Os detalhes da Chevrolet Spin LTZ 2019 com câmbio automático

Ciência conclui que dirigir um carro esportivo emociona mais que beijar, dançar ou torcer no futebol


Dirigir um carro esportivo todos os dias é uma das melhores maneiras de aumentar o bem-estar e a satisfação emocional. Essa é a conclusão do estudo promovido pela Ford na Europa que mediu momentos de picos de emoção em voluntários enquanto realizavam atividades como torcer por seu time de futebol, assistir a um episódio da série Game of Thrones, beijar a pessoa amada ou participar de uma aula de dança. Nenhuma delas superou a emoção de ir ao trabalho diariamente em um carro esportivo. A única atividade mais emocionante foi... andar de montanha-russa.




Para realizar a pesquisa a Ford trabalhou com neurocientistas e designers, usando tecnologias de vestir e um sistema de inteligência artificial desenvolvido pela empresa de tecnologia Sensum para medir as emoções através da corrente galvânica na pele e batimentos cardíacos. Também foi criado um carro em parceria com a Designworks – um Focus RS personalizado batizado de "Ford Performance Buzz Car", com um conjunto de cerca de 200 mil LEDs na carroceria para refletir as emoções do motorista.


“A montanha-russa pode ser boa para produzir uma emoção rápida, mas não serve para levar você ao trabalho diariamente”, diz o Dr. Harry Witchel, professor líder de Fisiologia. “Esse estudo mostra que dirigir um carro de performance faz muito mais do que levar você do ponto A ao ponto B e pode ser importante para o bem- estar da sua rotina diária.”


Os participantes do estudo que dirigiram o Mustang, o Focus RS ou o Focus ST tiveram uma média de 2,1 momentos de intensa emoção durante seu trajeto típico diário, comparado com uma média de 3 momentos de pico ao andar de montanha-russa, 1,7 ao fazer compras no shopping, 1,5 ao assistir a Game of Thrones ou um jogo de futebol, e nenhum (!!!) ao dançar salsa, jantar em um restaurante fino ou dar um beijo apaixonado.


Especialistas do Centro de Pesquisa e Inovação da Ford em Aachen, na Alemanha, já estudam como os veículos podem entender e responder melhor às emoções dos motoristas. Como parte do projeto ADAS&ME, da União Europeia, eles pesquisam como sistemas poderão um dia reconhecer nossas emoções – incluindo o nível de stress, distração e cansaço – para dar alertas, informações e até mesmo assumir o controle do carro em situações de emergência.


“Acreditamos que dirigir deve ser uma experiência agradável e emocional”, diz o Dr. Marcel Mathissen, cientista de pesquisa da Ford Europa. “O estudo desenvolvido pela Ford e seus parceiros sobre o estado do motorista nos ajuda a avançar para ter estradas mais seguras e, principalmente, uma direção mais saudável.”

Comentários