Destaques do Auto REALIDADE

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Emplacamentos no mundo apontam Brasil como país com pior resultado em 2016


Com o emplacamento de 1.986.436 unidades, entre automóveis e comerciais leves, o Brasil encerrou 2016 com o pior desempenho no ranking dos 10 maiores mercados internos do mundo. A queda foi de 19,8% em relação ao total de 2.476.965 unidades em 2015. O Brasil ainda amargou queda na posição do ranking ficando na 9ª posição, caindo 2 posições em relação ao ano anterior. Os dados são da JATO Dynamics do Brasil, líder em fornecimento de informações automotivas.

Esses resultados mostram que o Brasil perdeu duas posições. De 7º mais importante mercado interno em 2015, encerrou o ano passado em 9º colocado. Sem novidades para os primeiros colocados, a China segue na liderança com alta acumulada de 14,2%. Os EUA mantiveram-se na segunda colocação, também com alta de 0,4%. O Japão, por sua vez, mesmo diante da queda de 1,6%, continua na terceira posição. É importante destacar que os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países, os números englobam automóveis e comerciais leves.

* Os números incluem comerciais leves e carros de passeio, com exceção da China – apenas carros
** A pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Croácia, Espanha, EUA, França, Grã Bretanha, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, Portugal, Rússia, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan e Turquia.


Em um ano de recuperação com altas acumuladas de 3,3%, 1,7% e 0,8%, Volkswagen, Toyota e GM Company mantiveram-se nas três primeiras colocações, respectivamente, com volumes de 9.087.193 unidades, 8.517.294 e 6.987.939 veículos. No ranking do Top 13, apenas o grupo PSA amargou queda de 2,7%, com total de 2.552.913 unidades emplacadas.


Todos os demais nove grupos automotivos do Top 13 obtiveram taxas de crescimento. O Grupo Hyundai (3,0%), Ford (1,5%), Honda (5,7%), FCA (1,5%), Nissan (2,0%), Suzuki (2,4%), Renault (12%), Daimler (8,2%) e BMW (4,9%).

* Carros e comerciais leves
** A pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Croácia, Espanha, EUA, França, Grã Bretanha, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, Portugal, Rússia, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan e Turquia.

Os dados acima são fornecidos pela JATO Consult, empresa de consultoria da JATO Dynamics.

Uma volta (com emoção) no novo BMW M2



Evolução do BMW 1 M Coupé e herdeiro da tradição do BMW 2002 turbo, o M2 chega ao Brasil como a opção mais nervosa de cupê compacto da montadora alemã, acima do M235i (clique aqui para conferir mais informações sobre este modelo). O visual está ainda mais musculoso, com para-choques com entradas de ar maiores, rodas de liga leve de 19 polegadas, pinças de freios pintadas de azul metálico e intimidadoras quádruplas saídas de escape na traseira.


Nossa volta foi bem curta, mas o motor 3.0 de seis cilindros em linha M TwinPower Turbo tornou tudo intenso: seu rendimento de 370 cavalos a 6500 rpm faz o carro andar de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos, poucos décimos atrás do aclamado M3. Além do equilíbrio de peso de 50% para cada um dos eixos e da tração traseira, a tocada esportiva fica ainda mais evidente com o seletor de modos de condução, que inclui os parâmetros Sport e Sport+, que oferecem um comportamento mais nervoso: a passagem de marchas é atrasada e cada mudança dá um coice; para completar, os freios e a suspensão garantem imenso controle na hora de parar.



A direção M Servotronic se ajusta de acordo com a velocidade do veículo e minimiza o esforço físico necessário para girar o volante durante manobras ou em estradas estreitas ou sinuosas. O diferencial traseiro é controlado eletronicamente e otimiza a tração e estabilidade de direção ao mudar de faixa na pista ou acelerar na saída de uma curva. Seu câmbio é automatizado de dupla embreagem com 7 marchas.



Por dentro, o revestimento de couro tipo Alcântara está em partes das portas e no console central, dividindo atenções com fibra de carbono e as costuras azuis em relevo. Bancos, volante e alavanca do câmbio possuem logotipos M. O M2 conta com sistema de som Harman Kardon (com 12 alto-falantes, dois subwoofers centrais e um amplificador externo de 360 Watts no porta-malas), sistema multimídia BMW ConnectedDrive, que permite o uso de aplicativos como GoPro e M Laptimer, além de incluir serviços de concierge, informações de trânsito em tempo real, chamada de emergência inteligente e o Condition Based Service, que informa o proprietário, com 2000 quilômetros ou quatro semanas de antecedência, se uma manutenção é necessária.



Também estão disponíveis: chave com sensor de presença (bastando colocar a mão na maçaneta para destravar a porta), assistente de farol alto, airbags dianteiros, laterais traseiros e de cortina (dianteiros e traseiros), controles de estabilidade e tração, faróis de bi-xenônio, bancos dianteiros com ajustes elétricos, pedaleiras em alumínio, ar-condicionado digital de duas zonas com saídas para os ocupantes traseiros, teto solar, retrovisores elétricos com luzes de seta e focos internos de luzes.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Volkswagen I.D. Buzz: a Kombi do futuro é elétrica e anda sozinha


Dando continuidade ao seu plano de "eletrificação" de sua linha na próxima década, a Volkswagen apresenta o segundo integrante da família I.D., a Buzz, van estilizada com inspiração na Kombi "corujinha", replicando inclusive a pintura saia-e-blusa. Herbert Diess, presidente do Conselho de Administração da Marca Volkswagen, declara: "Em 2025 queremos vender um milhão de carros elétricos por ano, tornando a mobilidade elétrica a nova marca registrada da Volkswagen. O novo e-Golf já oferece uma autonomia elétrica 50% maior. A partir de 2020, iremos lançar nossa família I.D., uma nova geração de carros totalmente elétricos e totalmente conectados. Eles serão acessíveis para milhões de pessoas".


Baseado na Plataforma Modular Elétrica (MEB), o I.D. Buzz pode chegar à autonomia de 600 quilômetros, podendo ser reabastecido de forma indutiva ou numa estação de recarga de energia. Com uma potência de carga de 150 kW, são necessários cerca de 30 minutos para recarregar 80% da bateria.


Assim como o hatch I.D. (que será lançado em 2020), o Buzz também se utiliza da condução autônoma como destaque: um leve empurrão no volante e ele se funde ao cockpit, trocando o modo manual para o modo de condução autônomo batizado de I.D. Pilot (previsto para 2025). Com isso, o banco do motorista pode girar para trás, possibilitando conversar de frente para os passageiros de trás. Scanners a laser, sensores ultrassônicos, sensores por radar e câmeras varrem os arredores do carro, com outros dados do trânsito recebidos por meio de conexão à internet.


Em vez do quadro de instrumentos convencional, o conceito projeta em três dimensões as informações mais importantes em um Head-up Display de realidade aumentada no campo de visão do motorista, em formato virtual sobre a estrada. Já o sistema de informação e entretenimento e as funções do ar-condicionado são controlados por meio de um tablet deslizante e removível. Controles determinantes para a condução estão localizados no volante com touchpad.


Com lugar para 8 passageiros, o I.D. Buzz possui 4,94 metros de comprimento, 1,98 m de largura e 1,96 m de altura, além de distância entre-eixos de 3,30 m. A bateria fica localizada no meio, sob o assoalho do veículo, diminuindo o centro de gravidade e melhorando distribuição do peso. A suspensão do I.D. Buzz, com amortecedores regulados eletronicamente, promete bom nível de conforto. Com tração integral e potência combinada de 374 cv, equivalente a 275 kW (os motores elétricos dianteiro e traseiro têm 150 kW cada), o conceito acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 5 segundos (!), e sua velocidade máxima é limitada a 160 km/h.


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