Destaques do Auto REALIDADE

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Chevrolet Camaro ZL1 bate seu próprio recorde em Nürburgring


O Chevrolet Camaro ZL1 estabelece mais um recorde no circuito de Nürburgring Nordschleife (Alemanha). O modelo 1LE percorreu os 20,8 quilômetros da pista em 7:16.04, nada menos que 13,56 segundos a menos que a volta realizada por ele mesmo, submetido ao desafio em 2016 e que já tinha sido 11,67 segundo mais ágil em relação à geração anterior. A diferença fundamental está na suspensão, configurada para maior performance na pista, e pelos pneusGoodyear Eagle F1 Supercar 3R

O Camaro ZL1 1LE traz suspensão tipo competição configurável, kit aerodinâmico com spoilers frontais e laterais, além de aerofólio traseiro em fibra de carbono. O motor é um 6.2 V8 LT4 Supercharger, de 650 horsepower.

Jeep convoca unidades do Renegade (2015 a 2017) para recall


O grupo FCA está convocando proprietários de 88 957 unidades de todas as versões do Jeep Renegade, anos-modelos 2015 a 2017, para, a partir de 26 de junho de 2017, agendarem o comparecimento a uma das oficinas autorizadas da marca para que seja providenciada, gratuitamente, a substituição dos cabos elétricos do freio de estacionamento das rodas traseiras.

Foi constatada a possibilidade de falha no funcionamento desses cabos, o que pode impossibilitar o travamento ou a liberação das rodas, aumentando o risco de acidentes, com consequentes danos físicos e materiais ao condutor, passageiros e terceiros. O sintoma do mau-funcionamento é o acendimento da luz espia de avaria no quadro de instrumentos do veículo. Caso isso ocorra, a recomendação é se dirigir de imediato a uma concessionária da marca. 

O tempo de reparo é de, aproximadamente, uma hora. 

Chassis envolvidos

De 98861115GK00279 a 98861115YHK096619

Maiores informações

0800 703 7150

Ford Fiesta ganha versão EcoBoost SEL, pelo preço de R$ 66 090


Para quem não engolia pagar os R$ 73 990 cobrados na única versão do Ford Fiesta equipada com o motor 1.0 EcoBoost (turbinado e com injeção direta de combustível), agora há outra opção além da Titanium Plus: é a SEL, que chega custando R$ 66 090. O conjunto mecânico é o mesmo: motor de 3 cilindros e 999 cm³ movido unicamente a gasolina (com 125 cavalos a 6000 rpm e torque de 17,3 kgfm a 1400 rpm) e câmbio automatizado de dupla embreagem PowerShift, com trocas sequenciais na alavanca. A diferença, logicamente, está na menor disponibilidade de equipamentos do modelo SEL EcoBoost, que ainda assim tem um nível de equipamentos interessante.


O Fiesta SEL EcoBoost traz rodas de liga leve de 15 polegadas, faróis de neblina, chave programável My Key (que limita parâmetros como velocidade máxima e volume do rádio, útil para emprestar o carro), direção elétrica, ar-condicionado digital de zona única, vidros elétricos com fechamento ao travar as portas, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em ladeiras, sensor de estacionamento traseiro com indicação gráfica e sonora, alarme volumétrico, 2 airbags, banco traseiro bipartido, cintos de 3 pontos e apoios de cabeça para todos, retrovisores elétricos com luzes de seta e sistema de som SYNC com AppLink e ligação emergencial em caso de acidente. Com este motor, o hatch chega a fazer 12,2 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada, sempre com gasolina.

As cores disponíveis para o modelo são: Vermelho Arizona (+ R$ 0), Branco Ártico (+ R$ 500), Prata Dublin (+ R$ 1300), Preto Bristol (+ R$ 1300), Vermelho Vermont (+ R$ 1300) e Azul Califórnia (+ R$ 1300).

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Influências do passado [Alta Roda]


Automobilismo de competição tem demonstrado longo histórico de contribuições aos automóveis convencionais utilizados em ruas e estradas de todo o mundo. Claro que categorias de ponta como Fórmula 1, protótipos do WEC (em inglês, Campeonato Mundial de Resistência) e de Rali desenvolvem projetos sofisticados cujas inovações são bastante caras e dificultam a migração direta para carros do dia a dia.

Porém não invalida as pesquisas e os esforços técnicos que as corridas exigem sem parar. Os regulamentos mudam de tempos em tempos e renovam os desafios. Por fim, se nem tudo pode migrar diretamente das pistas para as ruas, a relação de componentes utilizados em pistas e depois nos automóveis comuns é, de fato, extensa.


Em 1990, a FIA (Federação Internacional do Automóvel) fez um primeiro levantamento de inovações originadas nas pistas desde o início das competições no final do Século 19. Foram 87 itens que entraram em produção em curto prazo, geralmente nos automóveis mais caros, e depois em modelos de alta produção em prazos variáveis.

Para começar, os chassis desenhados para carros, sem inspiração nas carruagens, surgiram com a primeira corrida oficial entre Paris e Rouen, em 1894. Nos motores, dezenas de novidades, como os de altas rotações a partir de 1908, os compressores (1907), duplo comando e multiválvulas (1912). Caixas de câmbio de cinco marchas desde 1911. Tração 4x4 começou em 1906, mas levou 60 anos até chegar a um carro esporte. Primeiro freio a disco estreou na 24 Horas de Le Mans de 1953 e apenas dois anos depois já estava em modelo de produção. Até o simplório espelho retrovisor começou nas corridas em 1911.

A prova de 24 Horas de Le Mans, etapa principal do WEC no fim de semana passado, levou este colunista de volta ao circuito 47 anos depois de transmitir a prova em boletins ao vivo para a extinta TV Tupi. A infraestrutura atual é tremendamente melhor, desde o paddock, boxes, edifícios de apoio e até aeroporto a menos de um quilômetro da pista.


Em 1970 um Porsche, o emblemático 917, venceu pela primeira vez na classificação geral e este ano a marca conseguiu sua 19ª vitória. Quando decidiu retornar a Le Mans, em 2014, desenvolveu o 919 Híbrido que utiliza um motor V-4 turbo, gasolina para tracionar as rodas traseiras e um motor elétrico, para as rodas dianteiras. O mais interessante: duplo sistema de recuperação de energia por meio dos freios e dos gases de escapamento. Armazenamento é numa bateria de íon de lítio. Curiosamente, solução que veio das ruas – do supercarro 918 – para as pistas.

Quanto ao motor V-4 não é mais utilizado em carros de rua (por enquanto...). Mas, antes de chegar a alguns modelos Ford, Matra e Saab em 1962, esse configuração estreou em corridas em 1898. Que mundo pequeno...

RODA VIVA


NOVO Polo, de sexta geração, apresentado de forma estática, semana passada em Berlim, chegará ao Brasil em outubro (poucas semanas depois da Alemanha). Apenas em dezembro atingirá capacidade total de produção. Estilo é evolucionário nos conceitos da marca alemã, mas o interior agrega painel e quadro de instrumentos de grande impacto visual.


COMPARADO ao Polo IV que saiu de linha aqui há menos de três anos, em dezembro de 2014, diferenças são marcantes: comprimento, 4,05 m (mais 16 cm); largura, 1,75 m (mais 10 cm); entre-eixos, 2,56 m (mais 10 cm); porta-malas, 351 L (mais 101 L). Nenhum dos compactos atuais poderá rivalizar em termos de espaço, equivalente ao do antigo Golf IV.


PLATAFORMA do Polo vai gerar mais três produtos: sedã Virtus (fevereiro 2019), produzido em S. Bernardo (SP); SUV T-Cross (maio 2019) e picape Saveiro (dezembro 2019), fabricados em S. José dos Pinhais (PR) ao lado do Fox e do Golf. Para conviver com o Polo a VW abaixará os preços do Fox, que continua em produção até o final de 2021, juntamente com SpaceFox argentino.


CHEVROLET Tracker coloca-se bem no segmento de SUVs compactos especialmente pelo desempenho do motor turbo de 1,4 L/153 cv (etanol). Embora tenha potência menor que o 2-litros do Creta, torque maior garante desempenho superior no uso cotidiano. Espaço interno é razoável, mas porta-malas de 306 litros só ganha do Renegade. Muito boa a direção eletroassistida.


FALTAVA ao Captur um câmbio automático para o motor de 1,6 L a fim de atender a crescente procura de maior comodidade no uso urbano. Nessa faixa de preço representa em média mais de metade das vendas. Renault oferece agora um CVT, de seis marchas virtuais, origem Nissan, que limita discretamente o desempenho do modelo. Preços de R$ 84.900 (versão Zen) a R$ 88.400 (Intense).

CONTINUAM as discussões nos EUA sobre regulamentação de carros autoguiados. Fabricantes estão apreensivos em razão de a tecnologia avançar mais rápido que o esperado. Ainda há dúvidas se vão prevalecer as legislações estaduais ou a federal. Indústria quer ter voz ativa no processo, pois desenvolvimento de inteligência artificial vem resolver muitos problemas.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e  de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).






http://www.platenpressprintshop.com.br

Chevrolet Cobalt 2018 ganha fixação ISOFIX, lanterna de neblina e nova cor


Está chegando às concessionárias Chevrolet a linha 2018 do Cobalt, que traz discretas novidades. As versões LTZ e Elite passam a trazer de série a luz de neblina na base central do para-choque traseiro as fixações ISOFIX e Top-Tether para cadeirinhas infantis. A cadeirinha é encaixada diretamente em engates soldados à carroceria, posicionados na base dos assentos laterais traseiros. Isto reduz o risco de má instalação da cadeirinha e agiliza a fixação em relação ao método convencional, que utiliza o cinto de segurança do veículo para a amarração. Já o Top Tether funciona como ponto adicional de ancoragem, na tampa que cobre o porta-malas.


A linha 2018 do Cobalt ganha também uma opção de cor metálica para a carroceria, o Cinza Satin Steel, que se junta aos tons Branco Summit, Prata Switchblade, Marrom Mogno Brown, Cinza Graphite, Azul Blue Eyes e Preto Ouro Negro. De forma análoga a Onix, Prisma e S10, o Cobalt passa a trazer o logotipo com seu nome à esquerda na tampa traseira, e o nome da versão à direita (no caso do modelo Elite, nas portas dianteiras).


Desde a versão LTZ, são itens de série: direção elétrica progressiva; ar-condicionado; travas, vidros e retrovisores elétricos; chave tipo canivete com botões de abertura/fechamento de portas e vidros, e também da tampa do porta-malas; velocímetro digital, alerta de baixa pressão dos pneus e de troca de marcha (para o modelo manual de 6 marchas); freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem), airbags frontais, sensor de estacionamento traseiro com gráficos; faróis de neblina; computador de bordo; volante com controle das funções do rádio, telefone e do controlador da velocidade de cruzeiro; bancos e volante revestidos parcialmente em couro; banco do motorista e volante com regulagem de altura; além de rodas de alumínio de 15 polegadas.


Já a versão Elite conta ainda com câmera de ré, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, rodas de liga leve de 16 polegadas e encosto do banco traseiro bipartido.

As duas versões trazem a central multimídia MyLink compatível com Android Auto e Apple CarPlay e o sistema de telemática OnStar, com serviços como o de recuperação veicular em caso de roubo, concierge, resposta automática em caso de acidente, navegação por setas e aplicativo para smartphone com dispositivo de diagnóstico remoto.


Com entre-eixos de 2,62 metros e porta-malas de 563 litros, um dos grandes destaques do Cobalt é justamente o espaço interno. Já o motor é o 1.8 Flex de 8 válvulas com a chancela Eco, que passou por modificações em 2016 para render 111 cavalos e 17,7 kgfm de torque, aliado ao câmbio manual ou automático com conversor de torque, ambos de 6 marchas. O modelo manual acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e atinge 170 km/h. Em termos de consumo, o modelo obtém, na cidade, as médias de 8,3 km/l com etanol e 12,1 km/l com gasolina. Já na estrada, o modelo alcança 10,4 km/l com etanol e 15,1 km/l com gasolina, segundo o Inmetro.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Renault Captur estreia câmbio CVT em duas versões, partindo de R$ 84.900


Quatro meses após o lançamento, o Renault Captur passa a contar com o câmbio automático continuamente variável nos modelos equipados com motor 1.6: Zen (R$ 84.900) e Intense (R$ 88.400). Este é o mesmo câmbio adotado por seu primo Nissan Kicks, porém com opção de seis marchas simuladas (apesar de haver sensação de trocas de marcha, a transmissão em si traz relações de marcha infinitas).


Com a chegada do câmbio X-Tronic CVT, a linhagem do Captur no Brasil está completa. O modelo Zen 1.6 de entrada dispõe de câmbio manual de 5 marchas e parte de R$ 78.900. Já a versão 2.0 Intense com o câmbio automático de 4 marchas, que custava justamente o valor que passa a ser do Intense 1.6 CVT, subiu para R$ 91.900.



O funcionamento do CVT é basicamente o seguinte: uma correia metálica liga duas polias com sulco em forma de “V” e largura variável. A primária, também conhecida como condutora, recebe o torque do motor, enquanto a secundária transmite ao diferencial. Cada polia tem dois cones que podem se afastar ou se aproximar por meio de um sistema hidráulico, diminuindo ou aumentando a largura do canal onde passa a correia. De acordo com a demanda do motorista, este afastamento ou aproximação dos cones aumenta ou reduz a velocidade do carro.


Quando os cones estão juntos, o canal fica mais estreito e o raio da polia aumenta. Em marcha reduzida, a polia primária apresenta um raio menor, enquanto a polia secundária fica com raio maior. Na medida em que o carro acelera, o movimento das polias se inverte e a relação de marcha fica maior. A distância entre as polias é fixa.


O câmbio X-Tronic CVT também possibilita trocas manuais na alavanca de câmbio, ao deslocar a manopla para a esquerda para assumir o controle. A opção traz vantagem em performance, especialmente nas ultrapassagens e arrancadas. Outro destaque é o Lock-up com Active Slip Control: a polia é liberada de forma gradual para que o torque seja transmitido de forma linear.


Apesar do Captur amargar resultados abaixo da média de vendagem dos utilitários de sua categoria, a Renault garante que as vendas dos primeiros meses "estão em linha com os objetivos previstos" para o modelo. Um detalhe curioso é que a pintura em dois tons é incluída por 85% dos compradores. E pelos cálculos da marca, o câmbio CVT representará 60% das vendas do Captur no segundo semestre.



De série, o Captur Zen 1.6 CVT vem com quatro airbags (dianteiros e laterais), controle eletrônico de estabilidade (ESP), controle eletrônico de tração (ASR), assistente de partida em ladeiras (HSA), freios com ABS, ISOFIX, direção eletro-hidráulica, volante com regulagem da altura, ar-condicionado, rodas aro 17 polegadas de liga leve, vidros elétricos, alarme perimétrico, chave-cartão hands free, comandos de áudio e celular na coluna de direção, assento do condutor com regulagem de altura, travamento automático das portas a 6 km/h, luzes diurnas em LED, retrovisores elétricos rebatíveis, controlador e limitador automático de velocidade.



O Captur Intense traz ainda: rodas aro 17 polegadas de liga leve diamantadas, apoio de braço dianteiro, Media Nav 7” touchscreen, câmera de ré, ar-condicionado automático, sensor de chuva, farol de neblina com função Cornering Light e sensor crepuscular.


O Captur tem garantia de fábrica de 3 anos ou 100 mil quilômetros rodados, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Os consumidores que optarem pelo financiamento oferecido pela marca têm 5 anos de garantia total. Já as revisões ocorrem em intervalos de 10.000 quilômetros ou a cada ano de uso e possuem preços previamente disponíveis, além de cesta de peças com preço fechado, incluindo mão-de-obra. Há ainda o Renault Assistance, um serviço de atendimento emergencial e de socorro mecânico disponível 24 horas por dia, por 2 anos.


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Renault Kwid: confira a lista detalhada de equipamentos, cores e preços



O Renault Kwid, que teve sua pré-venda iniciada há algumas semanas, será finalmente apresentado por inteiro no próximo mês, em suas versões Zen, Life e Intense. Veja aqui mais imagens de divulgação e detalhes sobre o novo Renault. Confira o que cada modelo traz de fábrica:

Kwid Life (R$ 29.990)


Para-choques da cor da carroceria.
Retrovisores e maçanetas pretos.
Rodas de aço de 14 polegadas com calotas.
Limpador e desembaçador do vidro traseiro.
Retrovisores externos com regulagem manual interna.
Freios ABS.
4 airbags (dois frontais e 2 laterais dianteiros).
Dois pontos de fixação ISOFIX para cadeirinhas no banco traseiro.
Ajuste de altura dos cintos de segurança nos bancos dianteiros.
Tomadas 12 Volts.
Abertura interna do porta-malas.
Porta-objetos nas portas dianteiras com suporte para garrafas de até 1 litro.
Saídas de ar ajustáveis.
Apoios de cabeça dianteiros fixos.
Dois apoios de cabeça traseiros laterais.
Para-sois para motorista e do passageiro, com espelho do lado do passageiro.
Indicador de troca de marcha e de estilo de condução (orientação para poupar combustível).
Preparação para rádio.

Kwid Zen (R$ 34.990; ou R$ 35.390 com rádio)


Itens do modelo Life, mais:

Molduras pretas na parte inferior das portas.
Revestimento interno nas laterais do porta-malas.
Direção elétrica.
Vidros dianteiros e travas das portas com acionamento elétrico.
Retrovisor interno com posições dia/noite.
Alarme para luzes acesas.
Alças de teto traseiras.
Ar-condicionado.
2 alto-falantes.
Opcional: Rádio Continental double-DIN com Bluetooth, entradas USB e auxiliar, além do Apple Device Connectivity (R$ 400).

Kwid Intense com Pack Connect (R$ 39.990)


Itens do modelo Zen, além de:

Grade frontal com detalhes cromados.
Faróis de neblina com aros cromados.
Capas dos retrovisores na cor preto brilhante.
Maçanetas internas cromadas.
Bancos com detalhes marfim e volante com raios na cor preto brilhante.
Rodas aro 14'' com calotas na cor cinza antracite.
Maçanetas externas na cor da carroceria.
Computador de bordo.
Conta-giros.
Apoios de cabeça para os 5 ocupantes.
Porta-revistas na parte traseira dos bancos dianteiros.
Sistema multimídia Media Nav 2.0, com GPS, Eco-Coaching e Eco-Scoring, entradas USB, auxiliar e Bluetooth, além de tela touchscreen de 7 polegadas.
Câmera de ré.
Chave tipo canivete com abertura do porta-malas à distância.
Retrovisores com ajustes elétricos.
2 alto-falantes.

Cores

Preto Nacré + R$ 1.400


Vermelho Fogo + R$ 1.400


Laranja Ocre + R$ 1.400
Prata Etoile + R$ 1.400
Branco Marfim + R$ 1.400


Branco Neige + R$ 0


Com 3,68 metros de comprimento, o Kwid possui altura em relação ao solo (18 centímetros) e grandes ângulos de entrada (24 graus) e de saída (40°). Por dentro, a altura de cabine é de 89,8 cm e o porta-malas comporta 290 litros. 


Já o motor 1.0 SCe de três cilindros rende 70 cv de potência com etanol e 66 cv com gasolina, com torque de 9,8 kgfm (etanol) e 9,4 kgfm (gasolina). O câmbio é manual em todas as versões, de 5 marchas. Em percurso misto (urbano e rodoviário), a Renault atesta que o Kwid chega a 15,2 km/l com gasolina e 10,5 km/l com etanol.


Curta a página do Auto REALIDADE!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...