Quatro Rodas, 60 anos: a história da revista no Brasil


Fotos | Divulgação e Acervo Quatro Rodas

Quando a primeira edição da revista Quatro Rodas começou a circular no Brasil, em agosto de 1960, a indústria automotiva do Brasil ainda dava seus primeiros passos e ainda não existiam publicações de seu gênero - pelo menos não em terras tupiniquins. Estampando a imagem de um Karmann-Ghia com pintura saia-e-blusa, com a modelo Marly, a primeira edição da "QR" (como é popularmente abreviado o nome da revista) representava o início da história de uma das mídias automotivas mais respeitadas - e duradouras - do País até hoje.
Não demorou para a QR começar a elaborar seus testes de veículos. O primeiro carro a passar pelo crivo da publicação foi o DKW-Vemag 1000, exatamente quando a revista tinha um ano de vida, em agosto de 1961. Foram dedicadas nada menos do que 14 páginas para a análise do modelo, quando hoje o normal é serem dedicadas 6 páginas para pormenorizar carros novos. Nos primórdios, a capa e algumas páginas de destaque eram colorizadas, mais a maioria das folhas ainda era impressas em preto-e-branco.

Os primeiros testes da revista eram bastante completos. Havia a verificação de potência e torque efetivamente gerados pelo motor, bem como a aferição da visibilidade, da precisão do velocímetro, da facilidade de superar rampas e dos diâmetros de giro para esquerda e direita. Eram realizados testes de acelerações e frenagens, e ao final, a revista avaliava diversos componentes do veículo em teste como bons, regulares ou ruins. Depois do DKW, foram testados, ainda em 1961, o Volkswagen 1200 e o Renault Dauphine. Posteriormente, a QR também começou a publicar Impressões ao Dirigir, sem o mesmo nível de detalhamento dos testes, mas já suficientes para "entender" determinado modelo. A partir de 1964, a revista precisou diminuir a quantidade de folhas destinadas aos seus testes.

A primeira revista rival da Quatro Rodas foi a Autoesporte, que começou a ser distribuída em novembro de 1964. Desde o início, a Quatro Rodas prezava pelas coberturas do automobilismo nacional e estrangeiro, bem como pelas matérias sobre viagens e estilo de vida.

Em 1965, foi publicado o primeiro Guia Quatro Rodas, um guia rodoviário anual que apontava as principais rotas para cidades e pontos turísticos mais procurados pelo Brasil. Os mapas também traziam indicações de hotéis, restaurantes e outros pontos de interesse. Com a popularização dos aparelhos de GPS (o que até gerou a iniciativa do Navegador Quatro Rodas) e o fato de uma publicação impressa ficar desatualizada cada vez mais rapidamente, o Guia 4R teve sua última publicação no ano de 2014.

As reportagem-denúncia também eram constantes, revelando preocupações como a crescente onda de furtos a veículos e denunciando irregularidades, como o fato de carteiras de motoristas estarem sendo destinadas a deficientes visuais ou de carros roubados serem facilmente legalizados até mesmo em nome de pessoas que não existiam, como Bruce Wayne, o Batman.

Ao longo dos anos 1960, também foram uma atividade constante da revista a busca pelos segredos que as fábricas tentavam esconder antes do lançamento. Foram inúmeros os carros flagrados, seja com camuflagem, limpos ou até mesmo nas secretíssimas clínicas de mercado - eventos fechados feitos antes dos lançamentos para verificar a reação dos potenciais consumidores em relação a um novo produto diante de seus rivais. Às vezes, o flagra saía na Quatro Rodas mais de um ano antes do modelo em questão ser lançado. 


E em algumas ocasiões, as montadoras reagiam com violência às tentativas de fotografias. Um caso muito emblemático foi o da Brasilia, em 1973. Depois de feitos alguns cliques de duas unidades sem camuflagem, funcionários da Volkswagen perseguiram a dupla de jornalistas Nehemias Vassão e Cláudio Laranjeira, obrigaram ambos a parar, apontaram uma arma contra a cabeça de um deles, quebraram a câmera e deram um tiro no carro em que estavam. Mas com o filme intacto e confiado a um casal que estava de passagem, as fotos foram publicadas nas páginas da revista.

Em 1969, uma iniciativa ousada e sem equivalente em território brasileiro foi concretizada: o desenvolvimento de um carro exclusivo para ser sorteado por leitores da revista. Com estilo exclusivo, o Puma GT 4R teve apenas três unidades produzidas e entregues. Feitos de maneira bastante artesanal, os veículos chegavam a ter diferenças entre si, como no estilo das lanternas.


Na década seguinte, mais especificamente no ano de 1973, começaram os testes de Longa Duração, com veículos adquiridos pela revista; eles são realizados até hoje. A pioneira a ser analisada foi a Volkswagen Variant. No início, o teste era de 30.000 quilômetros e a revista só publicava os resultados quando o veículo cumpria a quilometragem estipulada; posteriormente, a "rotina" com os carros passou a ser documentada mês a mês para os leitores. Em 1986, a revista começou a exibir os desmontes do veículo assim que este chegava ao final do teste, que naquela década foi esticado para 50.000 quilômetros, e a partir de 1992, para os atuais 60.000 km. Para alguns carros a quilometragem até o fim do teste foi estendida, como no caso da Parati 1.0 Turbo, que foi desmontada em 2002 aos 100.000 quilômetros. Hoje, a Quatro Rodas é a única publicação nacional a adquirir e desmontar os veículos que participam deste teste.

Nos anos 1970, a revista também instituiu o prêmio Melhor Motorista do Brasil, bem como supertestes em que um piloto avaliava dezenas de modelos. Jackie Stewart, Colin Chapman, Emerson Fittipaldi, Jody Scheckter e Ayrton Senna estiveram entre os convidados para dirigir diversos dos automóveis disponíveis no mercado brasileiro da época.


Outra iniciativa interessante iniciada nos anos 70 foi a edição especial anual "Todos os Carros do Mundo" (posteriormente entitulada "Carros de Todo o Mundo"). Era uma revista cujas páginas eram dedicadas a fotos e informações gerais sobre automóveis de diversos países mundo afora e também do Brasil. Em 1994, a publicação passou a ser anual, mas no final da década passou a ter periodicidade de dois em dois anos, até ser encerrada em 2005.


Em 1979, a QR promoveu o "I Teste de Grande Quilometragem de Motores a Álcool". Duas unidades do Passat e dois Fiat 147 circularam ininterruptamente por 15 dias no traçado do autódromo de Interlagos, rodando em média 28 mil quilômetros cada um. A iniciativa visava analisar se motores a álcool estavam de fato preparados para o uso "sem dó" no País.

Com o marasmo da indústria automotiva nacional na década de 1980, a Quatro Rodas ousou realizar matérias com os mais diversos veículos: motos, carros antigos, caminhões e barcos já foram analisados pela revista. E, numa época em que a importação regular de automóveis era proibida, algumas matérias realizadas no exterior ou aproveitadas de publicações estrangeiras também ajudavam a preencher as páginas da QR na época. Carros fora-de-série e transformados também tinham lugar cativo nas páginas da publicação. Mas na década de 1990, com a efusão de lançamentos no Brasil, a revista focou nas matérias com os automóveis mais recentes.

Os procedimentos para a testarem dos veículos foram sendo aprimorados ao longo dos tempos. Nos primórdios, os testes eram feitos em trechos interditados da Via Dutra, utilizando-se basicamente de cronômetro, trena e habilidade. Nos anos 1980, chegou a ser usado o método da quinta roda, e a partir de 1990 começaram os testes com o Correvit, um instrumento completo (e caro) fixado externamente ao veículo para a coleta de informações nos testes. Na época, a revista chegava a utilizar uma das pistas do Aeroporto de Viracopos para a medição de velocidade máxima de modelos mais potentes. Em 2005, a revista passou a usar o V-Box, um aparelho orientado por GPS, bem mais compacto e operado de dentro do carro.

Foto: Marco de Bari/Quatro Rodas

As páginas da revista abriram espaço para os destacados cliques do fotógrafo Marco de Bari, que chegava à redação em 1989 e ajudou a construir uma linguagem visual totalmente destacada de outras publicações. Com criatividade e coragem para garantir os melhores cliques, Bari não se intimidava de projetar seu corpo para fora de um carro a 80 km/h só para garantir uma bela foto sem retoques digitais. Em 1993, as edições da revista passaram a ter pôsteres dos carros mais marcantes de cada edição.


Em 1995, nos 35 anos da revista, foi sorteada uma Ferrari F355 vermelha - esta ação mereceu até campanha publicitária na televisão. Logo em seguida, a QR passou a ter seu site na internet, com o início do acesso à rede mundial de computadores em nosso País.

2000 marcou os 40 anos da QR, que disponibilizou, junto com as revistas, quatro encartes que contavam a evolução dos carros ao longo dos anos. Em novembro de 2000, a Quatro Rodas recebeu mais uma modificação em sua linguagem visual. O layout de "Quatro" em letras brancas e "Rodas" em caracteres pretos, sob fundo vermelho, é utilizado até os dias atuais, apenas com ajustes em suas dimensões.

Naquela mesma edição, um teste avaliou a segurança dos compactos mais populares das "4 grandes" montadoras. Exemplares básicos de Chevrolet Corsa, Fiat Palio, Ford Fiesta e Volkswagen Gol foram comprados pela QR e destruídos em colisões frontais em barreira sólida a 48 km/h no laboratório de testes da Volkswagen do Brasil. No caso do Palio, o fecho do cinto do passageiro se rompeu e o do motorista quase teve o mesmo destino. Depois do teste, foi feito um recall de cerca de 320 mil unidades da linha Palio fabricadas de maio de 1998 até hoje.


Outra novidade digna de nota da edição de novembro de 2000: estreou a coluna Grandes Brasileiros. Desde então, todas as edições tiveram páginas dedicadas a um carro que fez história no Brasil. A partir de 2006, passou a existir também a seção Grandes Carros, com os modelos clássicos estrangeiros. Posteriormente, as duas seções passaram a compor a "Clássicos Quatro Rodas". A devoção aos carros antigos fez a Quatro Rodas publicar algumas edições separadas só de clássicos.

Entre novembro de 2000 e abril de 2001, a QR também publicou a seção "Auto Lá!", com veículos curiosos, como caminhão de bombeiros, carro movido a energia solar e caminhão de mineradora. Esta seção teve vida curta, mas a ideia destas avaliações curiosas foi aproveitada em outras edições. 


Na época do auge do tuning de automóveis em 2003, a revista passou a ter uma seção mostrando carros modificados. Também foi vendida como revista separada a Quatro Rodas Nitro. A QR também incentivava que os leitores enviassem suas customizações em programas de edição de imagem, com a seção Tuning Virtual.

A partir de setembro de 2001, a Quatro Rodas passou a dedicar uma edição do ano para o prêmio Melhor Compra, que reunia os modelos que eram considerados como as compras mais indicadas de seus segmentos, analisando-se fatores como preço de compra, desvalorização, valor do seguro, disponibilidade de equipamentos, etc. Inicialmente, o Melhor Compra analisava somente modelos novos e nas categorias mais representativas de mercado; anos depois, o Melhor Compra passou a ter uma revista inteira dedicada à premiação, com análise de carros novos e usados; entre os novos, são analisados até mesmo esportivos, conversíveis e veículos de trabalho como vans e caminhões leves.

Desde 2001, todas as edições dedicam uma página para o Top Ten, uma seção de curiosidades com dez exemplos do melhor (ou pior) no mundo dos carros, muito embora neste ano tenha perdido os memoráveis pôsteres. 


A Quatro Rodas deu início à pesquisa de satisfação Os Eleitos, que pedia a opinião de donos dos 30 automóveis mais vendidos no Brasil sobre seus carros. A primeira edição, que foi publicada em janeiro de 2002, teve como campeã geral de satisfação a Renault Scénic. Na segunda edição (publicada em dezembro de 2002), o campeão foi o Renault Clio Sedan, que deu a coroa ao Clio hatch na terceira edição (janeiro de 2004). Nos anos seguintes, convencionou-se de que as edições com a pesquisa "Os Eleitos" seriam extras, fazendo com que a revista passasse a ter 13 edições num ano. O Honda Fit foi o grande campeão por anos a fio. Inicialmente, as edições com "Os Eleitos" eram sempre publicadas no final do ano, mas depois passaram a ser distribuídas no começo do último trimestre do ano. Ao longo do tempo, também aumentou a quantidade de veículos participantes - na edição desde ano, são 52 veículos qualificados a participar.

Na virada de 2003 para 2004, a Quatro Rodas disponibilizou uma coleção de 4 CDs em um box, intitulado "Todos os Carros de Quatro Rodas". Nele, havia imagens das páginas com todos os testes e impressões ao dirigir publicados pela revista de agosto de 1961 até novembro de 2003.


Para 2006, a novidade foi o QRX (sigla para Quatro Rodas Experience), uma oportunidade de pessoas do Brasil inteiro visitarem o autódromo de Interlagos para dirigir ou andar como passageiro em carros dos mais diversos tipos. O valor do ingresso variava conforme o pacote desejado. Logo na primeira edição, um susto: o músico Herbert Harada se acidentou com uma Ferrari 360 Modena que foi disponibilizada para test-drive. A última edição do QRX ocorreu em 2011. No aniversário de 46 anos da QR, a edição com novidades para o Salão do Automóvel incluía também o especial de 50 anos da indústria automotiva brasileira.

Em 2010, no aniversário de 50 anos da revista, a Quatro Rodas teve uma edição especial com 264 páginas e um pôster que incluía pequenas fotos de todas as capas de 1960 até então. A revista foi organizada em duas partes: a primeira com o conteúdo "convencional", trazendo as reportagens com os lançamentos de então, e o caderno de 50 anos, que iniciou com os carros que marcaram cada década, as visões para o futuro dos automóveis, curiosidades diversas ocorridas ao longo da história da revista, os bastidores por trás dos testes convencionais e do Longa Duração, a primeira reunião dos três exemplares do Puma GT 4R (na época, apenas dois carros estavam prontos, e o terceiro estava em processo de restauro), histórias de leitores da revista, além da rememoração de grandes reportagens da QR.

Como parte das comemorações, a Quatro Rodas passou a disponibilizar o Acervo Digital, com todas as edições da revista que podiam ser acessadas de forma online. Diferentemente da digitalização de "Todos os Carros de Quatro Rodas", era possível acessar todas as edições da primeira até a última página, desde a primeira edição. As edições subsequentes eram publicadas no acervo de 2 a 3 meses após sua chegada às bancas. Infelizmente, este arquivo foi desativado alguns anos depois. O fotógrafo Marco de Bari faleceu dias após sofrer um acidente durante uma sessão de fotos para a revista, no ano de 2016.


No ano de 2017, o jornalista Felipe Bitu redescobriu a Ferrari F40 que fora dirigida por Bob Sharp e teve seu teste publicado em novembro de 1992. Na época, foi elaborada uma grande força-tarefa para viabilizar o transporte da macchina de Betim até São Paulo. O exemplar, que estava sob propriedade da Fiat do Brasil, foi liberado para avaliação após um longo processo de convencimento (e de custeamento de seguro e caminhão para transporte). A F40 quebrou alguns recordes de desempenho entre os carros já testados pela revista, mas seus dados não foram incluídos no ranking porque na época ela já estava fora de linha.


Em 2019, a Quatro Rodas realizou matéria com o terceiro Puma GT 4R, restaurado e em condições de rodar, exemplar que foi pintado no tom azul original após ter sofrido repintura.

A última grande mudança na estrutura e linguagem visual da revista ocorreu no ano de 2015. Atualmente, a Quatro Rodas dedica as páginas com as opiniões dos leitores logo após a carta do editor. A seção "Segredo" hoje vem antes da Via Expressa, com variedades e notícias rápidas. Em seguida, a QR destaca o que foi destaque nas edições das décadas anteriores, e inicia as publicações dos testes, comparativos e impressões ao dirigir. Logo após, vem as seções Longa Duração, Clássicos e Auto-Serviço, que inclui as subseções Usado do Mês, Novas Tecnologias, Correio Técnico (onde dúvidas do leitor sobre aspectos diversos dos veículos são respondidas), Cumpre o Que Promete? (com o teste de algum produto automotivo), Compras (artigos diversos relacionados a automóveis como sugestões de presente), Autodefesa (relatos de proprietários sobre problemas diversos em seus veículos) e Mercado (com análises, ranking dos mais vendidos, carros que passam a ser comercializados e os modelos que saem de linha). Ao final, a revista traz a tabela de preços dos carros novos, o ranking dos testes, a coluna de Jeremy Clarkson e a seção Top Ten.  



A Quatro Rodas chega aos seus 60 anos em um momento muito delicado para o mercado automotivo, para as publicações impressas em geral e até mesmo para a população brasileira. No começo de 2020, antes mesmo da pandemia do coronavírus, montadoras anunciavam - uma depois da outra - que não participariam do Salão do Automóvel de São Paulo este ano, insatisfeitas com o baixo retorno de clientes diante do investimento nos estandes para os 10 dias de evento; a organização chegou a tentar contornar a situação, dando sinais de otimismo, mas em um ultimato, anunciou que o evento seria postergado para 2021.

Além disso, a propagação do coronavírus no País fez com que a grande maioria dos eventos presenciais para jornalistas automotivos fosse cancelada desde meados do mês de março. É evidente que os lançamentos de carros não pararam, e as montadoras estão cedendo seus novos modelos para jornalistas e também realizando algumas apresentações com apenas um profissional de imprensa por vez, para minimizar os riscos de disseminação do vírus. Mesmo assim, vários lançamentos automotivos já tiveram que ser postergados para este momento, diminuindo a quantidade de conteúdos inéditos para serem publicados pela revista.

Em 1982, um anúncio comentava que a Quatro Rodas chegava a ter mais audiência do que a televisão entre homens jovens, classes A e B, de 20 a 34 anos. Nos primórdios da Internet (lembra das lentas conexões discadas?) e com poucos sites especializados, a revista ainda conseguia reter seu público, mas na última década a disseminação cada vez maior de informações sobre automóveis pelos mais diversos meios de comunicação fez com que acabasse o "monopólio da informação" por parte das publicações em modais tradicionais (revistas impressas, jornais e televisão). Com menos gente comprando a QR (que hoje tem preço de R$ 18,00), a revista mudou sua linguagem para atrair o público na internet e até criou um canal no YouTube.

Vida longa à Quatro Rodas!

Comentários

  1. Excelente reportagem ! A principal revista de automoveis do Brasil chega aos 60 anos ! Parabens ! Foi a minha primeira revista de carros que ganhei, logo que fiz 10 anos de idade, em 1977 e assinei posteriormente por 24 anos ininterruptos. Acompanhei muitos testes , eles alem de tanta informacao deram-me por 2 vezes ingressos para a area VIP da corrida de Stock Cars aqui em Goiania. Espero que mesmo com a (pesada) concorrencia dos sites na Internet a revista dure bastante !

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