aliado ao câmbio automático de 8 marchas. Para quem quiser mais força, há ainda o 125i, com o mesmo 2.0, retrabalhado para render 231 horsepower e 35,7 kgfm de torque. Com ele, o sedan acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos, tem a velocidade máxima limitada eletronicamente a 250 km/h e obtém média de consumo de 15,6 km/l.


O painel do Série 1 Sedan, como era de se esperar, é praticamente idêntico ao do modelo Hatch. O teto panorâmico se estende até a linha de visão dos passageiros de trás (no Audi A3 Sedan, apenas até a metade frontal da capota). Além disso, o banco traseiro é tripartido e os ocupantes contam com duas saídas de ar traseiras, descansa-braço central e fixação ISOFIX para cadeirinhas infantis.



Outros itens de segurança disponíveis são: pneus runflat (rodam a baixa velocidade, mesmo vazios), seis airbags (frontais, laterais e de cortina), cintos de 3 pontos para todos, freios a disco com ABS, controle dinâmico de estabilidade e alerta de colisão à frente com frenagem automática de emergência. O modelo também incorpora itens típicos dos BMW, como direção eletromecânica, modos de condução (Sport, Comfort e Eco Pro) e central multimídia com GPS e aplicativos BMW Connected.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Vai pegar estrada no Carnaval? Confira dicas simples para evitar assaltos


O aumento do fluxo de automóveis e motocicletas chama atenção para outro aspecto: a segurança. Meliantes aproveitam o engarrafamento para fazer arrastões e roubar motoristas e passageiros. Confira algumas dicas para viajar de forma tranquila:

- Consulte o movimento das estradas, evitando pegar congestionamentos;

- Evite pegar a estrada de madrugada;

- Dirija com os vidros fechados, usando o sistema interno de ventilação e portas travadas;

- Não deixe os seus documentos no porta-luvas;


- Evite também deixar à mostra (ou mesmo sob os bancos) embrulhos, pastas e bolsas - o ideal é colocá-los no porta-malas do carro. Evite ostentar o uso de joias, celulares, notebooks ou tablets;

- No carro, evite adesivos, placas ou crachás que identifiquem o local onde você mora ou costuma frequentar;


- Ao parar, fique atento ao retrovisor de seu carro e mantenha o veículo engatado em 1ª marcha e distante do carro da frente o suficiente para arrancar, em caso de emergência;

- Evite atividades que tirem sua atenção do ambiente ao seu redor quando estiver parado no congestionamento (ex.: maquiar-se, falar ao celular, ler jornal, etc);

- Se perceber estar sendo seguido por outro veículo, procure agir com naturalidade e dirija-se para ruas movimentadas;

- Ocorrendo uma leve colisão na traseira do seu veículo e se você desconfiar de algo, se dirija até um local movimentado e procure uma viatura ou posto policial;

- Jamais dê carona a estranhos e não pare para auxiliar outros motoristas em locais ermos e horário avançado;


- Procure não transportar valores em seu carro quando estiver desacompanhado (a);

- Se um dos pneus esvaziar sem motivo aparente, não pare no primeiro momento, procure um lugar seguro para efetuar a troca;

- Não pare para discutir "fechadas" ou "batidinhas". É comum que ladrões provoquem isso, só para assaltar;

ATENÇÃO: Cuidado com falsos mecânicos, sempre solícitos, que aparecem "milagrosamente" para ajudá-lo em locais ermos, tão logo seu carro entre em pane. Sinalize seu carro e peça apoio para a primeira viatura de polícia que cruzar por você.

Sobre o GRUPO GR

O GRUPO GR é hoje uma das empresas mais consolidadas no setor de segurança privada e terceirização de serviços. Com 24 anos de atuação e presente em 15 Estados, o GRUPO GR tem um sistema rigoroso de treinamento (teórico, físico e comportamental) que envolve técnicas de aperfeiçoamento operacional, postura e comportamento, modernos conceitos, treinamento nas áreas de segurança, portaria, recepção e limpeza.

Seu principal objetivo está em oferecer soluções customizadas e integradas que aumentem a produtividade e reduzam custos. A empresa promove a capacitação e a reciclagem permanente de seus funcionários, também instruídos através de simulações variadas para solucionar uma tentativa de assalto ou invasão, situações atípicas como ocorrências e possíveis falhas na segurança (equipamentos e fator humano) e procedimentos em casos de emergência.

Além disso, conta também com serviços de Segurança Eletrônica, sempre atenta às novas tecnologias de prevenção e proteção de pessoas e patrimônios.

Com mais de 1.100 clientes ativos e milhares de colaboradores, o GRUPO GR é referência em seu setor de atuação, atendendo com eficácia condomínios (residenciais e comerciais), indústrias, shoppings centers, instituições de ensino, hospitais e clínicas médicas, e empresas de diversos portes e segmentos.

Em 2015, o GRUPO GR conquistou o Top of Mind de RH, um grande reconhecimento nacional dos gestores de RH de grandes empresas, para as práticas e capacitação dos colaboradores da companhia e, em 2016, conquistou a Certificação de MELHORES EMPRESAS EM SATISFAÇÃO DO CLIENTE.
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Ford convoca Ka, Ka+ e EcoSport por falha nos fechos dos cintos


A Ford está convocando proprietários de unidades dos modelos Ka (hatch), Ka+ (sedan) e EcoSport, fabricados entre 9 de novembro e 3 de dezembro de 2016, para comparecer a uma das oficinas autorizadas da marca para checar o fecho dos cintos de segurança dianteiros e traseiros. A lingueta metálica do cinto pode não encaixar, comprometendo a segurança dos passageiros em caso de colisões ou frenagens bruscas, aumentando o risco de lesões e danos materiais.
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A troca dos fechos dos cintos de segurança dura aproximadamente duas horas e o atendimento a este recall inicia logo após o término do Carnaval, no dia 02 de março. Confira os chassis envolvidos e como entrar em contato para maiores informações:

Chassis envolvidos

Ka e Ka+ 
De H8421589 a H8448524

EcoSport 
De H8608138 a H8631737 

Maiores informações

0800 703 3673

Baixaria: Carnow copia descaradamente sites automotivos para tentar aparecer



Imagine um site de carros que não tenha uma forma sequer de contato. Nem e-mail, nem página do Facebook ou Instagram, sequer as postagens têm seção de comentários. Estranho, não é? Este é o agravante da conduta do "site" Carnow (www.carnow.com.br) que não só copia matérias na íntegra do Auto REALIDADE e de ao menos outros quatro sites automotivos parceiros, como se utiliza destas postagens para aparecer nos primeiros resultados do Google: uma injustiça tremenda ao nosso trabalho, que é atenciosamente feito todos os dias com edição de texto e imagens de forma contínua. Exemplo: nossa postagem sobre o test-drive da VW Amarok Highline (publicada no dia 22 - http://www.autorealidade.com.br/2017/02/impressoes-dirigimos-nova-volkswagen.html) foi copiada, e o link da xerox do Carnow aparece em primeiro lugar na pesquisa do Google quando se digita os termos do título. Para quem esperou horas para conseguir esta volta com a picape e teve que ir à concessionária em dois dias diferentes para fazer as fotos (só para citar um exemplo do que ocorre nos bastidores de cada matéria), isto é inadmissível.

Além de copiar a matéria inteira sem dar qualquer tipo de crédito, o resultado do Carnow é o primeiro a aparecer na lista de resultados da pesquisa do Google. É mole?

Demos um recado discreto em nossas últimas postagens: ao fim das matérias, colocamos em letras brancas a origem do post e alertamos que a cópia é proibida. Ainda assim, o conteúdo foi ao ar no Carnow minutos depois, inclusive com o "aviso" ao final. As postagens se caracterizam por imagens disformes, e cópias de HTML mal-feitas.

Sem nenhuma forma de contato para solicitar a remoção das dezenas de matérias copiadas, recorremos ao Google para que seja provada a autenticidade do conteúdo do Auto REALIDADE. Fica o alerta a todos e todas que nos acompanham de que o Carnow está prestando um desserviço aos profissionais da imprensa automotiva ao se valer de nossos conteúdos para elevar seu pagerank nos resultados do Google. Esperamos que, quem quer que esteja mantendo este site, se conscientize de que se trata de uma atitude que a longo prazo não leva a lugar nenhum, pois além de não agregar diferencial para seu site, acaba prejudicando diversas pessoas que diariamente estão em busca de novidades para oferecer melhores conteúdos de forma gratuita a quem nos acompanha. Fãs de automóveis, uní-vos!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Aposta dupla [Alta Roda]


A suvinização, neologismo para a crescente aceitação de modelos do tipo SUV ou mesmo de crossovers inspirados neles, continua sacudindo o mercado brasileiro. De pouco adianta argumentar que são veículos pesados, gastam mais combustível, têm menor desempenho e centro de gravidade desfavorável. As projeções, no entanto, apontam crescimento, nos próximos três anos, de 15% para 20% na preferência do consumidor. E o fenômeno se repete até na Europa, onde alcançaram 25% das vendas totais.


Renault resolveu apostar duplamente nesse segmento: primeiro com o Duster, de desenho mais rústico, e agora com o Captur, ambos partilhando a plataforma mecânica. O segundo foi desenvolvido no Brasil e seu estilo vai inspirar a atualização de meia geração do homônimo francês (menor e derivado do Clio IV) já nesse ano. O Captur tem linhas suaves, atuais e dispensou o indefectível rack de teto. Há luzes diurnas em LED. A pintura em duas tonalidades, opcional de R$ 1.400, é uma aposta do fabricante, que prevê procura superior a 80%.


Certas características do novo modelo – vão livre, 21 cm; ângulos de entrada e saída, 23° e 31°, respectivamente – sugerem um visual para agradar quem aprecia posição elevada ao volante. O interior tem projeto atualizado, plásticos bons só na versão de topo Intense e novo quadro de instrumentos (velocímetro digital). Mas o volante só dispõe de regulagem de altura e continua a cair pesadamente ao ser destravado. Alguns botões no assoalho são de acesso e visualização ruins. Porta-malas de 437 litros está entre os melhores do segmento (Duster, 475 litros, mas acesso é menos fácil).


A versão de entrada Zen (R$ 78.990) recebeu o novo motor SCe de 1,6 L/120 cv (etanol), com 2 cv a mais do que outros Renault. Câmbio automático do tipo CVT será opcional daqui a três meses. Com câmbio manual de cinco marchas tem desempenho aceitável, porém menos ágil que o Duster, 60 kg mais leve. Essa diferença é perceptível tanto em cidade quanto em estrada, apesar de o fabricante ter tentado compensar com relação de quinta marcha mais curta. Internamente é espaçoso graças à distância entre eixos de 2,67 m.


A versão mais cara (R$ 88.490) oferece para os novos bancos mais anatômicos um revestimento parcial em couro. São pormenores desse tipo que ajudam a mantê-lo acessível, nem sempre fácil de perceber. Pelo menos oferece rodas de liga leve de 17 pol. que ajudam o compor bem o seu perfil. Dispõe do motor de 2 L/148 cv (etanol) e apenas câmbio automático convencional de quatro marchas. Mesmo sendo um projeto antigo, houve nítida evolução tanto em uso normal, quanto no modo de seleção manual. O conjunto motriz, de fato, não é o melhor do segmento, sem chegar a decepcionar.


SUV de linhas atraentes a preço competitivo, o Captur deve conquistar espaço logo que disponibilizar todas as opções. Terá de enfrentar, pelo menos, seis rivais diretos: Hyundai Creta, Suzuki Vitara, Jeep Renegade, Honda HR-V, Nissan Kicks e Chevrolet Tracker, entre outros. O Jeep Compass, de entrada, seria o sétimo competidor pelo critério puramente monetário. E ainda sem contar o novo EcoSport, que promete endurecer o jogo, a partir de junho próximo.


RODA VIVA

POR APENAS 25.000 unidades o Brasil não caiu para décima colocação no ranking mundial de vendas de automóveis e comerciais leves. Ficou em nono, em 2016, com o Canadá logo atrás. Se acrescentados caminhões e ônibus, a classificação sobe para oitavo. Ainda assim distante da quarta colocação que já ocupou antes da atual crise iniciada em 2013.


RENOVAÇÃO estilística da segunda geração do Porsche Panamera chega ao Brasil, pouco mais de 6 meses depois da Europa. Inspiração no 911 é clara, enquanto o interior agora passa uma sensação melhor de acomodação para os quatro passageiros do sedã-cupê de quatro portas. As três versões têm tração 4x4 e preços básicos vão de R$ 758.000 (V-6) a 981.000 (V-8).


SOLUÇÃO mecânica interessante do Panamera é a modularidade dos motores V-8 (4 litros) e V-6 (2,9 litros), ambos com diâmetro e curso iguais e turbocompressor. V-8 entrega 550 cv e 78,5 kgfm. Ignora as quase 2 t de peso para acelerar de 0 a 100 km/h em 3,6 s. Câmbio automatizado de oito marchas também está no V-6 (440 cv/56,1 kgfm) e 0 a 100 km/h em 4,2 s.


HYUNDAI CRETA, na versão de topo Prestige 2 L/166 cv (etanol), deixa boas impressões quanto à dirigibilidade, espaço interno e bom porta-malas de 431 litros. Banco do motorista tem providencial ventilação no assento para dias de calor. Consumo, principalmente em cidade, é alto. Pacote de segurança inclui controle de estabilidade (ESC) e bolsas de ar laterais.

APLICATIVO para telefones, de início Android e depois iOS, facilita avaliação de carro usado no ato da compra. Com sugestivo nome Auto Vistoria Evita Mico, permite identificar sinais de adulteração. Gratuito para avaliação interna e externa do veículo; R$ 59,00 para cruzar seu histórico e analisar ruído de motor (usando microfone do aparelho).

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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Blindagem de veículos acompanha aumento da violência no país


Em um típico cenário de guerra, marcado pelo aumento da violência urbana, problemas socioeconômicos e pela procura, cada vez mais constante, por serviços voltados à segurança - inclusive pela classe média brasileira - , o ano de 2016 registrou, segundo informações recentes, obtidas junto ao Sistema de Controle de Automóveis Blindados do Exército Brasileiro, 18.865 blindagens em todo o país, uma alta de mais de 60% em dois anos, considerando os últimos dados disponibilizados pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), de 2014. São Paulo é, disparado, o estado com o maior número de processos realizados, com 12.097 veículos.


Os números recentes demonstram a grande preocupação da população com segurança e vão ao encontro às últimas informações publicadas pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que apontam para um crescimento de 14,22% no número de homicídios em um período de 10 anos (2005 a 2015).

Segundo o especialista em segurança e blindagem de veículos, Glauco Splendore, da Splendore Blindagem, a falta de políticas públicas tem feito com que, cada vez mais, a própria população invista em segurança particular e a blindagem tem sido uma forma de garantir a proteção à família. “O setor de blindagem deverá crescer, para este ano, cerca de 15 a 20% em consequência deste sentimento de insegurança em ascensão”. Hoje, o Brasil é líder mundial em frota veículos blindados, com mais de 160 mil carros utilizados por civis, segundo os últimos dados divulgados pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin).

Confira os dados oficiais do Exército Brasileiro sobre o número de blindagens no último ano:



Sobre Glauco Splendore
Formado pela Faculdade de Engenharia de São Paulo (Fesp) e com mais de mil carros blindados no currículo, o sócio da Splendore Blindagem possui mais de trinta anos de experiência no setor automotivo como executivo e empreendedor de operações internacionais e locais com foco em carros importados, veículos de design personalizados, desenvolvimento de marca, startups de concessionárias e blindados.

Participou do lançamento do Volvo Cars, junto ao Grupo Feffer e Mitsubishi Motors para Brabus Brasil (Grupo Souza Ramos). Foi responsável pela introdução de marcas como Peugeot e Asia Motors, no país, com mais de 15 revendas próprias. Atuou como representante exclusivo da Fittipaldi Racing e é pioneiro na blindagem de veículos do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).

Integrou o Grupo Casas Bahia como diretor de Segurança, sendo responsável pelo projeto de reestruturação e gestão de novos processos da rede. Foi também responsável pela construção da maior frota de carros blindados pesados do Brasil. Fundou a Splendore Security Consulting e Splendore Motor Sport. É, também, fundador e proprietário da marca de luxo Splendore Charutos.
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