Destaques do Auto REALIDADE

sábado, 10 de dezembro de 2016

Chevrolet libera valores dos planos OnStar


Até agora, a Chevrolet fazia mistério em relação aos serviços dos planos OnStar, que foram disponibilizados para os modelos Cruze e Cobalt no ano passado. A partir da segunda quinzena de dezembro, clientes poderão alterar ou renovar o plano OnStar para as opções Safe (R$ 50 por mês), Protect (R$ 65 por mês) ou Exclusive (R$ 80 por mês), a saber:

Plano Safe 
- Assistência de recuperação em caso de roubo
- Sensores para prevenir furto
- Diagnóstico remoto
- Diagnóstico avançado
- Travar/Destravar Portas, Luzes e Buzina
- Alertas de segurança como valet, velocidade e movimento
- Siga-Me/Localize-Me
Valor mensal: R$ 50,00

Plano Protect
- Chamadas de emergência pelo aplicativo e botão SOS no veículo
- "Bom Samaritano"
- Monitoramento de rota
- Resposta automática em caso de acidentes
- Socorro mecânico e elétrico
- Destino Seguro
Valor mensal: R$ 65,00

O cliente Protect continuará tendo um período de cortesia de 03 meses e, após este período, para continuar com os benefícios do plano Exclusive, pagará R$ 15,00 por mês até o termino do período.

Plano Exclusive
- Navegação com indicação de curvas
- Envio do destino ao MyLink através do botão OnStar no veículo ou pelo aplicativo
- Informações sobre pontos de interesse
- Concierge (acesso à central de atendimento)
Valor mensal: R$ 80,00

O cliente poderá optar por alterar ou renovar seu plano falando diretamente com um atendente OnStar através do botão central OnStar do veículo ou pelo aplicativo. Em ambos há a opção de pagar por boleto à vista ou em até 12x mensais. Outra opção é através do cartão de crédito.


Além disso, o cliente que possuir iPhone terá o download de mapas realizado automaticamente e de forma comprimida. Também são novos os recursos do diagnóstico avançado, que verifica a pressão instantânea dos pneus, quilometragem total percorrida, além da situação dos seguintes sistemas:

- Motor e câmbio
- Airbags
- Controle de tração
- Freios ABS
- Emissões
- OnStar

Quando o sistema aponta qualquer anomalia, ele automaticamente envia para o usuário um alerta, orientando sobre o procedimento a ser feito.

Mais informações podem ser obtidas no site do OnStar (http://www.chevrolet.com.br/onstar.html).

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Renault Kwid com pintura artística é exibido na França


Entre os dias 10 e 27 deste mês, um Renault Kwid "artístico" será atração na cidade de Barbizon, localizada a 60 quilômetros de Paris (França). O modelo se converteu na obra Désordre (desordem) e foi pintado por Sen Shombit, artista francês fundador do "gesturismo", nascido na Índia - que, não por acaso, é a terra natal do Kwid.


Com temática da Ville Enigmatique, o Kwid teve praticamente toda a sua carroceria externa pintada, inclusive suas calotas, grade e parte interna dos faróis. O modelo relembra a concepção de "art car", que se difundiu em especial com as obras de Andy Warhol sobre a lataria de modelos da BMW. O Renault estará em exibição no Barbizon’s Espace Culturel Marc Jacquet. 


quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Motores: Centro do palco [Alta Roda]


A forte guinada dos fabricantes de veículos em direção aos motores de três cilindros é reflexo direto das exigências de diminuição de consumo de combustível do programa Inovar-Auto (2013-2017). Considera-se como certa nova rodada de metas de eficiência energética a partir de 2018.


Entre as quatro marcas veteranas do mercado apenas a Chevrolet (ainda) não optou por essa alternativa. Kia Picanto (importado) e Hyundai HB20 (nacional, mas com motor importado) foram os pioneiros em 2011 e 2012. Depois vieram VW, Ford, Nissan, PSA (motor importado) e Fiat. Renault renova agora sua família de motores flex de 1 litro, 3-cilindros e 1,6 litro, 4-cilindros.


O motor de 1 litro todo novo tem bloco de alumínio e pesa 20 kg menos que o anterior de quatro cilindros. Nada há em comum com o atual da Nissan, segundo a Renault. Batizado de SCe (Smart Control efficiency) é a primeira aplicação em um veículo, antes mesmo da França. Traz soluções atuais como duplo comando variável, quatro válvulas por cilindro e revestimento de baixo atrito em tuchos, pistões e polias do cabeçote. Para diminuir custo de manutenção a correia dentada de distribuição foi substituída por corrente.


Potência e torque alcançam 79/82 cv e 10,2/10,5 kgfm (gasolina/etanol). O ganho de potência em relação à unidade motriz anterior foi de apenas 2 cv. O torque não aumentou, embora apresente valores até 15% maiores em rotações baixas. Consumo com gasolina de 14,2 e 11,9 km/l (estrada/cidade) do Sandero é o melhor na categoria dos hatches compactos, no programa oficial de etiquetagem. No entanto, ao usar etanol não se destaca: 9,5 e 8,1 km/l (estrada/cidade). No sedã Logan os números de consumo são semelhantes, pois há diferença de apenas 8 kg no peso em ordem de marcha, pela ficha técnica do fabricante.


Direção assistida eletro-hidráulica, pneus “verdes” e gerenciamento de recuperação de energia ajudaram para que os dois compactos anabolizados ficassem até 19% mais econômicos. Um senão é manter o arcaico sistema de partida auxiliar com gasolina, quando há etanol no tanque em dias frios.


Em circuito de uma hora de duração, no entorno de Curitiba, o 3-cilindros. mesmo sem coxim hidráulico, mostrou nível de vibração um pouco menor que a média dos motores atuais nessa configuração. Porém, diminuição de ruído dependeria de material fonoabsorvente adicional. Consumo foi o esperado, pelo computador de bordo. Comando do câmbio manual ficou bem melhor: finalmente, a Renault adotou o sistema por cabo.


Embora estivesse indisponível para avaliação inicial, houve grande melhora no motor de 1,6 litro de quatro cilindros e 16 válvulas (origem Nissan). O ganho de peso foi ainda maior (30 kg) graças ao bloco de alumínio. Valores de potência subiram bastante: 115/118 cv (gasolina/etanol). Torque cresceu para bons 16 kgfm, estranhamente com ambos os combustíveis. Consumo em relação à antiga unidade de oito válvulas melhorou até 21%, com ajuda do sistema desliga-liga o motor (possibilidade de inibir por botão no painel).


Sandero vai de R$ 42.700 a 47.100 (1 litro; 70% do mix previsto) e R$ 49.790 a 54.620 (1,6 litro). No Logan, de R$ 46.300 a 48.200 (1 litro; 30% do mix) e R$ 52.770 a 56.400 (1,6 litro).

RODA VIVA

SEGUNDO o fabricante de processadores Intel, os primeiros carros autônomos em circulação, por volta de 2021, exigirão nada menos de 4.000 gigabytes (GB) de fluxo de dados diariamente. Essa quantidade colossal para plena conectividade estará distribuída entre cinco fontes: GPS, radar, sonar, lidar e câmeras de vários tipos.

ESPECIALISTAS acreditam que essa quantidade de dados para tráfego pela internet móvel não é algo trivial. Até mesmo a quinta geração (5 G), já em teste em países avançados, seria insuficiente. No caso do Brasil, se o atual ritmo lento de expansão de redes móveis rápidas continuar, teríamos de esperar até 20 anos pela direção autônoma.

EVOLUÇÃO mecânica do Cobalt é bem clara, tanto no tráfego de cidade como em estrada. Chevrolet optou por não apenas melhorar o consumo de combustível (agora nota A) do veteraníssimo motor de 1,8 litro. Torque de 17,7 kgfm (etanol), câmbio manual de seis marchas, diminuição de massa e melhora aerodinâmica o destacam entre sedãs compactos de maior porte.


CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária, da MAPFRE) anunciou resultados de sua pesquisa em 90% dos veículos de passageiros à venda no País, em 2015. Centrou-se em itens de série quanto à segurança ativa, passiva e de proteção ao pedestre, além de assistência ao condutor. Focus, Renegade, Ranger, Civic, EcoSport e Golf ocuparam as primeiras posições.

SEGURO de automóveis por quilometragem rodada, hoje disponível para caminhões no Brasil, parece pouco atraente para automóveis, segundo Eduardo Dal Ri, vice-presidente da SulAmérica. No entanto, ele acredita que o amadurecimento do motorista poderá levar à criação de apólices mais em conta para quem aceitar aplicativos de monitoramento da forma de dirigir.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).



Audi A3 completa 20 anos de produção na Alemanha


Em 1996, a Audi apresentou no Salão de Paris seu primeiro hatchback em décadas, após o fim de produção do modelo 50. O A3 se antecipou à quarta geração do seu primo Volkswagen Golf e chegou na medida para competir com o BMW Compact, levando a Mercedes-Benz a apresentar sua reação, o Classe A. Inicialmente só com carroceria de duas portas, o A3 tinha quatro opções de motorização a gasolina ou diesel. no ano de 1998, passou a ter versão com tração integral quattro, e em 1999, começou sua produção em São José dos Pinhais (PR), em conjunto com o Golf IV, e também na configuração quatro-portas.



Ainda em 1999, chegou a versão mais nervosinha: o S3, com motor 1.8 de quatro cilindros, com 5 válvulas por cilindro e 210 horsepower. Em 2003, chegou a segunda geração, também apenas com carroceria de duas portas - o modelo 4 portas, rebatizado Sportback, chegou no ano seguinte. Em 2005, com a mudança de direção da Audi no Brasil - o grupo Senna Import passava a gestão à matriz da montadora - o fim de linha da primeira geração do A3 foi decretada para meados de 2006. Praticamente na mesma época chegou a nova geração do modelo Sportback importado.


Em 2008, o A3 ganhou a versão Cabriolet, mas só na terceira geração (revelada em 2012) é que o Audi passou a contar com o uma versão Sedan - que por sinal teve resultado em vendas tão positivo no mercado brasileiro que passou a ser produzido no Brasil, em duas versões: 1.4 TFSI Ambiente e 2.0 TFSI Ambition. Este ano, a linha A3 passou por um face-lift, ganhando frente mais agressiva e upgrades no interior, incluindo o quadro de instrumentos digital e configurável Virtual Cockpit.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Volkswagen convoca dois recalls para unidades do up!


A Volkswagen anuncia no Brasil dois recalls simultâneos para unidades do up!, modelos 2014 e 2015. O primeiro chamado diz respeito à inoperância das luzes de seta traseiras, que podem não acender, causando o risco de colisões - daí a necessidade de atualizar o software da unidade de comando de seta.

O tempo estimado para o reparo é de 20 minutos. O segundo recall está relacionado à falha na vedação da tampa do tanque em caso de capotamento ou tombamento do veículo, que pode gerar vazamento de combustível. Nessa situação, existe risco de incêndio com possibilidade de danos físicos e materiais aos ocupantes e/ou terceiros. A substituição da tampa do tanque de combustível também leva aproximadamente vinte minutos. O início do atendimento aos dois recalls ocorre a partir de 08 de dezembro de 2016

Chassis envolvidos (não sequenciais)

up! (atualização do software das setas)
Fabricados de 19/04/2013 até 10/09/2014
De ET500026 até FT552997

up! (substituição da tampa do tanque de combustível)
Fabricados de 19/04/2013 até 29/01/2015
De ET500026 até FT583266

domingo, 4 de dezembro de 2016

Renault lança Logan e Sandero com os novos 1.0 e 1.6 SCe



Anunciados no Salão do Automóvel, os novos motores 1.0 e 1.6 SCe (sigla para Smart Control efficiency) chegam à linha Renault: o motor de menor cilindrada equipa Logan e Sandero (em 2017, será incorporado também ao Kwid), enquanto o 1.6 será aplicado a versões do Sandero, Stepway, Logan, Duster e Oroch, fabricados no Paraná. Sandero e Logan já estão à venda com as novas motorizações, enquanto Duster e Duster Oroch passam a ser equipados com o 1.6 SCe a partir da segunda metade de dezembro.


O 1.0 SCe, de três cilindros e 12 válvulas, traz duplo comando de válvulas variável na admissão e no escape, concepção em alumínio (20 kg mais leve que o motor antigo), enquanto o 1.6 SCe 16v de quatro cilindros vem com duplo comando de válvulas variável na admissão, injetores posicionados no cabeçote, e está 30 kg mais leve.


Outras novidades são o Energy Smart Management (recuperação da energia dissipada em desacelerações, que poupa 2% de combustível), a bomba de óleo com vazão variável, a adoção da direção eletro-hidráulica em todas as versões (que sozinha proporciona economia de combustível de 3%) e, para Logan e Sandero 1.6, o Stop&Start, que desliga o motor em paradas, visando economia de até 5% de combustível. Já modelos equipados com o câmbio automatizado de 5 marchas Easy’R passam a oferecer controle de estabilidade e assistente de partida em ladeiras, que atua em inclinações superiores a 3 graus.


O novo motor 1.0 SCe deixa Sandero e Logan até 19% mais econômicos. Com o 1.6 SCe, a economia chega a até 21%. Já Duster e Oroch equipados com o 1.6 SCe estão até 18% e 16% mais eficientes, respectivamente.


No 1.0 SCe, os anéis de pistão, tuchos e polias variáveis (VVT) são revestidos em "Diamond Like Carbon", um composto de carbono com propriedades de dureza muito altas por causa da sua estrutura similar ao diamante.


Já no 1.6 SCe, esses elementos são revestidos em "Physical Vapor Deposition". Estes revestimentos reduzem atrito e desgaste do motor.


Os modelos equipados com o sistema multimídia Media NAV 2.0 trazem as funções Eco-Scoring (que avalia a condução do motorista ao final de um percurso, levando em conta o momento certo para a troca de marchas, a regularidade da velocidade, o consumo e a quilometragem percorrida) e o Eco-Coaching (que mostra dicas para dirigir de modo mais econômico).


O Sandero 1.0 é o único modelo de seu segmento a superar a casa dos 14 km/l com gasolina na cidade, enquanto o sedã 1.0 se destaca pelo consumo de 13,8 km/l nas mesmas condições. Com o motor 1.6, o hatch atinge a marca de 12,8 km/l, enquanto o sedã chega a 13 km/l. Já o Duster 1.6 dá um salto de 9,5 km/l para 11,3 km/l com o novo motor.


O 1.0 SCe oferece 90% do torque máximo (10,5 kgfm) a 2000 rpm graças ao duplo comando de válvulas variável, um número 15% superior ao do antigo 1.0. Para os motoristas que utilizam o carro em estrada, o motor 1.0 SCe oferece mais segurança nas ultrapassagens, já que as retomadas são até 6% mais rápidas (80 a 120 km/h em 14,1 seg). Além disso, a aceleração de 0 a 100 km/h está 8% mais ágil, com a marca de 13,0 s (etanol). Além disso, o novo motor gera 82 cavalos quando abastecido com etanol e 79 cv com gasolina – 2 cv a mais que o antigo quatro cilindros. Outra evolução é a utilização de corrente de distribuição no lugar de correia, que dispensa a troca.


O destaque do motor 1.6 SCe é o maior desempenho: a potência de Sandero e Logan passou de 106 cv para 118 cavalos, com etanol, um ganho de 11,3%. Com gasolina, a potência saltou de 98 cv para 115 cv, um aumento de 17,3%. O torque também é maior no novo motor: 16,0 kgfm, seja com gasolina ou etanol.


O Sandero 1.6 acelera de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos (ganho de 3,7 s em relação ao antigo motor) e a retomada de 60 a 100km/h está quase 4 segundos mais ágil (9,2 s). No Duster e na Oroch, o novo motor 1.6 SCe oferece 118 cv com etanol e 120 cv com gasolina. O torque é de 16,2 kgfm com ambos os combustíveis. Os ganhos em potência e torque ocorreram graças à nova calibração da central eletrônica e ao retrabalho no coletor de escapamento. Assim como o 1.0, 1.6 SCe utiliza corrente de distribuição no lugar de correia.


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