Destaques do Auto REALIDADE

sábado, 24 de setembro de 2016

Chevrolet Equinox 2018 evolui por completo


Nos Estados Unidos, a General Motors apresenta a próxima geração do SUV Chevrolet Equinox, lançado em 2004 e que estreou nova geração em 2010. O novo estilo segue a linha estabelecida nos mais recentes automóveis da marca, como o Malibu. A nova carroceria está 180 quilos mais leve (significativos 10% a menos em relação à geração anterior). Os motores também são novos: 1.5 Turbo, 2.0 Turbo (ambos a gasolina, aliados ao câmbio automático de 9 marchas) e o novo 1.6 Turbo Diesel.


O ambiente interno é todo novo e foi pensado para proporcionar melhor visibilidade externa e conforto aos ocupantes. Destaque para o sistema multimídia MyLink (com telas sensíveis ao toque de 7 ou 8 polegadas) com espelhamento da tela de smartphones compatíveis com Android Auto e Apple CarPlay, hotspot Wi-Fi, internet 4G e central de atendimento OnStar. Entre os recursos de segurança, estão disponíveis: alerta do uso do cinto de segurança a todos os ocupantes, alerta de colisão frontal iminente com indicação de distância do veículo à frente, alerta de tráfego cruzado traseiro, alerta em caso de mudança de faixa não-sinalizada com assistente de manutenção na faixa de rodagem, câmeras de visão em estacionamento e frenagem automática de emergência.


A tração integral desativa automaticamente a transmissão de força às rodas de trás quando desnecessário. O novo Equinox será comercializado nos Estados Unidos a partir do primeiro semestre de 2017; no próximo ano, o modelo será comercializado em outros 115 países.


Ford apresenta sistema que permite beber a água gerada pelo ar-condicionado



Os engenheiros da Ford Doug Martin e John Rollinger são os responsáveis por um projeto experimental que muito interessa em tempos de conscientização do uso racional da água: no futuro, poderá ser aplicado em série o sistema que gera água potável no interior do veículo, aproveitando a condensação natural do ar-condicionado, que normalmente pingaria ao chão.


Ambos descobriram que um carro pode produzir quase 2 litros de água por hora, justamente o recomendado para ingestão diária aos humanos. A inovação representaria menos paradas na estrada e menos garrafas plásticas no lixo ou no meio ambiente. Inspirado em um outdoor existente em Lima, no Peru, que usa o mesmo princípio para fornecer água potável à população local, o projeto foi chamado pelos autores de On-The-Go H2O. Há um dispositivo que capta, filtra e armazena a água no carro para uso em uma torneira no console.

"Toda a água que se perde deve ser recuperada para servir a um propósito", diz Martin. "O On-The-Go H2O pode ajudar pessoas no trânsito ou em áreas de difícil acesso a água, mesmo em locais remotos.”

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Volkswagen Golf 1.0 TSI chega ao Brasil, partindo de R$ 74.990



Na onda do downsizing, o Volkswagen Golf passa a ser disponibilizado a partir de novembro com o motor 1.0 TSI Flex, derivado do propulsor adotado no up! TSI, porém recalibrado para render 125 cavalos e 20,4 kgfm de torque. O 1.0 TSI (R$ 74.990) não substitui o 1.6 MSI (R$ 78.130 com câmbio mecânico de 5 marchas), e estará disponível unicamente na versão Comfortline, com câmbio manual de 6 marchas (os outros modelos contam com opção de câmbio automático).


O segredo do alto rendimento do 1.0 TSI é explicado pela adoção de injeção direta de combustível, turbocompressor e arquitetura de três cilindros. Assim, o Golf Comfortline TSI acelera de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 194 km/h, quando abastecido com etanol. E manda bem em consumo de combustível: com gasolina, faz 11,9 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada, enquanto com etanol, os resultados são de 8,4 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada.



De série, o Golf Comfortline 1.0 TSI traz pacote de equipamentos similar ao 1.6 MSI: 7 airbags  (2 frontais com desativação do lado do passageiro, 2 laterais e 2 do tipo cortina e 1 de joelho para o motorista), cintos de três pontos em todos os assentos, faróis de neblina com luz de conversão estática fixação ISOFIX de cadeirinhas com Top Tether, direção elétrica, volante revestido de couro, ar-condicionado, vidros elétricos com função “um toque”, travamento central por controle remoto, rodas de liga leve de 16 polegadas, assistente de partida em subidas, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores elétricos, aquecíveis, com luzes de seta e função “tilt down” ao engatar a ré, freios ABS a disco nas 4 rodas (com distribuição eletrônica da força de frenagem e auxiliar de frenagem de pânico), controles de estabilidade e tração, bloqueio eletrônico do diferencial, frenagem automática pós-colisão, além do sistema multimídia Composition Media com tela de 6,5 polegadas e espelhamento da tela de celulares compatíveis com os sistemas MirrorLink, Apple CarPlay e Android Auto.


Há três pacotes de opcionais disponíveis para o Golf Comfortline 1.0 TSI. O Elegance (R$ 3200) traz volante multifuncional, controlador automático de velocidade de cruzeiro, rodas de 17 polegadas “Geneva” com pneus 225/45, sensor de chuva, Coming & Leaving Home (faróis acendem brevemente ao destravar o carro e ao se desligar a ignição) e retrovisor interno eletrocrômico.

O pacote Exclusive (R$ 9549) adiciona aos itens do Elegance o sistema multimídia Discover Media, com GPS, e o pacote Comfort (R$ 4632) pode ser combinado a qualquer um dos anteriores, incluindo ar-condicionado digital de duas zonas e bancos de couro. Está disponível como opcional livre o teto solar (R$ 4573).


O Golf Comfortline TSI está disponível em oito opções de cores. São três sólidas (Branco Puro, Preto Ninja e Vermelho Tornado), quatro metálicas (Prata Sargas, Prata Tungstênio, Azul Night e Platinum Gray) e uma perolizada (Preto Mystic).


VW Golf Variant ganha motor Flex, câmbio Tiptronic e outras novidades


A station wagon do VW Golf chega à linha 2017 com novidades mecânicas e de equipamentos. Tanto a versão Comfortline (R$ 101.880) quanto a Highline (R$ 113.290) trazem o motor 1.4 TSI Flex, que passa a render 150 cavalos (com gasolina ou etanol) e torque de 25,5 kgfm entre 1500 e 4000 rpm. O Golf Variant também passa a contar com novas opções de rodas, ao passo que o volante com comandos de som e voz passa a ser de série também na versão de entrada.



Com bloco e cabeçote feitos de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote (variável na admissão; são quatro válvulas por cilindro), injeção direta de combustível e turbocompressor, o motor 1.4 TSI é combinado unicamente ao câmbio automático de 6 marchas, com conversor de torque e função Tiptronic (com trocas sequenciais, por meio da alavanca de câmbio ou por aletas no volante), substituindo a transmissão DSG de dupla embreagem. O câmbio manual deixa de ser disponibilizado.



Este conjunto leva o Golf Variant de 0 a 100 km/h em 9,1 segundos e à velocidade máxima de 207 km/h, quando abastecida com etanol. Para rodar com os dois combustíveis, a central eletrônica do motor (ECU) tem novos software e hardware, enquanto os pistões e anéis foram redimensionados para os 10 cv extras de potência do motor flexível, que recebeu um catalisador especificamente calibrado para ele. Outras novidades são a guia de válvula, que agora tem dupla vedação, e a sede de válvulas do cabeçote e as válvulas injetoras com tratamento específico para operarem com o etanol.

A sonda lambda passa a ser linear. Por causa das características do etanol, o sistema de injeção de combustível do motor 1.4 utiliza 250 bar de pressão – como referência, o motor a gasolina trabalha com 200 bar. Com isso, a galeria de combustível foi modificada. Ainda no sistema de ignição, as velas contam com grau térmico específico e geometria diferenciada para funcionar em qualquer mistura de etanol ou gasolina. O motor Flex utiliza velas de ignição de dupla platina, o que proporciona ignições e faíscas mais rápidas utilizando menos energia.

Modelo de entrada, o Golf Variant Comfortline vem com sete airbags (dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros, dois laterais do tipo cortina e um de joelho para o motorista), cintos de segurança de três pontos em todos os assentos, controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), bloqueio eletrônico do diferencial (EDS e XDS) distribuição eletrônica de frenagem (EBD), faróis de neblina com luz de conversão estática, fixação ISOFIX com Top Tether, frenagem automática pós-colisão (reduz a velocidade em caso de acidente a até 10 km/h), Start/Stop (desligamento do motor em paradas para poupar combustível), direção elétrica, ar-condicionado, seletor de modos de condução (Normal, Sport, Eco e Individual), vidros elétricos com função “um toque”, central multimídia Composition Media com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, travamento central por controle remoto, rodas de liga leve de 16 polegadas “Dover” (com pneus 205/55), assistente de partida em subidas, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, além de retrovisores elétricos, aquecíveis, com luzes de seta e função “tilt down” complementam a lista de série. Como novidade para a linha 2017 há a opção das rodas de liga leve de 17 polegadas “Geneva”, com pneus 225/45.


Já a versão Highline traz ar-condicionado digital com duas zonas, bancos de couro, lanternas de LED, sensores de chuva e de luminosidade com Coming & Leaving Home, que mantém os faróis acesos após desligar o carro. Opcionalmente, esta versão pode trazer faróis de xenônio, rodas de liga leve de 17 polegadas diamantadas “Madrid”, sistema multimídia Discover Pro com tela sensível ao toque de 8 polegadas e espelhamento de tela de smartphones compatíveis com Mirrorlink, Android Auto e Apple CarPlay.


O porta-malas do Golf Variant acomoda 605 litros - rebatendo-se os bancos traseiros a capacidade para bagagens aumenta para 1620 litros. O comprimento total do porta-malas é de 1,05 m. A station wagon possui 4,56 metros de comprimento (30,7 cm a mais que o Golf Hatch), 1,80 m de largura e 1,48 metro de altura.

Peugeot 5008 muda de gênero: a minivan se torna um utilitário para 7 pessoas



O nome permanece o mesmo, mas a irmã minivan do utilitário 3008 segue mimeticamente os passos de seu bem-sucedido irmão, e o Peugeot 5008 se assume como um SUV de 7 lugares. Para melhor acomodar seus passageiros, a distância entre-eixos foi ampliada para 2,84 metros - 19 centímetros a mais que o novo 3008 e 11 cm mais comprido que a geração anterior. Os bancos da segunda fileira, independentes, podem ter altura e inclinação regulados, enquanto os assentos da 3ª fileira são removíveis e retráteis. Com o banco do carona rebatível para a frente, formando uma espécie de mesa para o motorista, é possível levar objetos de até 3,20 m de comprimento. O porta-malas, que pode ser aberto com um movimento do pé debaixo do para-choque traseiro, possui 1060 litros até o teto com a última fileira rebatida.


O interior do 5008 traz o novo quadro de instrumentos i-Cockpit, com display colorido de 12,3 polegadas, volante compacto e sistema multimídia com tela sensível ao toque de 8 polegadas. Entre os recursos disponíveis na nova geração, estão: Advanced Grip Control, controlador de velocidade em descidas, frenagem automática de emergência, alerta de risco de colisão à frente, alerta ativo de ultrapassagem involuntária de linha, detector de fadiga do condutor, acionamento automático de faróis altos/baixos, reconhecimento das placas de velocidade, controlador de velocidade adaptativo com função Stop (BVA), monitoramento de veículos em pontos cegos, Park Assist e Vision Park (visão em 360 graus).


Os Peugeot 308, 3008 e 5008 compartilham a plataforma modular EMP2 e motorizações que atendem às normas de emissões Euro 6.1 - a partir de 115 g/km nos modelos à gasolina e a partir de 105 g/km nas versões a diesel. Entre os itens de conforto e tecnologia, destaque para: sistema de massagem pneumático com oito bolsas nos bancos dianteiros, som Hi-Fi Premium FOCAL, teto solar panorâmico, função Mirror Screen de espelhamento da tela de celulares e GPS 3D TomTom Traffic.


Como opção de mobilidade mais ecológica está disponível o e-Kick, patinete elétrico dobrável, ou a e-Bike eF01, bicicleta elétrica dobrável com estação de recarga removível.


Assim como o 3008, o 5008 terá versões Access, Active, Allure, GT Line e GT. Produzido na fábrica de Rennes (França), o modelo será apresentado ao público no Salão do Automóvel de Paris 2016 e sua comercialização internacional inicia no primeiro semestre de 2017.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

VW Tiguan ganha versão com motor 1.4 TSI de 150 cavalos


A Volkswagen se empolgou e apresenta ao mesmo tempo três novidades no mercado brasileiro: Golf 1.0 TSI, Golf Variant Flex e o Tiguan 1.4 TSI, opção mais acessível em relação ao modelo equipado com motor 2.0 e tração 4MOTION. Com 150 cavalos, tração 4x2 e câmbio automático DSG de seis velocidades, o modelo 1.4 traz pequenas diferenças estéticas, como barras de teto, molduras das janelas e faixas laterais na cor preta. As rodas são de liga leve de 17 polegadas com design “Philadelphia”, calçadas por pneus 235/55. Seu preço é de R$ 125.990, ao passo que o modelo 2.0 é oferecido por R$ 149.990.


Entre os itens de série, se destacam: sistema multimídia Composition Media com espelhamento da tela de smartphones compatíveis com MirrorLink, Apple CarPlay e Android Auto, Start/Stop (desligamento do motor em paradas de trânsito para economizar combustível), 6 airbags (frontais, laterais nos bancos dianteiros e dois do tipo cortina), direção elétrica, oito alto-falantes, controlador de velocidade de cruzeiro, ar-condicionado, volante multifuncional com acabamento de couro e ajuste de distância e profundidade, computador de bordo, freio de estacionamento eletrônico com função auto-hold e sensor de estacionamento traseiro.


Opcionalmente, o Tiguan 1.4 pode ser equipado com o pacote Elegance, que acrescenta ar-condicionado digital com duas zonas de temperatura, rodas de liga leve de 18 polegadas com pneus 235/50, destravamento das portas por aproximação da chave e partida do motor por botão, câmera de ré, sensor de chuva, entre outros itens. Isoladamente, poderá ser adquirido o teto solar panorâmico.


Dotado de turbocompressor e injeção direta de combustível, o motor rende 150 cavalos a 5000 rpm e torque de 25,5 kgfm a partir de 1500 rpm. O motor menor, em conjunto com a tração dianteira, fizeram o Tiguan emagrecer 84 quilos. Assim, o utilitário acelera de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos e alcança 195 km/h de velocidade máxima.


Em termos de segurança, o VW conta com cintos traseiros de três pontos e apoio de cabeça para todos os ocupantes, freios ABS, bloqueio eletrônico do diferencial (EDS) e controles eletrônicos de estabilidade (ESC) e de tração (ASR), além do sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas infantis.

Avançar custa caro [Alta Roda]


A Fiat começou a destrinchar o quebra-cabeça em que se envolveu com várias opções na faixa de compactos hatches, ainda o segmento mais importante do mercado brasileiro. A chegada do subcompacto Mobi provocou um conflito de preços entre o Uno e a versão antiga do Palio, conhecida como Fire. Esta última, segundo o fabricante, agora é destinada “apenas a frotistas”. É possível certa flexibilidade até o modelo ser descontinuado.


Em compensação, o Uno 2017 recebeu modificações estéticas – nova frente que o aproximou do estilo do Panda italiano, com novos faróis, grade e para-choque – e mecânicas. O foco foi em moderna família de motores e avanços em eficiência energética. A marca italiana estava atrás dos concorrentes, mas não perderá o prazo fatal para comprovar, a partir do próximo mês, redução de consumo de combustível, na média de todos os seus produtos à venda, em no mínimo 12% em relação a 2011.


A estratégia incluiu direção eletroassistida, nova geração de pneus “verdes”, spoiler dianteiro, convergedor de ar do radiador e revestimentos aerodinâmicos na parte inferior da carroceria. Os inteiramente novos motores flex de 1 L, de 3 cilindros e 1,3 L, de quatro cilindros, ambos com bloco de alumínio, estão entre os melhores do mercado. Formam uma família batizada de Firefly (vagalume, em português) e o Brasil tem primazia no lançamento.


Uma das características é a opção por um cabeçote monocomando de apenas duas válvulas por cilindro, ao contrário de outros motores modernos com quatro válvulas e duplo comando. Mas o resultado final pode ser considerado muito bom, pois a engenharia aproveitou ao máximo as características dos nossos combustíveis ao elevar a taxa de compressão para 13,2:1. Também trabalhou novos conceitos de balanceamento do motor para reduzir vibração e aspereza do 3-cilindros. Isso fica nítido logo ao ligar o motor pela boa marcha-lenta e retomadas convincentes graças ao alto torque com gasolina (10,4 kgfm) e etanol (10,9 kgfm).


O torque específico é o maior entre os motores aspirados de 1 L no Brasil, mas a potência limita-se a 72/77 cv (gasolina/etanol), longe, por exemplo, do motor equivalente mais sofisticado, de 80/85 cv, da Ford. Trata-se de compensação típica entre elevar torque e baixar potência (e vice-versa), quando não se usa superalimentação (turbo ou compressor). Em estrada, principalmente com lotação completa e bagagem, o motorista sentirá alguma dificuldade nas ultrapassagens. Se for esse o caso, a melhor opção é o 1,3-L que oferece 101/109 cv e 13,7/14,2 kgfm.


O ganho em eficiência energética foi notável, de 14,4% no motor de menor cilindrada e de 16,7%, no maior. Nesse último o sistema desliga-liga o motor em paradas tornou-se item de série tanto no câmbio automatizado (que recebeu aperfeiçoamentos), quanto no manual (ainda um ponto fraco do Uno). Consumo menor em trânsito pesado é garantido, mas quem quiser pode inibir esse recurso ao aperto de um botão.


Nas versões de topo há controle eletrônico de trajetória e de partida em aclives. Os preços aumentaram bem e não poderia ser diferente pelo que oferece: R$ 41.840 a R$ 53.690. Está aberto espaço ao Mobi e também aos concorrentes...

RODA VIVA


HYUNDAI confirmou o que se esperava. Um crossover compacto será produzido no Brasil no próximo ano e exibido antes no Salão do Automóvel de São Paulo agora em novembro. Creta utilizará a base modificada do HB20 com estilo específico para o mercado nacional. Motor não foi informado pela marca, mas poderá ser o atual flex 1,6 L com injeção direta e 140 cv.

PRESIDENTE da Ford América do Sul, Lyle Watters, atuou anteriormente na subsidiária europeia e teve de enfrentar a recente fase de profunda crise de vendas. A recuperação do mercado lá foi mais rápida do que o esperado. Para ele, tudo indica que acontecerá algo semelhante aqui. Quando o mercado começar a reagir, também deve surpreender pela velocidade.


VERSÃO de entrada do Mercedes-Benz C180, produzida no Brasil, tem acabamento e materiais de primeira qualidade, embora faltem alguns acessórios básicos em um modelo premium como sensores de obstáculos. Motor turboflex de 1,6 L e 156 cv não aproveita todo o potencial de desempenho do etanol. Dá conta dos 1.400 kg de peso (vazio), sofrendo um pouco com carga total.

GOVERNO federal não conseguiu derrubar a liminar que obriga a sinalização de todas as rodovias, antes de aplicar multas em quem deixar de ligar farol baixo durante o dia. A lei, mal discutida e pior implantada, merece revogação. Ideal seria estabelecer um cronograma para luzes diurnas específicas de acendimento automático, tanto em estradas como em cidades.

VAZAMENTO de óleo lubrificante e outros fluidos originados de veículos são fontes de poluição não atmosférica pouco controladas no Brasil. Inspeção veicular séria parece distante e assim maior cuidado com a manutenção poderia amenizar o problema. Como referência, apenas um litro de óleo tem potencial de contaminar um milhão de litros de água.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).


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