Expedição Nissan Frontier visita as riquezas arqueológicas do Pará


Originalmente, a Expedição Nissan esteve programada para percorrer quatro Estados que abrigam sítios arqueológicos: Minas Gerais (setembro de 2017), Piauí (novembro de 2017), Mato Grosso (janeiro de 2018) e Bahia (abril de 2018). Mas a riqueza histórica pouco conhecida do Pará motivou a equipe da marca japonesa a realizar a visitação com jornalistas e convidados à região de Santarém. Os aventureiros foram acompanhados por Edith Pereira - arqueóloga com ênfase em Arqueologia Pré-Histórica e em arte rupestre, pré-história da Amazônia - e enfrentaram os desafios do fora-de-estrada a bordo de 15 unidades da Frontier, em suas versões SE e LE, ambas com motor 2.3 Biturbodiesel, tração 4x4 e câmbio automático de 7 marchas.



A frota partiu do distrito de Alter do Chão, que é banhado pelo rio Tapajós, e fica no oeste do Estado. No segundo dia da expedição, o grupo visitou os sítios arqueológicos da Caverna da Pedra Pintada e o Painel do Pilão, que contam de pinturas rupestres que datam mais de 12 mil anos. É um dos sítios mais importantes do estado nortista e do país. 


O comboio partiu bem cedo rumo ao Parque Estadual Monte Alegre. Para chegar ao destino, que fica do lado esquerdo do rio Amazonas, foi necessária uma viagem de duas horas de balsa. Lá, os expedicionários visitaram a Caverna da Pedra Pintada, que foi descoberta em pesquisas realizadas no início dos anos 1990. 


As escavações no local revelaram, nas camadas mais profundas, ossos, dentes e pigmentos de pinturas e pedaços das paredes internas pintadas com figuras com 12 mil anos. Muitas delas retratam animais, plantas e até cenas de parto. E as pinturas aparecem até na parte mais interna da caverna, onde a luz natural não entra, o que é uma característica rara. 


Depois o grupo seguiu para a Serra do Paituna para visitar o Paredão do Pilão. As pinturas desse local estão a cerca de 100 metros de altura em relação ao rio Amazonas e destacam-se pelas formas geométricas. Entre as representações de animais, uma figura lembra um peixe-boi.


O terceiro dia da Expedição Nissan: À procura do início do Brasil foi dedicado à exploração dos sítios arqueológicos da Pedra do Mirante e da Pedra do Pilão, localizados no Parque Estadual Monte Alegre, no oeste do Pará. Os jornalistas, convidados e pesquisadores conheceram a arte rupestre dos locais, que contam com pinturas com cerca de 12 mil anos representando animais, humanos e formas geométricas diversas. 


Aproveitando a passagem da expedição pelo sítio da Pedra do Mirante, na Serra do Ererê, a Nissan oficializou um legado para o Parque Estadual Monte Alegre. A marca japonesa irá contribuir com a instalação de sinalização para facilitar a visitação e também irá colaborar com a aquisição de uniformes para funcionários do parque. Na ocasião, Rogério Louro, diretor de Comunicação da Nissan, descerrou a primeira placa de sinalização do local junto com Patrícia Messias, gerente administrativa do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor). 


Os expedicionários seguiram em direção à Pedra do Pilão, na Serra do Paytuna. Nesse sítio, além das pinturas rupestres, é possível ter uma vista panorâmica da região. Para alcançar o topo, o grupo teve de subir por um caminho entre as rochas.


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