Os novos Dodge Charger e Challenger


Ao mesmo tempo, o Grupo Chrysler mostra, no Salão de Nova York (EUA), os reestilizados Dodge Charger e Challenger, dois nomes com muitos fãs pelo mundo - e existe a possibilidade da dupla ser comercializada oficialmente no Brasil, ainda em 2014. Estas renovações marcam os 100 anos da Dodge, e ainda os 45 anos do Challenger original.


O Charger, que havia sido completamente reestilizado em 2010 (ao lado), recebe modificações externas: faróis com filetes de luzes diurnas de LEDs integrados, grade mais achatada, faróis de neblina de LEDs, capô com novo desenho, novas lanternas (inspiradas no atual Dodge Dart), dez opções de estilos de rodas aro 20'' e para-choque traseiro mais agressivo.


Internamente, o Charger 2015 ganha novo volante (com o atual logotipo da Dodge integrado), comandos de ar-condicionado redesenhados, nova alavanca de câmbio e novo computador de bordo integrado ao quadro de instrumentos com mais de 100 personalizações. O sistema Uconnect é operado no centro do painel, por meio de uma tela sensível ao toque de 5,0 ou 8,4 polegadas.



Nas versões SE e SXT, mais "mansas", o motor é o 3.6 V6 Pentastar, de 292 horsepower e 35,9 kgfm @ 4800 rpm. Já os modelos R/T e R/T Road & Track trazem o 5.7 HEMI V8 de 370 hp e torque de 54,6 kgfm. Estes últimos aceleram de 0 a 100 km/h em menos de 6 segundos.


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Já o Challenger, que desde 2008 teve apenas o interior e pequenos detalhes alterados, chega à linha 2015 com mudanças significativas, mas que parecem discretas em relação aos Ford Mustang (completamente remodelado) e Chevrolet Camaro (com uma significativa reestilização externa). A inspiração veio do passado: a grade com duas molduras, os faróis com LEDs circulares, as lanternas (agora sem a junção por meio de refletores) e mesmo o capô "recortado" para acomodar o motor (Shaker Hood) são elementos do Challenger 1971 "traduzidos" para os dias atuais.



Seu interior ostenta mudanças significativas: o volante é idêntico ao do novo Charger e o painel também segue as linhas do sedan, porém com formas mais envolventes (repare que seu centro, que acomoda da tela de 8,4 polegadas do sistema Uconnect, é deslocado ao motorista e os comandos de ar-condicionado estão inclusos no console prateado, que acomoda a alavanca de câmbio e dois porta-copos). Os painéis de portas e o quadro de instrumentos também foram redesenhados e transpiram mais esportividade - diferentemente do Challenger anterior, com cabine praticamente impessoal.


Há três opções de motorização: 3.6 V6 Pentastar de 305 hp e 37,1 kgfm de torque @ 4800 rpm, 5.7 HEMI V8 de 375 hp e 56,7 kgfm de torque, além do 6.4 HEMI V8 Scat Pack de poderosos 485 hp e 65,7 kgfm de torque. Este último leva o Challenger de 0 a 100 km/h em cerca de 4,5 segundos, com tempo de 0 a 400 metros (quarto-de-milha) inferior a 12 segundos. E freia bem: de 100 km/h a zero em 35,6 metros.


Comentários

  1. o charger ficou mais bonito. O challenger continua apaixonante. E que maquinas eles tem. Pena que para chegarem até aqui no Brasil tem que pagar os "pedagios" do governo.

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  2. Sou apaixonado por carros antigos e em especial o Challenger, percebo que a versão de 2008 lembra muito o Challenger 1970, já a versão 2014 lembra muito o Challenger 1971, esse shaker no meio do capô é praticamente idêntico ao da época, qdo acomodava o sistema six pack, pra fechar o pacote, faltou a faixa do R/T da década de 70, mas ele está maravilhoso. O dodge Charger na minha opinião esta morto desde o seu relançamento, ele não herdou nada do modelo da década de 70, e digo mais, ele envergonha o clássico daquela época.

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