Destaques do Auto REALIDADE

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Avaliação do leitor: como se sai o Renault Duster 1.6 no uso diário


Texto de Carlos Matos Andrade
Fotos de Carlos Matos Andrade e Júlio Max

Olá amigos!

Mais um teste para vocês leitores do site Auto Realidade, agora foi a Duster o carro testado, como foi minha primeira vez com uma SUV fiquei impressionado com essa categoria.

DADOS

Locadora: Movida
Quilometragem da retirada: 85 km (provável que fui o primeiro a pegar o carro)
Quilometragem na entrega: 295 km
Combustível utilizado: Etanol
Modelo: Duster Expression 1.6 16v ano 2017


IMPORTANTE: Aluguei o carro para o período de carnaval e seria um Fiat Mobi, no dia a locadora não tinha o modelo alugado e dai para atender minha reserva levei a Duster pelo preço do Mobi, isso é normal por partes das locadoras ainda mais em dias de feriados onde a demanda é grande.


Mas o que seria um feriado bacana acabou em 24hs, pois no dia seguinte perdi a chave do carro e dai para não ficar a pé a Movida cedeu um Volkswagen Gol 1.6, em breve mando o teste sobre ele.

Graças a Deus a chave foi encontrada e devolvida a Movida e está tudo tranquilo.

PONTOS POSITIVOS


A primeira vez a gente nunca esquece e essa foi com a Duster, nunca tinha dirigido uma SUV, então a experiência foi fantástica mesmo sendo por pouco tempo.

O carro ficou bonito depois da renovação feita pela Renault, o carro ficou com visual mais bonito. Por dentro tem bons arremates e tudo bem feito tendo aparência bem bacana.


O espaço não há que reclamar para passageiros e na hora de levar a tralha também é um show a parte, como tinha alugado um carro pequeno não mudei em nada minha estratégia e levei pouca coisa, então foram três malas para um compartimento gigante, achei que perderiam elas (risos).


Na hora de dirigir nada a reclamar, posição, banco, comandos a vista, visão ampla e altura top em relação ao solo, precisei passar por algumas ruas com valetas e buracos que mais pareciam crateras e foi numa boa, já os outros carros era um show de raspada de assoalho.


Painel de instrumentos bem legal, O motor 1.6 tem força para puxar o grandalhão na boa, mesmo com ar ligado nada de sofrimento, mas em alguns momentos ele mostra que se tivesse carregado seria mediano seu desempenho e aceitável, esse foi o carro com motor com mais “pegada” que já dirigi até o momento e com uma força brutal quando se pisa fundo, nada de barulho dentro do carro, em alto giro o silencio é total.


Acionei o modo econômico onde limita o giro do motor e o carro se comporta da maneira para não consumir muito combustível, a ideia era andar um dia com ele ligado e no outro desligado para poder sentir a diferença, mas não foi possível, andou muito bem para uma condução tranquila e suave na cidade.

O cambio se mostrou acertado com o motor, mas para quem dirigiu outros modelos da Renault senti que o trambulador do cambio de marca “agarra” alavanca dando brecha para que eu fizesse coisas erradas. Mas pegando o macete vai tranquilo sem passar vergonha, acho que é questão de costume.


O consumo não dava para medir com a falta de computador de bordo, entreguei o carro com meio tanque e 270 km rodados menos os 80 km quando peguei. Rodei 50% estrada e cidade.

Peguei transito pesado, sai de SP rumo ao litoral sul e com 10 km de rodovia já estava tudo parado até a cidade Mongaguá, não pude pisar forte e sentir a potencia com gosto e ter ideia real do seu consumo.

PONTOS NEGATIVOS


Quase nada por ter ficado pouco tempo e ainda um carro zero km, mas algumas observações e nada que desmereça o veiculo.

O escape poderia ter uma ponteira mais bacana para condizer com o carro, parece um cano de água da Amanco onde fica com visual feinho (risos).


Faltou cinto de três pontos e encosto de cabeça pra quem senta no meio.

O volante também precisa mudar seu visual, não combina com o carro dando ar antiquado ao carro.

Faltou computador de bordo, não interessa se é versão de entrada ou topo de linha, um carro essa categoria onde se paga caro precisa vir como item de série e informações para o motorista.

O carro se mostra instável nas curvas, precisa de um controle de estabilidade, isso é um problema com qualquer carro alto e não só com a Duster.

Sempre percebi que o trambulador da Renault é que torna os engates imprecisos das marchas, já havia percebido isso antes em outros modelos da marca. Mas ao pegar o macete você consegue fazer uma condução tranquila, mas a quem diga que seja a caixa de cambio, discordo.

VEREDICTO


Compraria sim uma Duster, mas optaria pelo motor 2.0 onde é mais condizente com o tamanho do carro, compraria com o motor 1.6 sim desde que fizesse um teste mais detalhado com peso total e saber se tem força ou é fraco.


O carro por ser uma SUV e com preço a partir de 37 mil reais no mercado de usados, é uma boa pedida do que comprar carros Hatch ou tipos compactos, pelo seu visual é carro para família, mas que consegue agradar também aos jovens.


Também optaria por alguma versão já com computador de bordo e com mais apetrechos até do tipo 4x4 transformando aquelas idas esporádicas para sítios em uma aventura. O carro se sai muito bem para o dia em nossas ruas que mais parece solo lunar e alagamentos também não fará feio, pois já vi muitas enfrentarem a mesma sem problemas.

A Duster surpreendeu por ser macia e top na condução, lógico que só dirigi carros pequenos e tinha um Palio Weekend Adventure ano 2000 e acaba sendo descomunal a comparação.

Aprovada, espero em breve testar um exemplar com mais tempo!


Segue minha lista pessoal dos carros que mais se destacaram nos testes.

SUV

1 – Renault Duster Expression 1.6 2017

SEDAN

1 – Renault Logan Dynamique 1.6 2017

HATCH

1 – Ford Ka 1.0 SE 2016
2 – Nissan March 1.0 S 2016
3 – Fiat Uno Attractive 1.0 Evo 2016

terça-feira, 25 de abril de 2017

Chevrolet S10 Flex agora traz câmbio automático em 2 versões



Finalmente a Chevrolet S10 equipada com o motor 2.5 SIDI Flex (gasolina e etanol, com injeção direta de combustível) passa a contar com opção de câmbio automático, que será disponibilizado nas versões LT e LTZ, com tração traseira ou 4x4. A picape, que foi a primeira a ter motor Flexpower no segmento (há exatos dez anos), passa a combinar o motor de 197/206 cavalos a 6000 rpm e 26,3/27,3 kgfm de torque a 4400 rpm ao câmbio de 6 marchas com trocas sequenciais na alavanca.


Pelos resultados do Inmetro, a S10 Flex automática chega com classificação A na categoria quando o assunto é consumo de combustível. A versão 4x2 roda, com gasolina, 9,4 km/l na estrada e 7,9 km/l na cidade. Com etanol os resultados são de 6,4 km/l e 5,3 km/l, respectivamente. Mesmo com estes resultados, isso representa uma vantagem de até 1,3 km/l em relação à principal rival, a Toyota Hilux Flex.


Outro destaque é o tempo de aceleração de 0 a 100 km/h: 9,5 segundos. Com mais de 50% de participação atual de mercado entre as picapes com motor flex, a Chevrolet S10, nestes 10 anos, soma aproximadamente 200 mil unidades emplacadas.



A transmissão automática está disponível inicialmente apenas nas configurações LT e LTZ. Esta última traz, entre outros itens, direção elétrica progressiva com ajuste de altura, alerta de colisão à frente, alerta de saída de faixa, assistente de partida em ladeiras, controles eletrônicos de estabilidade e tração, faróis e lanternas com LED, banco do motorista com ajustes elétricos, pacote OnStar Exclusive com serviço de concierge e central multimídia MyLink com tela touchscreen de 8 polegadas, espelhamento de celulares compatíveis com Android Auto e Apple Car Play, além de Bluetooth e entradas USB e auxiliar.

A possibilidade de partida remota do motor pela chave é novidade na versão automática, uma herança dos modelos a diesel mais completos. Assim, a cabine é climatizada antes dos ocupantes entrarem na picape.


Outra mudança que estreia com a linha Flex 2018 é a adoção do padrão global de identificação do nome do veículo e da versão pela carroceria. O logotipo “S10” aparece agora tanto na parte inferior das portas dianteiras quanto na esquerda da tampa da caçamba. No lado direito fica a identificação da versão (LT ou LTZ).

Foi feito um extenso trabalho de calibração tanto no propulsor quanto na transmissão, que usa o mesmo hardware da configuração a diesel, porém com uma programação específica do módulo de controle da transmissão, que, no caso da S10, fica embutido, proporcionando maior robustez por evitar que componentes fiquem expostos a sujeira e impactos. Outra alteração promovida na transmissão foi o alongamento da relação do diferencial para tentar conter o consumo e reduzir as rotações do motor.

 
O câmbio automático da S10 Flex possui o recurso Clutch to Clutch, parecido com um câmbio automatizado de dupla embreagem em sua velocidade de trocas de marcha. Outra tecnologia aplicada é o Electronic Capacity Clutch Control, onde uma embreagem dentro do conversor de torque eleva a capacidade de acoplamento do conjunto e, consequentemente, a transferência de força do motor para as rodas. Completando o conjunto, o mapa de aceleração foi herdado de sua meia-irmã norte-americana Chevrolet Colorado.

Os coxins da S10 Flex tiveram sua rigidez alterada para que o nível de vibração seja suavizado. A picape começa a chegar às concessionárias ainda neste mês de abril. Veja os preços:

S10 2.5 Flex AT LT 4x2: R$ 107.990
S10 2.5 Flex AT LT 4x4: R$ 116.990
S10 2.5 Flex AT LTZ 4x2: R$ 122.990
S10 2.5 Flex AT LTZ 4x4: R$ 129.990


Honda Civic Type R quebra recorde de volta em Nürburgring



Revelado durante o Salão de Genebra de 2017, o Honda Civic Type R estabeleceu o recorde de volta para carros de produção em série com tração dianteira no circuito de Nürburgring Nordschleife, na Alemanha. No dia 3 de abril de 2017, um modelo de pré-produção completou uma volta em pista seca em 7 minutos e 43,8 segundos - melhoria de cerca de sete segundos em comparação com a geração anterior.


O novo Civic Type R é baseado na carroceria hatchback da décima geração do modelo, que passou a ser fabricada no Brasil em 2016 na carroceria sedan. O modelo esportivo traz motor 2.0 VTEC Turbo de 320 cavalos e 40,8 kgfm de torque. As relações de marcha no câmbio manual de 6 velocidades estão mais curtas, enquanto o conjunto de spoilers, para-choques e aerofólio traseiro entrega mais estabilidade em alta velocidade.


A carroceria do novo Civic Type R é 16 quilos mais leve que a do modelo anterior, com rigidez torcional 38% superior, melhorando a resposta de direção e a estabilidade em curvas. A nova suspensão traseira multilink aprimorou a estabilidade em frenagens e reduziu a rolagem da carroceria, permitindo frenagens mais próximas das curvas. Por exemplo, os pilotos normalmente entram na curva após a Metzgesfeld em velocidades de cerca de 150 km/h. Mesmo nesta curva de média velocidade, o Type R consegue estar cerca de 10 km/h mais rápido.


O carro de desenvolvimento usado durante o tempo de volta representa praticamente a especificação do modelo que será vendido na Europa; contudo, um santoantônio flutuante foi instalado por razões de segurança, ainda que a Honda assegura que sua presença não proporcione nenhum tipo de rigidez torcional adicional para a carroceria. O peso extra da gaiola foi compensada com a remoção temporária do sistema multimídia e dos bancos traseiros. O carro usado trazia pneus radiais homologados para rua, mas com acerto para pista de corrida.


A produção do novo Civic Type R irá começar no início do segundo semestre no Reino Unido, em Swindon, e o modelo será exportado para toda Europa, e outros mercados ao redor do mundo, incluindo Japão e Estados Unidos. A chegada na América do Norte marca a primeira vez em que, oficialmente, um Honda Type R é vendido nos EUA.


Fiat Grand Siena resiste na linha 2018, partindo de R$ 44.240

Enquanto os hatches que serão diretamente influenciados pela chegada do Argo pararam no tempo (Palio e Punto ano-modelos 2017 não trouxeram novidades relevantes), o Grand Siena acaba de estrear seu ano-modelo 2018, pouco tempo após o Mobi. É um indicativo de que o sedan baseado no Argo, que será fabricado na Argentina, deverá ser apresentado apenas no próximo ano.


Tal qual como nos outros Fiat mais recentes como o Mobi, o novo ano-modelo do Grand Siena traz bem menos opcionais livres: os itens mais requisitados foram reunidos em pacotes. A versão Attractive 1.0, que custa a partir de R$ 44 240, traz dois kits de equipamentos. O Creative 1 (R$ 1640) acrescenta vidros elétricos traseiros com função um-toque e antiesmagamento, retrovisores externos elétricos com função Tilt Down do lado direito, banco do motorista com regulagem de altura, tecido diferenciado nas portas e bancos, porta-óculos, alças de segurança traseiras e dianteira, apoio de pé para o motorista, acabamento das soleiras, volante com regulagem de altura, maçanetas e capas dos retrovisores na cor do veículo, friso cromado na tampa do porta-malas e luz de leitura traseira. Já pelo kit Creative 2 paga-se R$ 2140 pelo sensor de estacionamento traseiro e rádio Connect com CD MP3/WMA Player, função RDS, entrada USB, Bluetooth com viva-voz e função Audio Streaming, além dos comandos do rádio e telefone no volante.


No Grand Siena Attractive com motor 1.4 (R$ 51 510), só há um kit de opcionais, o Creative 1 por R$ 5300. Basicamente, ele junta os equipamentos dos dois kits ofertados na versão 1.0, além de apoio de braço para o motorista, volante revestido em couro, alarme e rodas de liga leve de 16 polegadas com parafusos antifurto.


O Grand Siena Essence 1.6 com câmbio manual parte de R$ 56 790 e traz os kits Creative 1 (por R$ 2340, adiciona retrovisores elétricos com função Tilt Down, alarme e sensor de estacionamento traseiro) e o kit Sublime por R$ 5560, que além dos itensdo kit Creative 1, incorpora interior pintado em marrom/marfim com bancos revestidos parcialmente em couro, soleiras das portas com inscrição Sublime, tapetes em carpete, faróis, capas dos retrovisores e grade dianteira na cor cinza metalizado, frisos cromados, emblema Sublime nas portas dianteiras e rodas de 16 polegadas com pintura diferenciada. O modelo está disponível somente nas cores Branco Banchisa, Branco Kalahari e Preto Vulcano. Para a versão Essence 1.6 equipada com o câmbio automatizado de 5 marchas Dualogic (R$ 61 180), os opcionais são os mesmos.

Curta a página do Auto REALIDADE!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...